Cooperativa Agropecuária Vale do Rio Doce

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INs 76 e 77 estabelecem regras para o fornecimento de leite

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) fixou novas regras para a produção de leite especificando os padrões de identidade e qualidade do leite cru refrigerado, do pasteurizado e do “tipo A” através das Instruções Normativas (IN) 76 e 77/2018. Entenda a diferença entre a IN 76 e 77/2018 A IN 76/2018 impõe padrões da qualidade do leite in natura refrigerado. E a IN 77/2018 define parâmetros de qualidade nos procedimentos e ações adotadas nas propriedades rurais produtoras de leite como: produção, acondicionamento, conservação, transporte e seleção de leite de qualidade seguro ao consumidor.   Conheça os requisitos mínimos para o fornecimento de leite para a indústria 1- A temperatura no momento da coleta na propriedade deverá ser menor até 4ºC. Caso não atenda esse critério não poderá ser coletado; 2- O leite continuará sendo analisado através do teste de alizarol (Mínimo 72ºGL), caso acuse coagulação, não poderá ser coletado; 3-  A acidez Dornic deverá estar entre 14ºD a 18ºD caso apresente resultados abaixo ou acima desse intervalo a coleta será interrompida; 4- A densidade do leite deverá ser a entre 1,028 a 1,034 g/mL caso apresente resultados abaixo ou acima desse intervalo a coleta será interrompida; 5 – A presença de álcool, sacarose (açúcar), cloreto (sal), inibidores (água oxigenada, cloro, formol e amido) no leite não é permitida. Caso as análises confirmem presença a coleta será interrompida. 7- A contaminação por resíduos de antibióticos no leite. Caso as análises confirmem a presença desses compostos o leite será descartado. 8- A fraude de adição de água no leite é determinada pela análise denominada crioscopia. Os parâmetros máximo de -0,530ºH   e mínimo de -0,550ºH determinam a normalidade do leite. Fora destes parâmetros o cooperado será notificado, penalizado e poderá ter sua coleta será interrompida; 9- A Contagem Bacteriana Total (CBT) deverá ser menor que 300.000 mil Unidades Formadoras de Colônias (UFC/mL). Quando a média geométrica trimestral for superior a 300.000 a coleta poderá ser suspensa; 10- A média geométrica de Contagem de Células Somáticas (CCS) será realizada trimestralmente devendo ser menor do que 500.000 mil (UFC/mL). 11 – A proteína do leite deverá ser no mínimo de 2,9%. Caso não atenda este requisito a coleta poderá ser interrompida. 12- O teor de gordura do leite deverá ser maior que 3,0%; 13- O Extrato Seco Desengordurado (ESD) deverá ser de no mínimo 8,4%. Valores menores do que o indicado a coleta será interrompida. 14- O leite que apresentar substâncias estranhas ou que mascarem os resultados das análises não será coletado. Requisitos para o transporte do leite 1- No momento da coleta serão avaliados os aspectos de cor e odor. O leite deve estar homogêneo como um líquido branco isento de odores e sabores estranhos. Caso não esteja neste padrão não será coletado; 2- Para a realização da coleta a estrada de acesso a propriedade deverá permitir o tráfego de caminhões com segurança. Caso não atenda esse critério a coleta não será realizada. 3- O ponto de coleta deverá está localizado em áreas que permitam manobras seguras e que respeitem a distância máxima de 7 metros do registro de saída de resfriador. Caso a sala de leite não atenda estes requisitos o leite não poderá ser coletado; 4- O tanque resfriador de leite deverá estar nivelado, com o termômetro em bom funcionamento e o motor do agitador funcionando normalmente. Caso o equipamento não esteja adequado a coleta poderá não ser realizada. 5-  A sala de leite deverá ter disponibilidade de água potável para a higienização do tanque e utensílios de coleta. Caso não atenda esses requisitos o leite poderá não ser coletado. Produtor, fique atento aos principais pontos!!! Controle de Temperatura A temperatura no tanque resfriador no momento da coleta deverá ser de no máximo 4°C, para dar condições de chegar na plataforma da indústria a 7°C. Para atingir esse objetivo os tanques resfriadores devem estar bem regulados e com sua manutenção em dia. 2) Contagem Padrão em Placa (CPP) (antiga CBT) Na coleta do leite na propriedade as exigências quanto ao CPP são que tenham no máximo 300.000 mil Unidades Formadoras de Colônias por ml de leite (UFC/mL). Esse indicador será analisado por suas médias geométricas de três meses subsequentes. Se na contagem seguinte (mês 4) seus indicadores ainda permanecerem fora do padrão, o cooperado ainda tem o prazo de 30 dias para efetuar a correção. Se persistir fora do padrão no mês 5 a coleta do leite deverá ser interrompida. A Contagem de Células Somáticas (CCS) deverá ser de no máximo 500.000 mil UFC/mL. A sua média geométrica trimestral  não promove a interrupção da coleta do leite, mas o produtor deverá realizar ações que reduzam esse indicador que causa grandes prejuízos ao rebanho leiteiro. O produtor deverá ficar atento em sua propriedade na higienização e manutenção dos equipamentos de ordenha e resfriamento do leite, no trato dos animais leiteiros, e nas normas legais de sua atividade. A Cooperativa possuí a equipe técnica do departamento de Política Leiteira capacitada para orientar o nosso cooperado a atingir estes objetivos.

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Gado Leiteiro, Notícias

A IMPORTÂNCIA DA ÁGUA PARA VACAS LEITEIRAS

A água é de extrema importância para que vacas leiteiras produzam leite de qualidade. Os bovinos leiteiros necessitam de água de boa qualidade e com quantidade adequada, pois o leite contém 87% de água. E para a produção leiteira a qualidade da água é fundamental para a alta produtividade das vacas em lactação, por isso, devem ser observados os seguintes aspectos: A água deve ser limpa; Fresca, Possuir níveis baixos de sólidos e de alcalinidade; Ser isenta de compostos tóxicos. (Uma concentração de 2% de sal (NaCl) na água pode ser considerada tóxica para os bovinos.) Assim, uma fonte abundante de água limpa e de alta qualidade devem ser prioridade em uma fazenda leiteira. A água de boa qualidade é essencial para as vacas leiteiras, pois envolve todas as funções fisiológicas básicas do organismo animal. Como por exemplo: Fermentação normal no rúmen e seu metabolismo; Fluxo adequado do alimento através do trato digestório; Adequada digestão e absorção dos nutrientes; Volume de sangue normal; Irrigação de todos os tecidos. A obtenção de leite de boa qualidade depende de vários fatores como o estado sanitário do rebanho, a limpeza dos equipamentos e utensílios destinados à sua obtenção, a higiene do local e particularmente a qualidade da água utilizada na propriedade. PROBLEMAS QUE A ÁGUA DE MÁ QUALIDADE TRAZ PARA As VACAS LEITEIRAS A água de má qualidade pode ser veículo de agentes transmissores de doenças para os seres humanos e animais, a água também se destaca como via de transmissão de agentes causadores de mastite. Além disso, a má qualidade da água restringe o consumo de todas as categorias de animais na produção leiteira, afetando diretamente o desempenho produtivo.  A utilização de uma água de má qualidade bacteriológica pode causar diarreia, especialmente nos animais jovens, e ainda, surtos de mastite no rebanho, má qualidade do leite ao contaminar os equipamentos de ordenha e de refrigeração. Na cadeia leiteira, em região tropical, a produção de um quilograma de alimento implica consumo de grande volume de água, aproximadamente 20.000 litros de água/kg. Esse volume total se baseia na necessidade para produção de pastagens e alimentos concentrados utilizados pelos bovinos, além da quantidade ingerida pelos animais (40 a 120L/animal adulto/dia). 4 DICAS SOBRE A IMPORTÂNCIA DA QUALIDADE DA ÁGUA NAS FAZENDAS A distribuição adequada dos bebedouros com água de boa qualidade nas pastagens ou nas instalações facilita o acesso dos animais, aumenta a produção de leite e permite melhor desempenho do rebanho; O fluxo de água nos bebedouros deve permitir que ela seja renovada pelo o menos duas vezes por dia; Os bebedouros, naturais ou artificiais, devem ser dimensionados para que o maior número de animais adultos possa beber água simultaneamente (7cm linear de bebedouro/cabeça), além de serem limpos constantemente para não restringir consumo dos animais, podendo alterar o desempenho produtivo. A limpeza de bebedouros é recomendada pelo o menos uma vez por semana.  

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Segmento lácteo adota novas medidas em função do Coronavírus

A chegada do Covid-19 (Coronavírus) no Brasil provocou mudanças na rotina de milhões de brasileiros, inclusive nas corporações e empresas. O setor lácteo, por exemplo, tem criado estratégias para se adaptar ao novo cenário e continuar movimentando o agronegócio. Na última quinta-feira (26) a diretoria executiva, o gerente de Política Leiteira Alexandre Negri e o superintendente industrial e comercial Cláudio Oliveira participaram de duas reuniões estratégicas do segmento em um formato nada habitual. As reuniões que normalmente eram realizadas presencialmente foram transferidas para o ambiente virtual. Cerca de tinta dirigente de indústrias e cooperativas  do Vale do Rio Doce, Vale do Mucuri, Zona da Mata, Vale do Jequitinhonha, Espírito Santo, Sul da Bahia, entidades de classe como Fiemg, Associação Brasileira de Leite Longa Vida (ABLV) e Associação Brasileira de Queijo (ABIC) sentaram frente a suas telas e participaram de conferências realizadas através do Skype (software que permite comunicação pela Internet através de conexões de voz e vídeo).  Essas mudanças foram adotadas para que os líderes tivessem a oportunidade de discutir medidas para as indústrias de derivados lácteos continuarem atuando em meio ao enfrentamento da Covid-19. Cumprindo as orientações do Ministério da Saúde os dirigentes definiram métodos de prevenção junto aos colaboradores e prestadores de serviço para que a cadeia produtiva do leite não seja interrompida. Além disso, avaliaram os impactos sofridos no âmbito global com relação a saúde e a economia.  De acordo com o presidente da Cooperativa, João Marques, neste momento de crise o mais importante são as pessoas e sua saúde, por isso, novas medida são necessárias. “Nós que atuamos no Agro segmento responsável pela alimentação de milhares de pessoas não podemos parar! Precisamos continuar cumprindo a nossa responsabilidade de manter as dispensas dos brasileiros abastecida, bem como, cuidar da nutrição das nossas crianças e idosos. Para que não seja necessário suspender a produção de alimentos é indispensável a adoção de  novas medidas de precaução sempre visando a preservação e a manutenção da saúde e da vida. Nós definimos novos métodos de segurança para continuarmos trabalhando. Certamente, serão criados novos hábitos na vida das pessoas, mas continuaremos movimentando o Agro com consciência e responsabilidade.” Explica Marques.    Foto: Arquivo Cooperativa. Legenda: Diretores, gerente e superintendente da Cooperativa participam de reuniões do segmento lácteo através de Skype para definição de estratégias de enfrentamento a crise causada pelo Coronavírus.

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Saiba tudo sobre Mastite

O que é Mastite? A mastite ou mamite nada mais é que uma inflamação da glândula mamária, considerada uma resposta do tecido que produz o leite a uma agressão por microrganismos, ferimentos, ou qualquer outro tipo de trauma, causando uma reação inflamatória que tem como objetivo neutralizar ou eliminar os agentes causadores da agressão ao tecido. Prejuízos caudados pela Mastite A mastite é uma das mais comuns doenças que acometem as vacas leiteiras. De fácil transmissão entre os animais, pode levar a perdas econômicas diretas, por exemplo, redução na produção leiteira (cerca de 3l de leite por animal por dia) e causa alteração nas características físico-químicas do leite, alterando o tempo de prateleira do leite UHT (ultra high temperature) e dos produtos lácteos, causando prejuízos às indústrias, além do aumento dos custos nas fazendas leiteiras com serviços veterinários, mão-de-obra, descarte precoce de animais e medicamentos. Classificações da Mastite  A mastite pode ser classificada de acordo com a sua manifestação clínica de duas formas distintas, a mastite clínica e a subclínica. A mastite clínica são os casos da enfermidade que geralmente provoca sinais evidentes, tais como: aumento de temperatura, edema, dor e endurecimento da glândula mamária. Além disso, altera as características do leite, gerando aparecimento de grumos, pus ou fluido sanguinolento. Já mastite subclínica se caracteriza pela ausência de alterações visíveis no leite ou na glândula mamária por não apresentar sinais aparentes muitas vezes não é observada por ordenhadores e produtores. A mastite subclínica é a de maior impacto entre o rebanho, pois é disseminada de forma mais rápida entre os animais podendo acometer um grande número de vacas da fazenda.  Prevenção contra Mastite O controle e prevenção da mastite devem ter como meta a eliminação de infecções, reduzindo sua duração por meio de medidas como o tratamento de vaca seca (conseguindo prevenir cerca de 80 a 90% de casos de mastite subclínica no rebanho), o descarte de vacas com casos crônicos e o tratamento durante a lactação. A prevenção é a principal forma para o controle da mastite. O Programa de prevenção da mastite tem como objetivo limitar a ocorrência das infecções e de forma direta reduzir os impactos econômicos causados na atividade leiteira. Confira 17 métodos de prevenção contra a Mastite  Para prevenir, controlar e evitar a mastite é necessário que o ordenhador, vaqueiro ou produtor rural adotem algumas medidas no manejo do rebanho, só assim será possível se livrar deste mal que trás sofrimento as vacas e gera prejuízos aos pecuaristas. 1-  Adotar práticas de higiene antes, durante e após a ordenha; 2- Mostrar a importância do ordenhador e sua higiene; 3- Realizar todos os dias o teste da caneca de fundo preto, para verificação de casos de mastite clínica e diminuir o índice de contaminação do leite; 4- Após a retirada dos primeiros jatos. Antes da ordenha (pré-dipping) fazer a limpeza e desinfecção com imersão completa de uma solução comercial (Iodo, clorexidine ou cloro, por exemplo) nos tetos das vacas. Este procedimento tem como objetivo diminuir a população bacteriana, eliminar riscos de contaminação, além de evitar contaminação de uma vaca para outra, sendo importante fazer a secagem com papel toalha descartável; 5- E após a ordenha (pós-dipping)  desinfecção feita com imersão completa de solução comercial (Iodo glicerinado) dos tetos ao final da ordenha, que consiste na redução da carga bacteriana ali presente, diminuindo como consequência os casos de mastite; 6- Utilizar papel toalha descartável na limpeza de cada teto das vacas na hora da ordenha, não utilizar panos, pois contribuem na transmissão de contaminantes de um animal para outro; 7- Importante fornecer alimento após o procedimento, para manterem os animais em pé, até que ocorra fechamento completo do esfíncter do teto; 8- Fazer o teste da raquete (CMT – Califórnia Mastite Teste), no mínimo uma vez por mês, para verificar casos de mastite subclínica, para realizar a linha de ordenha. 9- Realizar a linha de ordenha, vacas com mastite sendo ordenhadas por último; 10- Controle sanitário dos locais de permanência dos animais (Piquete maternidade, alojamento de vacas secas); 11- Fazer o tratamento das vacas com sintomas da mastite, e descartar o leite de forma correta, respeitando o período de carência, prescrito na bula do medicamento; 12- Ter um cuidado importante de vacas com bezerros velhos, pois essas vacas possuem maior chance de apresentar mastite; 13- Limpeza e higienização dos equipamentos, matérias de ordenha e do local da ordenha; 14- Fazer o tratamento para as vacas secas com uso de antibiótico adequado, após o final da lactação, pois além de ajudar na prevenção de casos novos, combate também os casos de mastite subclínica que ocorreram durante a lactação; 15- Pelo menos uma vez por mês, registrar os dados de saúde animal, como os casos de mastite, em quais animais e qual teto do animal foi acometido; 16- Se atentar, para não introduzir animais infectados no rebanho; 17- Aumentar a resistência imunológica do rebanho, com nutrição adequada e balanceada, além de vacinação e vermifugação na época correta. Um manejo correto na hora de ordenhar as vacas pode reduzir a taxa de animais acometidos por mastite clínica e subclínica, diminuindo os agentes causadores de novas infecções, melhorando a sanidade do rebanho e a qualidade do leite produzido na fazenda leiteira. Esses cuidados trarão como consequência direta, redução de gastos com medicamentos, redução de custos  na propriedade, ganho de indicadores na qualidade do leite e aumentando a lucratividade da atividade leiteira. Com isso, toda a cadeia produtiva do leite sai ganhando, desde os animais até o consumidor final, pois evitará o sofrimento dos animais,  a indústria terá um leite de qualidade para produzir bons produtos e o consumidor final  terá em sua mesa um produto com qualidade 100% garantida.

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Coronavírus: Medidas de Prevenção

COMUNICADO A Cooperativa Agropecuária Vale do Rio Doce tem acompanhado no Brasil a evolução do número de casos do Coronavírus (Covid-19). Diante disso, estamos estabelecendo algumas medidas preventivas com o objetivo de colaborar na desaceleração do contágio deste mal. Nesse sentido informamos que todos os eventos da Cooperativa, tais como, reuniões de comunidades, ação em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, Tarde de Campo entre outros estão TEMPORARIAMENTE CANCELADOS, visando à prevenção e a contenção da proliferação do vírus. As medidas estão sendo adotadas devido à preocupação institucional com a saúde humana e reforçam o compromisso social com o Vale do Rio Doce e com o Brasil. Contamos a compreensão de todos! Salientamos a importância dos métodos de prevenção como lavar bem as mãos, usar álcool gel, evitar locais com aglomeração de pessoas. Cooperativa Agropecuária Vale do Rio Doce desde 1959 produzindo o melhor do leite!   Saudações cooperativistas!

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Líderes cooperativistas concluem o Formacoop

Na última quinta-feira (12) foi realizado o encerramento do Programa de Desenvolvimento de Dirigentes de Cooperativas – Formacoop de Governador Valadares. Com o objetivo de gerar aos participantes a oportunidade de refletirem sobre o espaço empresarial enquanto sistema orgânico vivo, campo de ação e de realização do dirigente, a partir de uma visão empreendedora e participativa. O programa dividido em 10 módulos foi ministrado durante um ano na sede da Unimed Governador Valadares. O treinamento é oferecido para dirigentes, conselheiros, gestores e colaboradores  com funções gerenciais em cooperativas regulares com o Sistema Ocemg. A cada módulo é abordado um tema especifico para o desenvolvimento dos participantes sobre as práticas cooperativistas dentro das entidades, no décimo e último módulo realizado nos dias 11 e 12 de março foi discutido o tema Governança Corporativa nas Cooperativas, ministrado pelo professor Nemízio de Souza, mestre em administração e especialista em gestão de cooperativas. A analista de educação sustentável do Sistema Ocemg Thais Leite, afirma que somente através da capacitação da alta liderança das cooperativas é possível  alcançar a excelência na gestão cooperativista. “O Formacoop visa contribuir no desenvolvimento da gestão das cooperativas e no desenvolvimento das competências gerenciais dos participantes. Além disso, busca o fortalecimento de todo o sistema cooperativo, pois através da capacitação dos gestores e dirigentes conseguiremos a plenitude da excelência na gestão das cooperativas.” Explica Leite. O conselheiro de administração Otacílio Nunes considera a indicação da Cooperativa Agropecuária Vale do Rio Doce para a participação do treinamento como um presente. “Ser um indicado para participar deste treinamento é um presente que não tem preço, é incalculável o valor de recebê-lo. Isso faz com que cada vez mais eu tenha orgulho de ser cooperativista, pois só o cooperativismo proporciona ações como esta.” Afirma Nunes. Os Produtos Ibituruna também estiveram presentes como patrocinador oficial. Os participantes tiveram a oportunidade de conhecerem os novos Produtos Ibituruna a manteiga e o requeijão cremoso.      

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Colaborador comemora 24 anos de carreira no Armazém da Cooperativa

O Armazém da Cooperativa é conhecido pelos cooperados e produtores rurais pela sua tradição em sempre atender a necessidade de seus clientes como prioridade. Como símbolo de bom atendimento temos o colaborador Antônio Rodrigues, popularmente conhecido como Oscar que neste 9 de março completa 24 anos de atuação junto ao Armazém. “Tio Oscar” como é considerado pelos colegas de trabalho iniciou a sua carreira no Armazém no ano de 1996 como supervisor das unidades filiais que o Armazém possuía nas cidades próximas a Governador Valadares. “Quando comecei quem me contratou foi o senhor Armando, gerente na época, que me confiou à missão de supervisionar as filiais. Confesso que foi desafiador, pois eu vim com experiência em vendas em varejo, mas de outro seguimento. No entanto, dominei as novas atividades com muita facilidade, pois no Armazém tive a oportunidade de conhecer e adotar a filosofia da cooperação o que colaborou muito no meu desenvolvimento, hoje eu não me vejo fora deste contexto.” Conta Oscar. Nesses 24 anos de dedicação e empenho Oscar teve a oportunidade de vivenciar a maior parte das evoluções que o Armazém passou.  “Quando comecei as notas fiscais eram emitidas manualmente, éramos uma equipe enxuta de apenas cinco colaboradores que realizavam todos os processos para o abastecimento de insumo aos cooperados e clientes. Tínhamos que controlar estoque, atender telefone e realizar vendas tudo de uma vez. Durante esse período passei por todas as fases de reformas, ampliações, implantações de sistemas de controle, criação da Rota Inteligente entre outras. Hoje ter a oportunidade de olhar para trás e contemplar a evolução do Armazém da Cooperativa e dizer que eu fiz e faço parte desta história que no ano de 2019 alcançou o maior faturamento desde sua fundação me traz muito orgulho!” Expressa Oscar entusiasmado. Atualmente Oscar atua na área de vendas do Armazém e preza por um relacionamento de companheirismo com os cooperados, clientes, fornecedores e colegas de trabalho. Os cooperados mais antigos da Cooperativa tem o colaborador como uma referência no Armazém pelo elo de amizade e confiança construídos ao logo desses anos. “Eu sou muito feliz com a carreira que construí quando as pessoas me chamam de “Oscar do Armazém” eu me sinto muito honrado. Para mim o Armazém faz parte da minha família, eu não me vejo fora deste ambiente. Eu sou muito grato, pois através da Cooperativa eu consegui pagar a faculdade das minhas filhas e construí a minha casa. Eu considero o Armazém da Cooperativa o meu lar.” Revela Oscar.   A Cooperativa Agropecuária Vale do Rio Doce agradece e parabeniza o colaborador por todo empenho e dedicação prestados. Desejamos sucesso contínuo em sua carreira. Você é muito importante para nós!    

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Gado Leiteiro, Notícias

CONHEÇA ALGUNS BENEFÍCIOS DOS SILOS GRANELEIROS

A Cooperativa Agropecuária Vale do Rio Doce há 60 anos é pioneira no desenvolvimento da pecuária leiteira no Leste Mineiro, sempre na vanguarda com produtos de alta performance, subsídio de novas tecnologias e implementos para seus cooperados. Mais uma vez saiu na frente e trouxe para o Vale do Rio Doce um equipamento que mudará significativamente o sistema de armazenagem de ração dos produtores rurais desta região, os silos graneleiros, modelo muito utilizado no sul do país. Essa novidade ofertada pela Cooperativa através de seu Armazém impactará toda a cadeia produtiva do leite. Em aspectos como redução de custos na operação de venda de insumos, proporcionando melhor custo-benefício para o consumidor final. CONHEÇA OS BENEFÍCIOS OFERECIDOS PELOS SILOS GRANELEIROS   O uso da  ração a granel oferece maior custo-benefício na compra, reduzindo o custo da operação, beneficiando o consumidor final que custeia apenas o valor da ração e do frete; Redução de trabalho braçal: os silos são galvanizados e por isso podem ficar no tempo sem a necessidade de cobertura, o que possibilita sua fixação mais próximo aos cochos; Extinção de problemas de contaminação cruzada (ratos corroendo sacos de ração e expondo os animais a doenças) proporcionando mais saúde ao rebanho; Extinção de umidade na ração, uma vez que não terá contato com o chão ou paredes; Ganho de espaço físico na propriedade dispensando o sistema de armazenagem em sacaria.AINDA NÃO ADQUIRIU O SEU SILO GRANELEIRO? NÃO SE PREOCUPE, O ARMAZÉM DA COOPERATIVA TEM CONDIÇÕES ESPECIAIS PARA VOCÊ! Depoimento do cooperado! O cooperado Adair do Anjos adquiriu um silo graneleiro no Armazém da Cooperativa confira seu depoimento abaixo: “Desde o início do uso da ração a granel eu percebi uma melhora significativa no manejo da fazenda, pois reduziu muito o trabalho braçal dos meus funcionários, pois o meu silo foi instalado ao lado do curral trouxe muita comodidade. Além disso, também houve a diminuição de pragas como, por exemplo, ratos e carunchos. Quando usava o sistema convencional de sacaria eu tinha constantemente problemas de pragas, e por isso, era necessário aplicar remédio com frequência. Nos últimos seis meses não precisei realizar o procedimento de contenção de pragas.” 

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8º Princípio Cooperativista

É fato que estamos vivendo uma nova revolução, e não restam dúvidas de que a prioridade da vez é a comunicação. Este assunto já alcança uma dimensão global e precisa ganhar mais forças no Brasil, pensando nisso  a Cooperativa Agropecuária Vale do Rio Doce adotou o selo simbólico, criado pela MundoCoop, (canal de informação do cooperativismo) para enaltecer o ato da comunicação em prol do cooperativismo. O Selo do 8˚ Princípio Cooperativista contempla as cooperativas, seus cooperados e demais públicos de interesse que usufruem de um sistema comunicativo cooperativo, qualquer que seja (mídia impressa, digital, TV, rádio, redes sociais, etc.), para alcançar um determinado objetivo ou realizar uma ação, trazendo uma nova percepção de como relacionar a sua informação e seu foco com o resto do mundo. Queremos que a sociedade, no geral, conheça o impacto de inserir a cooperação em seu dia a dia e como esse movimento pode modificar positivamente inúmeras realidades, transformando a coletividade em um caminho de desenvolvimento justo, inclusivo e sustentável. É buscando disseminar esse conceito que, a partir de agora, a presença do Selo estará enraizada em todos os conteúdos da Cooperativa. Esta campanha além de atrair novos adeptos, visa promover a conscientização dos valores do cooperativismo e sua relevância para a construção de uma sociedade próspera para todos. Conheça os princípios do Cooperativismo: 1º Adesão Livre e Voluntária; 2º Gestão Democrática; 3º Participação Econômica dos Membros; 4º Autonomia e Independência; 5º Educação, Formação e Informação; 6º Intercooperação; 7º Interesse Pela Comunidade; 8º Comunicação (em implantação).

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