Cooperativa Agropecuária Vale do Rio Doce

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Gado Leiteiro

O impacto do melhoramento genético na produção leiteira

O melhoramento genético do rebanho na produção leiteira é uma ferramenta crucial para ter animais que se adaptem melhor as condições oferecidas pelo ambiente e também que produzam mais, gerando assim mais lucro.   O que é melhoramento genético? Basicamente o melhoramento genético é uma maneira de selecionar os animais mais eficientes que serão mantidos no rebanho de uma propriedade, com a finalidade de produzirem descendentes que vão ter mais chances de possuir as mesmas características. E para isso o produtor pode recorrer a duas ferramentas principais, seleção ou cruzamento:   — Seleção A seleção é o processo de decisão dos animais que serão mantidos na propriedade para reprodução e que serão pais das novas gerações. Essa ferramenta ajuda a manter e melhorar a raça do seu rebanho, baseando-se principalmente na sua produção de leite e adaptabilidade ao ambiente.   — Cruzamento O cruzamento de raças para o melhoramento genético funciona dotando os descendentes de características que sejam positivas para o seu rebanho. Porém, é preciso estar atento a seleção dos animais para promover cruzamentos que sejam positivos.   Pra produtores de leite, além da monta natural para seleção, também deve ser considerada a inseminação artificial com sêmens que irão garantir descendentes com as características certas e com maiores chances de produzir mais.   Impactos para a propriedade Os principais impactos do melhoramento genético em gado leiteiro diz respeito a produção e produtividade do animal. Quando se melhora geneticamente um rebanho, ele vai se tornando mais eficiente e cumpre melhor o seu papel produtor, dessa maneira você terá animais que produzem mais com os mesmos custos inerentes a um animal que não produza tanto e que deve ser descartado na sua seleção. É preciso estar atento que apenas o melhoramento genético não irá resultar em melhores resultados produtivos, ele também deve estar associado a melhoria do manejo, pois, a quantidade de leite produzida por uma animal sofre influências das condições do ambiente onde ele vive. Tem dúvidas ou sugestões para o nosso texto? Deixe nos comentários e responderemos o mais breve possível. E não se esqueça de curtir e compartilhar o nosso conteúdo.

Empreendedorismo, Negócios

10 anos de crescimento da Cooperativa 

Com mais de 60 anos de história a Cooperativa Agropecuária Vale do Rio Doce agrega valor a economia local e nacional.  Nos últimos 10 anos , entre os anos de 2008 a 2018 a Cooperativa desenvolveu diversas ações para continuar crescendo junto a seus cooperados. E é sobre esses ultimo 10 anos que vamos falar. Acompanhe:   Crescimento em números   Considerada atualmente a 2º melhor Cooperativa de Minas Gerais e 5º melhor no Brasil  no ramo agro, pelo Programa de Acompanhamento Econômico Financeiro – (GDA) . A instituição alcançou nos últimos 10 anos os seguintes resultados:   – O número de cooperados cresceu 84%, passando de 527 em 2008 para 969 em 2018. – Foram distribuídos mais de R$ 15 milhões em Bônus Fidelidade e R$ 3 milhões em Bônus Ração, totalizando a entrega de 189 mil quilos de ração. – Produção de mais de 1 bilhão de litros de leite In Natura.   Valorização do Cooperado   A Cooperativa exerce uma relação de confiança com seus cooperados e por isso, lançou em 2011 o Cartão do Cooperado, que antecipa os créditos com base na produção que ainda será entregue. Além disso, para os associados acima dos 60 anos, foi criado o programa de devolução do capital por idade, totalizando mais de R$ 2,5 milhões de reais devolvidos. A Cooperativa que busca promover de forma eficaz  o desenvolvimento de seu quadro social por meio do  5º princípio Cooperativista “Educação, formação e informação”  criou  três grandes projetos direcionados a educação. São eles:   – Centro de Formação do Cooperado (CFC). – Universidade do Leite. – Crê$er Educação   Com esses três projetos foram capacitados ao todo mais de 2 mil cooperados, além disso, foram distribuídos R$ 576 mil reais em bolsas de estudos nas Assembléias. Há mais de 40 anos  a  Cooperativa desenvolve o trabalho de educação cooperativista em 57 comunidades do Vale do Rio Doce, por meio do Comitê Educativo e as Reuniões de Comunidade que consistem no encontro mensal dos cooperados com o Educador Cooperativista.   Melhoria do rebanho na região   Com a criação da plataforma Crê$er a Cooperativa investiu na modernização da atividade leiteira na região.  O Crê$er Genética democratizou a  genética do rebanho leiteiro do Vale do Rio Doce, possibilitando o acesso à fertilização in vitro a todos os cooperados, realizando nos últimos dez anos,  mais de 250 mil fertilizações. São muitos motivos para comemorar e acreditar no constante crescimento da Cooperativa, não é mesmo? Caso queira deixe seu depoimento nos comentários, é muito importante pra gente conhecer a sua história com nossa Cooperativa. E não se esqueça de curtir e compartilhar os nossos resultados.

Gestão em Agronegócio

Opções de financiamento para produtores de leite.

A atividade leiteira na maioria das vezes é praticada por pequenos produtores que não possuem recursos para investimentos na produção. Com isso, recorrer a financiamentos para tornar a atividade mais lucrativa e eficiente tende a ser uma necessidade. Para te ajudar a entender as opções de financiamentos disponíveis para esses produtores, nesse artigo, listaremos as principais. Descubra:   1 – INOVAGRO.   Esse tipo de financiamento, concedido por instituições financeiras credenciadas ao BNDES, apóia projetos rurais onde a inovação tecnológica esteja envolvida para aumentar a produção. O financiamento pode cobrir até 100% do projeto e a taxa de juros praticada é de 4% ao ano.   2 – PRONAF.   Um dos mais populares entre os produtores de leite o PRONAF financia projetos agropecuários de investimento, integralização ou custeio. Os prazos para pagamento, taxas de juros e limites de crédito variam conforme cada caso. Porém, costuma ser o financiamento com melhores condições de pagamento.   3 – PRONAMP.   Esse financiamento é destinado principalmente aos médios produtores e possui uma regra que dita que pelo 80% da renda bruta do produtor deve ser advinda da atividade rural a ser financiada. Ele possui carência de até 3 anos e limite de 8 anos para pagamento da dívida. São diversos os tipos e condições de financiamento para produtores de leite. Conhece algum outro que ache importante citar? Deixe nos comentários e ajude outros produtores. E não se esqueça de curtir e compartilhar o nosso conteúdo.

Gado Leiteiro

O uso de semiconfinamento para gado de leite

Durante o período de secas a disposição de nutrição oferecida por gramíneas forrageiras tende a diminuir. Com isso, também, pode acabar diminuindo a produção leiteira, que por consumir insuficientes quantidades de proteína e outros nutrientes, acaba produzindo menos leite. Nesse contexto, adotar o uso do semiconfinamento pode ser uma alternativa para essa baixa na produção. Confira abaixo o que é esse sistema e quais as principais vantagens dele: O que é? O sistema de semiconfinamento na criação de vacas leiteiras consiste no fornecimento de concentrado (ração), juntamente com a alimentação fornecida pelas pastagens a fim de complementar a nutrição, principalmente, nos períodos de seca e em áreas onde a pastagem não seja suficiente para o número de animais. Neste sistema, o volumoso é obtido pelo pasto que estará a disposição dos animais e os nutrientes serão prioritariamente obtidos pela alimentação com ração, distribuída em cochos, conforme a necessidade de cada animal. Para que essa forma de confinamento seja vantajosa, é preciso considerar o seu custo de produção por litro de leite com a complementação com ração, comparando-o com o preço de venda do mesmo. Assim, você saberá se está realmente lucrando com o leite produzido. Vantagens. As principais vantagens observadas no semiconfinamento de gado leiteiro é o aumento da produção diária, adiantamento do faturamento e retorno de investimentos e também uma maior flexibilização operacional. Contudo, como desvantagem tem a necessidade de, além de possuir a nutrição por ração, haver disponibilidade de boas pastagens. Por isso, o acompanhamento técnico é prioritário para os produtores de leite, pois, ele irá indicar qual o melhor sistema a ser implantado na propriedade conforme suas características e dos seus animais. Tem experiência com gado leiteiro criado em semiconfinamento? Compartilhe com nossos leitores suas observações e dúvidas nos comentários, vamos interagir e ajudar uns aos outros. E não se esqueça de curtir e compartilhar o nosso conteúdo.

Notícias

Assembleia Geral Ordinária

No dia 29 de março a Cooperativa Agropecuária Vale do Rio Doce realizou a sua Assembleia Geral Ordinária (AGO), no Parque de Exposições de Governador Valadares. Estiveram presentes mais de 300 pessoas entre cooperados, familiares, convidados, autoridades locais e estaduais. Na oportunidade foram deliberados assuntos de interesse dos cooperados como: Apresentação das demonstrações financeiras referente ao exercício de  2018, destino das sobras (lucro), honorário da diretoria executiva,  cédula de presença dos Conselhos e a eleição dos novos Conselhos de Administração e Fiscal. Foram eleitos por aclamação, os novos membros dos Conselhos de Administração e Fiscal. O novo conselho de administração, iniciando em março/2019 administrará até Assembleia Geral Ordinária de 2023; e o novo conselho fiscal, iniciando em março/2019 fiscalizará as contas da Cooperativa até a Assembleia Geral Ordinária de 2020. Além disso, foram sorteadas 10 bossas de estudos no valor de R$4.000,00 cada e brindes do Armazém da Cooperativa. É na Assembleia que os maiores representantes da Cooperativa, os cooperados, exercem plenamente os seus direitos, de forma totalmente democrática. Um momento de grande importância para toda família cooperativista!  

Notícias

Assembleia Geral Ordinária

É nesta sexta-feira (29), no Tatersal Saul Vilela do Parque de Exposições de Governador Valadares, que acontecerá a maior exteriorização da gestão participativa da Cooperativa Agropecuária Vale do Rio Doce, a Assembleia Geral Ordinária (AGO). Às 13h, os cooperados das mais de 50 áreas de atuação da Cooperativa deliberarão sobre o futuro da instituição e sobre os resultados do exercício de 2018. A AGO realizada anualmente pela Cooperativa é o ápice e pilar da sociedade cooperativista, responsável pela tomada de decisões e o direcionamento da governança e destino do patrimônio de todos.  A ordem do dia será: Apresentação das demonstrações financeiras referente ao exercício de  2018 para aprovação, destino das sobras (lucro), honorário da diretoria executiva,  cédula de presença dos Conselhos e a eleição dos novos Conselhos de Administração e Fiscal, entre outros assuntos. Além disso, desde 2010 a Cooperativa realiza sorteios de bolsas de estudos para investimentos na educação do cooperado ou de seus dependentes. Em 2019, serão sorteadas 10 bolsas de estudos no valor de R$4.000,00 cada e brindes do Armazém da Cooperativa. É na assembleia que os maiores representantes da Cooperativa, os cooperados, exercem plenamente os seus direitos. Um momento de grande importância para toda família cooperativista!

Gado Leiteiro

Como começar criação de gado de leite?

Dentre as atividades rurais que geram renda, a criação de gado de leite é uma das mais fáceis e baratas para ser desenvolvida na sua propriedade. Se você está pensando em começar a criação desse tipo de gado é preciso ficar atento à algumas dicas para ter sucesso nesse negócio.   Confira abaixo as principais delas:   1 — Área de criação e alimento.   Para que a produção de leite seja efetiva é preciso que os animais tenham bastante capim disponível, de preferência o ano todo. Por isso, você deve estar atento se sua propriedade oferece o alimento necessário para as vacas. Além disso, é preciso que se pesquise sobre alimentações alternativas para os períodos de seca para garantir que você poderá oferecê-las aos seus animais.   2 — Mão de obra.   A atividade leiteira, para que seja produtiva, necessita de mão de obra para gerir o rebanho e também para retirada do produto final, o leite. Portanto, é preciso que tenha mão de obra suficiente para manejar o gado e também tirar e armazenar o leite.   3 — Vacas de boa qualidade.   Existem diversas raças de vacas e cada uma delas tem predisposições diferentes para produção de leite, portanto, além de escolher aquelas que produzam mais, é preciso estar atento se elas se adaptam ao clima da sua região, pois, uma vaca considerada boa produtora pode não se adaptar a um clima quente, por exemplo, e produzir menos que outra considerada menos produtora, mas que suporta mais calor.   4 — Comprador.   Não adianta produzir o leite e não ter como entregá-lo ou ter alguém ou alguma cooperativa que venha buscá-lo na sua propriedade diariamente, quando não há a disponibilização de um tanque de resfriamento. Por isso, pesquise antes a respeito de possíveis compradores e formas de entrega do seu produto. Essas são apenas dicas básicas para começar a criação de gado leiteiro, caso tenha outras deixe nos comentários e ajude os nossos futuros produtores. E não se esqueça de curtir e compartilhar o nosso conteúdo.

Gado Leiteiro, Gestão em Agronegócio

Tuberculose Bovina

A Tuberculose Bovina é uma doença crônica causada pela bactéria  Micobacterum Bovis, que acomete ruminantes, suínos, aves, animais silvestres e humanos. Essa doença causa muitos prejuízos financeiros ao proprietário do rebanho. Além disso, é uma zoonose (doença que pode ser transmitida aos seres humanos pelos animais), por isso deve-se ficar atento. Essa doença possui uma evolução muito lenta, com poucos sinais clínicos, podendo ser variáveis e inespecíficos. Em estados avançados da doenças os animais podem apresentar lesões em diversos órgãos e tecidos do animal, como pulmões, fígado, baço e até mesmo na carcaça. As vacas podem apresentar lesões no úbere e dependendo do estágio da infecção os animais podem manifestar emagrecimento acentuado e tosse. Por isso, é extremamente importante submeter periodicamente seu rebanho ao teste que identifica a doença. Vias de transmissão da Tuberculose Bovina A principal via de transmissão da bactéria causadora da doença é a aérea, sendo a inalação de aerossóis a mais comum. O contato direto (focinho com focinho) com secreções nasais e a ingestão de leite cru de animais infectados também constituem possíveis vias de transmissão, esta última especialmente importante quando consideramos a infecção de animais jovens. Como diagnosticar? O teste mais utilizado para o diagnóstico in vivo da tuberculose é a tuberculinização. Realizado em  três formas: caudal, cervical simples ou cervical comparada. O exame que detecta a Tuberculose Bovina só pode ser realizado por um médico veterinário devidamente cadastrado no órgão de defesa do respectivo estado, no caso de Minas Gerais, o Instituto Mineiro Agropecuário (IMA) e licenciado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Existe Vacina contra a Tuberculose Bovina? Não existe vacina nem tratamento para a Tuberculose Bovina, portanto a prevenção da entrada da doença é a chave do controle que é realizado mediante a normativa do Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose Animal, com a identificação e eliminação de animais infectados.   Caso tenha alguma dúvida sobre a Tuberculose Bovina deixe nos comentários para que possamos esclarecê-las.    

Gado Leiteiro

Como fazer a evolução de rebanho bovino de leite

No planejamento da atividade leiteira é preciso estar atento e estabelecer normas zootécnicas com o fim de aproveitar racionalmente os recursos disponíveis na propriedade, dessa forma você pode identificar diversos aspectos da sua propriedade e animais para aí sim tomar decisões econômicas mais eficientes. Para ajudar nessa tarefa acompanhar a evolução do rebanho é primordial. Aqui você confere como monitorar a evolução do seu, acompanhe: Entendendo para planejar Para fazer a evolução do seu rebanho você precisa estar atento e registrar alguns aspectos primordiais dos seus animais. Dessa forma você poderá analisar os dados e tomar decisões mais eficientes para o seu bolso. Dimensionamento do rebanho — Aqui você deve estabelecer o tamanho do seu rebanho e a área disponível para sua alimentação, visando a qualidade do capim e que ele seja suficiente para respaldar a capacidade leiteira do seu animal. Categoria dos animais — É preciso que você tenha uma relação, devidamente dividida em grupos de animais. Por exemplo, vacas em lactação, secas, bezerras de 0 a 1 ano, novilhas, touros, etc. Progresso das vacas — Aqui você acompanha a evolução dos seus animais conforme os índices zootécnicos previamente estabelecidos, assim como a situação desses animais nos casos de compra e venda para poder tomar decisões de aumento ou redução do seu rebanho a fim de torná-lo mais lucrativo. Índices zootécnicos — Esse aspecto é um dos primordiais para a evolução do seu rebanho. Os índices influenciam diretamente no número de vacas no rebanho assim como a sua produção. Nesses índices são analisadas as taxas de natalidade, mortalidade, de reforma e relação touro / vacas, por exemplo. Com essas informações e com a capacidade de suporte definida é possível traçar estratégias para tornar o seu rebanho mais produtivo e lucrativo. Assim, ano após ano, é possível melhorar o monitoramento, maximizando o controle produtivo e conhecendo previamente o potencial de cada animal. Por isso é muito importante fazer o controle correto da evolução do seu rebanho, melhorando aspectos nutricionais, reprodutivos e sanitários. Você faz a evolução do seu rebanho? Compartilhe nos comentários as suas experiências. Curta e compartilhe o nosso conteúdo com seus amigos.

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