Cooperativa Agropecuária Vale do Rio Doce

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Colaboradores realizam exames periódicos

Na última terça-feira (5) a Cooperativa Agropecuária Vale do Rio Doce através do setor de Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT) realizou junto ao quadro de colaboradores da área industrial os exames periódicos. Este procedimento foi realizado conforme determina o médico coordenador do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) da instituição, cumprindo o que determina a legislação brasileira por meio da Norma Regulamentadora NR-07 do Ministério do Trabalho. De acordo com o técnico de segurança do trabalho da Cooperativa, Keven Alves, os exames são de extrema importância para garantir a saúde do colaborador. “Os exames periódicos tem o objetivo de avaliar a integridade física e acompanhar o quadro de saúde dos colaboradores. Além disso, o momento é oportuno para repassar orientações quanto aos níveis dos fatores de risco, sejam eles físicos, químicos, biológicos ou ergonômicos, a que estão expostos em seus ambientes laborais”. Explica Alves. Ao total, quinze colaboradores foram submetidos aos exames periódicos. Ressaltamos que todas as medidas de precaução contra a pandemia causada pelo Coronavírus foram respeitadas.

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Cooperativa realiza conferência com representantes

As empresas e instituições em tempos de Covid-19 (Coronavírus) têm adotado medidas de precaução, estratégias e se valido de muita criatividade para continuar atuando em meio a pandemia. E na Cooperativa Agropecuária Vale do Rio Doce não tem sido diferente. Desde a chegada do vírus ao Brasil a Cooperativa estabeleceu o seu Comitê de Combate ao Coronavírus que tem atuado diuturnamente dentro da instituição para garantir a saúde e bem-estar de seus colaboradores para dar continuidade às suas atividades, consideradas essenciais. Na última terça-feira (5) a diretoria executiva, as superintendências e os setores de comunicação e marketing e logística da Cooperativa realizaram uma reunião através do skype (software que permite comunicação pela Internet através de conexões de voz e vídeo) com os representantes comerciais da marca Ibituruna que atuam em mais de 220 cidades brasileiras. O objetivo deste encontro virtual foi entender o comportamento dos consumidores neste momento de crise e criar soluções que atendam seus anseios enquanto consumidores.  De acordo com o superintendente industrial e comercial, Cláudio Oliveira, o bate-papo com os representantes comerciais da marca Ibituruna é fundamental, pois eles lidam dia a dia com os consumidores dos Produtos Ibituruna e compreendem suas necessidades. “Neste momento de pandemia nós que atuamos na área interna da Cooperativa não podemos visitar os nossos clientes para entender melhor seus anseios, por isso, resolvemos realizar essa conferência via skype para compreender como os nossos consumidores têm se comportando para continuarmos oferecendo soluções, levando até as suas mesas o melhor do leite!” Explica Oliveira. Legenda:  Na foto, o diretor presidente João Marques, o diretor vice-presidente Fernando Ferreira, o superintendente industrial e comercial Cláudio Oliveira e o coordenador de logística André Lorrane.

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Gado Leiteiro, Geral, Notícias

Sucedâneos lácteos por quê usar?

Um dos maiores custos para a propriedade leiteira é aleitamento dos bezerros, esse fato está relacionado diretamente ao consumo de dieta liquida. Um bezerro chega a consumir aproximadamente 300 litros de leite entre o aleitamento natural e artificial. Desde o seu nascimento até o desmame que ocorre em torno de 60 e 70 dias de vida.O que também pode variar de acordo com o tipo de manejo de cada fazenda. Uma solução na alimentação de bezerros recém-nascidos é o uso de sucedâneos lácteos. Na primeira fase da vida dos bezerros o leite deve ser o principal alimento, no entanto, este produto é destinado à comercialização, o que muitas vezes gera conflito financeiro dentro da propriedade leiteira. Por isso, uma das formas para diminuir os custos na alimentação, é lançar mão do uso do sucedâneo lácteo (formulações com ingredientes que tentam imitar a composição do leite), principal forma de substituição do leite integral na alimentação de bezerros na propriedade. O que são sucedâneos Lácteos? Os sucedâneos lácteos  são misturas compostas por proteína, gordura, minerais, vitaminas, entre outros, com o objetivo de imitar o leite integral produzidos pelas vacas. Possuem a finalidade de alimentar bezerros recém-nascidos, após a fase do colostro, fazendo a substituição ao leite integral. Este procedimento pode resultar em redução de custos dentro das fazendas leiteiras. Além disso, possibilita ao produtor fornecer a indústria maior volume de leite. O que consequentemente acarretará em aumento de rentabilidade na atividade leiteira. Para que os sucedâneos lácteos apresentem semelhança ao leite integral, é imprescindível a escolha de um produto de qualidade. É importante ressaltar que o sucedâneos lácteos não possui a função de substituição do colostro, alimento de total importância para garantir o nível adequado de imunidade para os bezerros nas primeiras horas de vida. Portanto, para a escolha de sucedâneos lácteos vários fatores devem serem levados em consideração no momento da compra, por exemplo,os níveis nutricionais de proteína, gordura, minerais, vitaminas, a composição dos ingredientes e índices de solubilidade do produto e palatabilidade (aceitação do animal). Vantagens do uso de sucedâneos Lácteos Menor custo e maior atenção aos quesitos de biossegurança com bom custo-benefício; Maior controle de qualidade do produto, pois possui excelentes opções no mercado; Desvinculação do horário da ordenha com o trato da fase de cria (bezerros); Preservação na transmissão via leite de doenças da vaca para o bezerro; Maior concentração da mistura, ou seja, maior teor de matéria seca, aumentando a rapidez e a eficiência no desempenho; Aumento no fornecimento de leite à industria; Aumento no desempenho e o desenvolvimento dos bezerros.   É muito importante ressaltar que para a escolha e utilização do produto é necessário uma visão em relação ao desempenho do bezerro, e não somente ao preço do produto. Além disso, os cuidados no modo de uso como, qualidade da temperatura de aquecimento, processos de limpeza e padronização de mistura do produto devem sempre ser observados.    

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A IMPORTÂNCIA DE UMA BOA COLETA DE AMOSTRA PARA AS IN 76 e 77/2018

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) fixou no ano de 2018 novas regras para a produção de leite especificando padrões de identidade e qualidade do leite cru refrigerado, pasteurizado e “tipo A” por meio das Instruções Normativas (IN) 76 e 77/2018. As INs tem como foco nortear os padrões de qualidade da matéria-prima na indústria e no manejo nas fazendas leiteiras. O MAPA realiza o controle de qualidade do leite através da coleta de amostra colhidas pela indústria para assegurar o cumprimento de todos os requisitos, por isso, é essencial realizar uma coleta de amostra correta. Este procedimento é importante para o processo de avaliação da qualidade do leite in natura  produzido do produtor. Sua principal característica é retratar com fidelidade as características do leite, minimizando as chances da industria captar uma matéria-prima sem qualidade, ou até mesmo, adulterada o que acarretada danos tanto para a indústria quanto para o consumidor final. Principais indicadores analisados pela coleta de amostra Contagem Bacteriana Total (CBT); Contagem de Células Somáticas (CCS); Matéria Gorda; Proteína. Estes indicadores são utilizados pelas indústria para a certificação da coleta de leite de qualidade para a produção de leite e derivados que promovam e mantenham a saúde dos consumidores garantido a segurança alimentar. Além disso, os produtores que produzem leite de qualidade são bonificados pelo trabalho que desenvolvem em suas fazendas. As amostras também tem a finalidade rastrear qualquer contratempo que possa ser identificado no leite pelas indústrias . Como são realizadas as coletas de amostra pela indústria de acordo com as INs 76 e 77/2018 Para a realização de uma boa coleta de amostra  é necessário a elaboração de uma lista com a identificação de todos os produtores cadastrados como fornecedores para a confecção de etiquetas com código de barras para a leitura dos aparelhos de análise no laboratório Rede Brasileira de Qualidade do Leite (RBQL); É necessário a organização das rotas para a distribuição dos frascos esterilizados e identificados. Para a realização da coleta de amostra de cada produtor é necessário dois frascos com tampas de cores diferentes . Em um frasco é coletado uma amostra para análise de CBT e no outro, a amostra para análise de CCS, matéria gorda e proteína; Para realizar uma boa coleta de amostra o  transportador realiza a homogenização do leite. Em seguida coleta duas amostras com uma concha inox esterilizada com cuidado para colocar a medida correta nos frascos e agitar para diluir as pastilhas conservantes das amostras. Na sequência armazena em caixas isotérmicas com gelos recicláveis. Ao chegar à indústria as amostras são enviadas ao setor de controle de qualidade e são refrigeradas para garantir a conservação das amostras. A última etapa deste processo é a organização dos frascos para o envio ao laboratório credenciado na RBQL que são transportadas em um veiculo apropriado para garantir a qualidade das amostras. Portanto, a realização correta do procedimento da coleta de amostra é de fundamental importância  para a identificação e disgnóstico da qualidade do leite fornecido pelos produtores que são justamente remunerado pela qualidade, segurança e eficiência na produção de leite de acordo com as IN 76 e 77/2018. Por Hudson Cardoso – Política Leiteira

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Cooperativa implementa uso de máscaras em suas áreas internas 

A Cooperativa Agropecuária Vale do Rio Doce visando proteger e promover a saúde de todos seus colaboradores e prestadores de serviços forneceu na última segunda-feira (27), máscaras reutilizáveis, para a proteção individual contra a Covid-19 (Coronavírus). A implementação deste Equipamento de Proteção Individual (EPI) foi estabelecida para garantir a preservação de todos os envolvidos no processo de trabalho, até mesmo, daqueles que não realizam contato direto com o público externo.  Desde o início da pandemia a Cooperativa tem adotado medidas de segurança para continuar atuando em seu segmento, considerado essencial, e atendendo a todos os seus públicos de interesse para continuar promovendo o desenvolvimento sustentável e fomentando a economia local. Dentre as medidas adotadas, destacamos algumas: a contratação de uma médica para atender exclusivamente os colaboradores e prestadores de serviços, a aferição de temperatura logo na portaria da instituição e de seu Armazém, dimensionamento dos ambiente de uso comum, por exemplo, refeitório,obedecendo a distância segura de dois metros entre as mesas, sinalização no chão para estabelecer uma distância segura em filas, limitação dos ambientes, instalação de barreiras sanitárias, instalação de barreiras protetoras nos caixa do Armazém, o uso obrigatório de máscaras entre outras medidas necessárias para garantir a proteção de todos. De acordo com o técnico de segurança do trabalho, Keven Alves, as medidas de proteção são necessárias para garantir a integridade física e saúde dos colaboradores, prestadores de serviços e demais públicos em meio a pandemia. Todas as medidas que adotamos foram pautadas pelos decretos e orientações das esferas federal, estadual, municipal e dos órgãos de saúde. Temos focado as ações contra a Covid-19 dentro da nossa campanha do Abril Verde, mês de conscientização contra acidentes e doenças relacionadas ao trabalho, temos lutado em prol da prevenção e proteção da vida e seguimos firmes neste momento de crise investindo em segurança, proteção e cooperando uns com os outros, para vencermos essa luta.” Afirma Alves. 

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SÊMEN SEXADO ENTENDA O QUE É

A inseminação artificial (IA) é uma das biotecnias da reprodução bovina mais importante e utilizada visando o melhoramento genético do rebanho. Sua importância na pecuária leiteira é avaliada pelo fato da grande evolução em ganho em produção de leite nos últimos 60 anos através do uso de sêmen sexado de alto padrão genético. Para a pecuária leiteira verifica-se maior valor zootécnico das bezerras, portanto a gestação e nascimento de uma cria do sexo masculino (bezerro) representam  fatores que reduzem a produtividade e aumento dos custos de produção, pois o foco da propriedade é a produção de leite. Diante disso, as técnicas de reprodução assistidas que permitem o uso de sêmen sexado  possibilita o criador escolher o sexo da cria para cada tipo de fazenda, por exemplo, fazendas que tem como foco a produção de leite, podem escolher espermatozoides que resultarão em fêmeas para o desenvolvimento da produção com maior assertividade na reprodução. O que é Sêmen Sexado? É uma tecnologia em que os espermatozoides que vão resultar na escolha do sexo que o criador deseja, são separados daqueles que resultariam em machos após a fecundação do óvulo. Ou seja, ao final do processo obtêm-se uma paleta de sêmen com predominância de espermatozoides “fêmeas” ou “Machos”, dependendo da escolha. Portanto, a sexagem de espermatozoides permite maximizar a produção animal, possibilitando maior progresso genético entre as gerações Vantagens  Liberdade para escolher o sexo da cria e definir os rumos do seu negócio; Maior intensidade de seleção, acelerando o melhoramento genético do rebanho; Reposição interna do rebanho com qualidade genética e sanitária; Reduzir a incidência de problemas em partos, com o uso de sêmen sexado de fêmea, pois normalmente nascem mais leves (principalmente em rebanhos de leite).   Desvantagens O preço mais elevado, comparado com o sêmen convencional, decorrente do lento processo de produção (uma máquina produz apenas 150 a 200 doses por dia). A uma taxa de concepção entre 10 a 20% menor em relação ao sêmen não sexado. Na IA convencional, este tipo de sêmen apresenta uma fertilidade média 15% inferior ao sêmen não sexado. Já na TE (transferência de embriões) a fertilidade é semelhante (ou ligeiramente inferior ao sêmen não sexado).

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Reuniões do Conselho Administrativo são realizadas via Skype

A Cooperativa Agropecuária Vale do Rio Doce desde o início da pandemia causada pela Covid-19 (Coronavírus) continua trabalhando para levar alimentos às famílias brasileiras. Diante disso, o Conselho de Administração da instituição também precisa continuar atuando na tomada de decisões para definição do caminho que deve ser seguido neste novo cenário. Para dar continuidade às atividades os conselheiros administrativos precisaram se adaptar às novas tecnologias de comunicação via internet. Pois o Comitê de Combate ao Coronavírus criado pela Cooperativa determinou que é expressamente proibido a aglomeração de pessoas nos ambientes internos da instituição. Por isso, todas as reuniões presenciais foram canceladas, inclusive a do Conselho de Administração. Desde então, as reuniões têm sido realizadas através do Skype (software que permite comunicação pela Internet através de conexões de voz e vídeo). Já foram realizadas duas reuniões nesta modalidade com objetivo de manter a constância das atividades da Cooperativa, bem como toda a cadeia produtiva do leite.  De acordo com o conselheiro administrativo Mário Leão o novo formato de reuniões é eficaz para a tomada de decisões. “Desde o início da pandemia temos nos adaptado com vários métodos de segurança para continuarmos trabalhando com responsabilidade e proteção. Este modelo de reunião adotado pela Cooperativa funciona muito bem, o canal é perfeito, prático e conseguimos continuar com a gestão participativa, base da Cooperativa. Este novo formato não alterou nada no conteúdo que discutimos em reuniões presenciais, apenas nos possibilitou dar sequência na rotina da Cooperativa. As vezes temos alguns problemas técnicos, mas são resolvidos com pequenos ajustes” Explica Leão. O presidente da Cooperativa, João Marques, esclarece que as reuniões do Conselho de Administração são extremamente  importantes para a definição de estratégias da instituição em meio a crise causada pelo Coronavírus. “A atuação do Conselho de Administração é essencial para o direcionamento estratégico dos negócios da Cooperativa como um todo, por isso, é preciso uma participação contínua dos nossos conselheiros junto a diretoria  executiva e superintendências, principalmente neste momento de enfrentamento a pandemia,  o qual nós não podemos parar! Pois somos responsáveis por alimentar milhões de pessoas diariamente, principalmente crianças e idosos. Em função disso, adotamos este novo modelo que tem sido efetivo e tem nos possibilitado continuar trabalhando para a alimentar as pessoas.” Explica Marques. 

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ARMAZÉM DA COOPERATIVA REALIZA AMPLIAÇÃO DE SEU GALPÃO  

O Armazém da Cooperativa visando melhor atender seus cooperados e clientes finalizou neste mês de abril a ampliação de seu galpão de estoque de insumos. A obra foi iniciada em função do novo projeto de vendas de Ração a Granel. Além disso, a expansão do galpão também era necessária para dar condições de trabalhar com um estoque de segurança, devido ao exponencial crescimento do Armazém no ano de 2019.             A ampliação foi projetada para armazenar cerca de 700 mil quilos de insumos com o objetivo de implementar o mix de produtos oferecidos pelo Armazém, que já conta com mais de 2 mil itens.  A estrutura anterior permitia estocar apenas 350 mil quilos o que limitava o trabalho do centro de distribuição. Em entrevista o gerente do Armazém, Rafael Campos, explica os detalhes de revitalização do galpão.    Leia a entrevista:  Por que foi necessário a aplicação do galpão? O Armazém no ano de 2019 teve um crescimento extraordinário, foi o ano de maior faturamento desde sua fundação, alcançamos a incrível cifra de quase 30 milhões. Diante desta evolução, houve a necessidade de realizar a obra, pois com a estrutura que dispúnhamos não atendia mais nossa demanda. Além do mais, implementamos o projeto de venda de Ração a Granel o que potencializou ainda mais essa necessidade.  Quanto foi ampliado? O galpão antigo possuía uma área de 480 m². Com a reforma conseguimos dobrar o tamanho desse espaço. Hoje contamos com uma área de quase 1000m². Além disso, a construção traz um toque moderno, é uma área que nos dará a condição de ser um Centro de Distribuição de Insumos para atender as demandas do campo no Vale do Rio Doce. Quais benefícios a ampliação trará? A ampliação do galpão nos permitirá  trabalhar com um estoque de segurança evitando faltas, garantindo tranquilidade para nossos cooperados e clientes. Além disso, conseguiremos realizar maiores negociações de produtos podendo garantir melhores preços para o consumidor final. Como o galpão anterior limitava o trabalho do Armazém, o que a reforma possibilita de melhorias para as atividades da loja? A reforma trouxe modernização para o nosso sistema de estoque, por exemplo, até o mês de março de 2020 nosso sistema de carregamento e descarregamento era 100% braçal, porque não havia espaço para operar uma empilhadeira. Com a reforma, a nossa patrocinadora master a Cooperativa Agropecuária de Unaí- Capul, cedeu uma empilhadeira para iniciamos o projeto de venda de Ração a Granel.  Essa novidade trará qualidade no trabalho, saúde e segurança para os operadores do estoque. Além disso, facilitará o controle do depósito.   Por que ampliar o galpão e qual valor do investimento? Nós realizamos essa ampliação para melhorar nossos processos internos e atender com excelência os nossos cooperados e clientes. O investimento empregado na estrutura foi de cerca de 200 mil reais, alocados em estrutura metálica, alvenaria, piso, telhado e portão. A expectativa é que consigamos absorver o investimento em quatro anos.   Com a ampliação qual a capacidade de armazenamento do novo galpão?   O galpão do Armazém hoje tem a capacidade de armazenar cerca de 700 toneladas de insumos. Com a ampliação nós duplicamos  a nossa capacidade de armazenamento, pois o antigo galpão comportava até 350 toneladas.   Se a ampliação do galpão modernizou o sistema de armazenagem houve a necessidade de treinar os colaboradores?   Sim. Foi preciso enviar dois de nossos colaboradores à Capul localizada em Unaí-MG para realizarem capacitação para operar empilhadeira. O curso teve a duração de um mês onde aprenderam operar o equipamento com segurança.    O que irá mudar na rotina de trabalho depois da ampliação?   Com a modernização do galpão nós conseguimos potencializar o carregamento e descarregamento de cargas, pois agora possuímos espaço para o uso de empilhadeira o que agiliza bastante o processo. Para se ter uma ideia, nós conseguimos descarregar 32 toneladas paletizadas com 40 minutos e com mais 30 nós conseguimos organizar toda a mercadoria no galpão. Quando o descarregamento era braçal demorava muito, por exemplo, conseguimos descarregar duas carretas por dia porque tinha que retirar saco por saco e empilhar saco por saco.   O piso do galpão é apropriado para suportar o fluxo de carretas?   Sim. O piso do galpão foi feito especificamente para suportar o recebimento de carretas de até 80 toneladas, entre peso do veículo e carga. O tempo de vida útil deste piso é de cerca de 20 anos.   A ampliação do galpão do Armazém foi concluída no dia 06 de abril de 2020.    

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INs 76 e 77 estabelecem regras para o fornecimento de leite

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) fixou novas regras para a produção de leite especificando os padrões de identidade e qualidade do leite cru refrigerado, do pasteurizado e do “tipo A” através das Instruções Normativas (IN) 76 e 77/2018. Entenda a diferença entre a IN 76 e 77/2018 A IN 76/2018 impõe padrões da qualidade do leite in natura refrigerado. E a IN 77/2018 define parâmetros de qualidade nos procedimentos e ações adotadas nas propriedades rurais produtoras de leite como: produção, acondicionamento, conservação, transporte e seleção de leite de qualidade seguro ao consumidor.   Conheça os requisitos mínimos para o fornecimento de leite para a indústria 1- A temperatura no momento da coleta na propriedade deverá ser menor até 4ºC. Caso não atenda esse critério não poderá ser coletado; 2- O leite continuará sendo analisado através do teste de alizarol (Mínimo 72ºGL), caso acuse coagulação, não poderá ser coletado; 3-  A acidez Dornic deverá estar entre 14ºD a 18ºD caso apresente resultados abaixo ou acima desse intervalo a coleta será interrompida; 4- A densidade do leite deverá ser a entre 1,028 a 1,034 g/mL caso apresente resultados abaixo ou acima desse intervalo a coleta será interrompida; 5 – A presença de álcool, sacarose (açúcar), cloreto (sal), inibidores (água oxigenada, cloro, formol e amido) no leite não é permitida. Caso as análises confirmem presença a coleta será interrompida. 7- A contaminação por resíduos de antibióticos no leite. Caso as análises confirmem a presença desses compostos o leite será descartado. 8- A fraude de adição de água no leite é determinada pela análise denominada crioscopia. Os parâmetros máximo de -0,530ºH   e mínimo de -0,550ºH determinam a normalidade do leite. Fora destes parâmetros o cooperado será notificado, penalizado e poderá ter sua coleta será interrompida; 9- A Contagem Bacteriana Total (CBT) deverá ser menor que 300.000 mil Unidades Formadoras de Colônias (UFC/mL). Quando a média geométrica trimestral for superior a 300.000 a coleta poderá ser suspensa; 10- A média geométrica de Contagem de Células Somáticas (CCS) será realizada trimestralmente devendo ser menor do que 500.000 mil (UFC/mL). 11 – A proteína do leite deverá ser no mínimo de 2,9%. Caso não atenda este requisito a coleta poderá ser interrompida. 12- O teor de gordura do leite deverá ser maior que 3,0%; 13- O Extrato Seco Desengordurado (ESD) deverá ser de no mínimo 8,4%. Valores menores do que o indicado a coleta será interrompida. 14- O leite que apresentar substâncias estranhas ou que mascarem os resultados das análises não será coletado. Requisitos para o transporte do leite 1- No momento da coleta serão avaliados os aspectos de cor e odor. O leite deve estar homogêneo como um líquido branco isento de odores e sabores estranhos. Caso não esteja neste padrão não será coletado; 2- Para a realização da coleta a estrada de acesso a propriedade deverá permitir o tráfego de caminhões com segurança. Caso não atenda esse critério a coleta não será realizada. 3- O ponto de coleta deverá está localizado em áreas que permitam manobras seguras e que respeitem a distância máxima de 7 metros do registro de saída de resfriador. Caso a sala de leite não atenda estes requisitos o leite não poderá ser coletado; 4- O tanque resfriador de leite deverá estar nivelado, com o termômetro em bom funcionamento e o motor do agitador funcionando normalmente. Caso o equipamento não esteja adequado a coleta poderá não ser realizada. 5-  A sala de leite deverá ter disponibilidade de água potável para a higienização do tanque e utensílios de coleta. Caso não atenda esses requisitos o leite poderá não ser coletado. Produtor, fique atento aos principais pontos!!! Controle de Temperatura A temperatura no tanque resfriador no momento da coleta deverá ser de no máximo 4°C, para dar condições de chegar na plataforma da indústria a 7°C. Para atingir esse objetivo os tanques resfriadores devem estar bem regulados e com sua manutenção em dia. 2) Contagem Padrão em Placa (CPP) (antiga CBT) Na coleta do leite na propriedade as exigências quanto ao CPP são que tenham no máximo 300.000 mil Unidades Formadoras de Colônias por ml de leite (UFC/mL). Esse indicador será analisado por suas médias geométricas de três meses subsequentes. Se na contagem seguinte (mês 4) seus indicadores ainda permanecerem fora do padrão, o cooperado ainda tem o prazo de 30 dias para efetuar a correção. Se persistir fora do padrão no mês 5 a coleta do leite deverá ser interrompida. A Contagem de Células Somáticas (CCS) deverá ser de no máximo 500.000 mil UFC/mL. A sua média geométrica trimestral  não promove a interrupção da coleta do leite, mas o produtor deverá realizar ações que reduzam esse indicador que causa grandes prejuízos ao rebanho leiteiro. O produtor deverá ficar atento em sua propriedade na higienização e manutenção dos equipamentos de ordenha e resfriamento do leite, no trato dos animais leiteiros, e nas normas legais de sua atividade. A Cooperativa possuí a equipe técnica do departamento de Política Leiteira capacitada para orientar o nosso cooperado a atingir estes objetivos.

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