Cooperativa Agropecuária Vale do Rio Doce

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Cooperar, Imprensa, Notícias

Cooperativa anuncia novos benefícios aos colaboradores durante cerimônia de encerramento de 2023

Com pagamentos destinados ao quadro de colaboradores, a Cooperativa injetou cerca de R$ 2.000.000,00 na economia de Governador Valadares e região em um só dia.   Durante a última quinta-feira (30/11), a Cooperativa Agropecuária Vale do Rio Doce realizou cerimônias de encerramento de 2023 com o seu quadro de colaboradores. Os encontros aconteceram nos horários das 6h15, 13h, 14h30 e 18h30, e com a presença de cerca de 250 colaboradores, o presidente da Cooperativa, João Marques divulgou ao longo do dia as novidades na carteira de benefícios.   Após uma palavra da diretoria executiva com João Marques e o vice-presidente, Fernando Ferreira, foram exibidos vídeos mostrando o trabalho da Cooperativa em 2023. Também foi apresentado um vídeo produzido especialmente para os colaboradores, em gratidão ao empenho e dedicação em cada dia do ano. Antes de apresentar as novidades, João Marques destacou aos colaboradores sobre benefícios importantes que a Cooperativa proporciona, como o plano de saúde Unimed, o plano odontológico Bradesco Dental, e o refeitório que só em 2023 já serviu cerca de 70.000 refeições, ressaltando a preocupação da Cooperativa com a saúde e bem-estar dos colaboradores.   Na sequência, foram divulgados os novos benefícios. Primeiramente, foi apresentada a novidade no Cartão Alimentação do colaborador, que teve um aumento de mais de 60% em seu valor. Outra novidade foi um convênio que permite ao colaborador ter acesso a academias, consultas terapêuticas, meditação e outras práticas voltadas para a saúde e bem-estar.     Além disso, a Cooperativa também entregou aos colaboradores o Cartão Natal, uma gratificação em dinheiro. “Nossos colaboradores enriquecem todo o trabalho que vem do campo, e cooperam para a geração de desenvolvimento e renda da nossa cadeia produtiva, dessa forma, nada é mais justo que retribuir todo o esforço e dedicação. Para a Cooperativa é um dever valorizar a pessoa que existe em cada um de nossos profissionais.”, afirmou o presidente João Marques.   Ainda durante as cerimônias foi anunciado um aumento salarial. A Cooperativa realiza o pagamento de salários no último dia útil do mês, dessa forma, considerando os pagamentos do salário líquido, 1ª parcela do 13º, Cartão Alimentação e Cartão Natal a todos os colaboradores, a Cooperativa injetou cerca de R$ 2.000.000,00 na economia de Governador Valadares e região em apenas um dia. “Esse dinheiro veio em ótima hora, assim a gente pode planejar os presentes dos nossa família, amigos, fazer compras no supermercado e ter uma ceia mais farta. Essas novidades foram muito boas para nós colaboradores”, disse o assistente de qualidade, Alan de Oliveira após receber o Cartão Natal.

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Gado Leiteiro, Gestão em Agronegócio

O cultivo coletivo da prosperidade

Cooperativas agropecuárias estão transformando o setor, impulsionando produtividade, sustentabilidade e inclusão social. João Paulo Monteiro O cooperativismo tem se consolidado como pilar fundamental do agronegócio brasileiro. São mais de 1.100 cooperativas do ramo aqui no País, o que representa aproximadamente 54% da produção nacional. Os dados do Sistema OCB, a Organização das Cooperativas do Brasil, confirmam como o modelo se alinha perfeitamente à produção agropecuária. “O cooperativismo é o maior aliado da agricultura brasileira”, segundo Márcio Lopes de Freitas, presidente da entidade.   Os benefícios dessa simbiose vão desde condições vantajosas para a aquisição de insumos até a comercialização da produção. Além disso, o cooperativismo transcende a esfera econômica e impacta positivamente no âmbito social ao promover assistência técnica e formação profissional qualificada.   Ao levar informação e exercer uma ação inclusiva no campo, o cooperativismo se destaca como uma força transformadora e impulsionadora do desenvolvimento agropecuário no Brasil.   A presença expressiva de um corpo técnico altamente especializado nas cooperativas agropecuárias é destacado por Márcio. São mais de 9 mil profissionais qualificados nas áreas de engenharia agronômica, medicina veterinária, zootecnia e outros campos relevantes.   Além de difundir informações, tecnologia e conhecimento, o departamento técnico das cooperativas desempenha papel central ao incentivar e promover pesquisa e inovação, direcionando resultados positivos para os negócios dos cooperados e, consequentemente, impulsionando o crescimento como um todo.   Dados revelados pelo último Censo Agropecuário realizado pelo IBGE enfatizam a relevância do sistema cooperativista no acesso a serviços de assistência técnica e extensão rural.Enquanto apenas 20,2% de todos os agricultores brasileiros recebem esse tipo de suporte, impressionantes 63,8% dos cooperados têm acesso a esses serviços. “Isso mostra a relevância do sistema cooperativista em levar aos seus cooperados prosperidade econômica, social e ambiental”, confirma Márcio.     Essa função ganha ainda mais importância diante do fato de o agro enfrentar constantes oscilações e variáveis imprevisíveis. Ou seja, o cooperativismo proporciona segurança e previsibilidade. Como detalha o presidente do Sistema OCB, as cooperativas têm a capacidade de mitigar as oscilações econômicas e dificuldades comerciais; e isso se dá por uma série de motivos: desde ganhos de escala até maior poder de comercialização, passando por transporte e armazenagem.   Em síntese, o modelo possibilita a otimização de recursos e o aumento do potencial de cada propriedade. A análise parte do gerente Executivo de Estratégia e Inovação da Frísia Cooperativa Agroindustrial, Auke Dijkstra Neto. “Conseguimos potencializar as áreas, aumentando produtividade, reduzindo custos e organizando procedimentos, tudo isso com respeito ao meio ambiente, colaboradores e a legislação vigente”, resume.   João Marques Pereira Neto, presidente da Cooperativa Agropecuária Vale do Rio Doce, segue na mesma linha e reforça as diferenças em relação ao modelo mercantil tradicional.   “Os resultados retornam integralmente aos seus produtores. Toda a atividade de uma cooperativa existe para atender exclusivamente as necessidades dos cooperados”, afirma. Como parte de uma cooperativa, os produtores têm acesso a produtos e serviços de qualidade e com condições competitivas mais acessíveis, acrescenta João Marques. O exemplo da Cooperativa Agropecuária Vale do Rio Doce é emblemático, garante o presidente. “70% dos cooperados são micro ou pequenos produtores rurais”, ele confirma. O dado demonstra a capacidade do cooperativismo em favorecer aqueles que, individualmente, poderiam enfrentar maiores desafios no mercado.   Esse é o mesmo desafio da Frísia. Para assegurar a competitividade dos pequenos e médios, a cooperativa compreende a importância de olhar para  além da porteira. Questões como logística, crédito e comercialização são elementos essenciais, destaca Auke. Assim, a integração com os cooperados, o foco na qualidade e a diversificação de canais de comercialização, dentre outros, reforçam o compromisso da Frísia em se manter competitiva e relevante.Nesse escopo, a comunicação e o compartilhamento de informações são relevantes e fundamentais no desenvolvimento da cooperativa ao longo de sua história quase centenária.   Para promover a troca de experiências e o desenvolvimento contínuo, a Frísia realiza diversas iniciativas, como feiras nacionais, workshops, apresentações e palestras com especialistas do mercado.   A expansão da atuação da Frísia para o Tocantins desde 2016 exemplifica, informa Auke: “Estamos produzindo muito bem no Estado e devemos isso a um trabalho de levantamento de dados e informações da região. A informação é componente fundamental para a evolução da nossa cooperativa”.   No cenário empresarial contemporâneo, a eficiência de um negócio vai além da intuição e experiência dos gestores. Com o avanço da tecnologia e o acesso a novas ferramentas de análise, as tomadas de decisões embasadas em informações têm se tornado um diferencial estratégico. Ciente disso, a Cooperativa Vale do Rio Doce investe “poderosamente” nessa área, conta João Marques.   Como ilustra o executivo, a empresa conta com plataformas como o Sistema ERP Totós, ERP Datasul, Sistema Gescopear e SmartQuestion. Essa abordagem tecnológica permite o aprimoramento não apenas da eficiência operacional, como também dos processos internos, além de facilitar o compartilhamento informações entre os cooperados.   É evidente, portanto, como o cooperativismo se preocupa realmente com todos os elos da cadeia produtiva. Questões como logística, crédito e comercialização são uma realidade no dia a dia dos cooperados, independentemente do porte das, propriedades, conta Márcio Lopes. “Para pequenos, médios e grandes produtores rurais cooperados se manterem competitivos é importante olhar para o antes e depois da porteira, sem esquecer das boas práticas de produção, garantindo eficiência na compra de insumos, bem como na venda das produções, assistência técnica, capacidade de armazenagem e agroindustrialização”, sintetiza o presidente da OCB.   Evolução coletiva   O agro brasileiro segue em constante transformação, impulsionado por inovações em todas as etapas da cadeia produtiva. Nesse contexto, as cooperativas agropecuárias também se destacam como verdadeiras protagonistas na difusão e incorporação de tecnologia e conhecimento. Para entender como as cooperativas garantem a adoção efetiva dessas inovações por parte dos cooperados, o presidente do Sistema OCB compartilha insights sobre as estratégias e ferramentas utilizadas.   Segundo Márcio, uma das principais ferramentas é a realização de feiras agropecuárias. Além de fomentar negócios, esses encontros estimulam o diálogo e a inserção de produtores de diferentes portes nas inovações, incluindo

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Geral, Negócios

Produtos Ibituruna são fabricados com energia limpa

Cooperativa recebeu o certificado graças ao uso de energia renovável de baixo impacto.   No dia 20 de outubro, a Cooperativa Agropecuária Vale do Rio Doce, detentora da marca Ibituruna, recebeu o Certificado de Energia Renovável da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), o Cemig Rec, graças ao trabalho de sustentabilidade desenvolvido no parque industrial arrendado pela Cooperativa, onde são fabricados os Produtos Ibituruna. Segundo a Cemig, o documento só é emitido com a “comprovação de origem de energia renovável de baixo impacto consumida em unidades e ESG”. O Cemig Rec é reconhecido pela Bureau Veritas, organização internacional de certificação em normas como a ISO 9001, responsável por apontar metodologias que promovam a produção sustentável em empresas de todo o planeta.   Desde o início do século, a Organização das Nações Unidas (ONU) tem incentivado que empresas em todo o mundo desenvolvam o ESG (sigla em inglês para sustentabilidade ambiental, social e governança corporativa) em suas atividades. As práticas desenvolvidas com ESG estão englobadas nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), agenda mundial adotada pela ONU em 2015, com o objetivo de fomentar a produção sustentável.   Para algumas empresas, pode ser desafiadora a missão de mudar alguns costumes e se adaptar a um modus operandi mais sustentável. De acordo com João Marques, presidente da Cooperativa, o cuidado com o meio ambiente deve ser prioridade.   “Entendemos que o mundo vem passando por grandes mudanças, e na questão ambiental não é diferente. O consumo sustentável de energia é essencial para o futuro das próximas gerações. Dessa forma todos ganham, colaboradores, consumidores, e principalmente a população que vive nos arredores da unidade industrial.”, afirma João Marques.   Além das ações de sustentabilidade do setor industrial, a Cooperativa também incentiva a produção sustentável no campo. Através do time de técnicos (veterinários, agrônomos e outros) a instituição leva conhecimento aos cooperados sobre bem-estar animal, inserção da agricultura na propriedade para a produção de alimento para o gado, e sobre a plantação de árvores nas fazendas para o equilíbrio das emissões de carbono na atmosfera. O presidente da Cooperativa ainda salientou que ações sustentáveis com ESG, bem como os ODS são inerentes ao setor cooperativista, fazendo parte do 7º princípio do cooperativismo, o “Interesse pela comunidade”, preceito que guia as cooperativas a trabalhar pelo desenvolvimento sustentável das comunidades onde estão inseridas.

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Geral, Imprensa, Notícias

Curso de Medicina Veterinária da Univale alcança nota máxima no MEC

A nota 5 no Ministério da Educação representa “símbolo de excelência”   Recentemente o curso de Medicina Veterinária da Univale alcançou uma marca histórica, a nota 5 no Ministério da Educação (MEC). A pontuação máxima chegou antes mesmo da formação da primeira turma, certificando que o trabalho desenvolvido até aqui pela Univale pode servir de referência para outras instituições de ensino. A Univale foi pioneira e visionária ao abrir o curso de Medicina Veterinária em Governador Valadares, tendo em vista a demanda por profissionais da área na região.   O coordenador do curso e professor, Vitor Negrão Póvoa, afirmou que o resultado é fruto do trabalho eficiente de todos envolvidos no curso. “O momento é de muita alegria e muita satisfação por essa conquista, porque a nossa equipe docente merecia, por todo esforço e toda a dedicação. Cada membro da nossa equipe se dedicou para essa nota 5, trabalhando incansavelmente para a gente construir o que construiu. Essa nota vem para coroar todo empenho e dedicação, fruto do trabalho que realizamos em prol de um curso de qualidade”, afirmou, Vitor Negrão.   Um dos ramos que mais necessita de veterinários qualificados é setor leiteiro, muito atuante no Vale do Rio Doce. O trabalho desses profissionais nas fazendas é fundamental, garantindo a saúde e o bem-estar necessários para a boa produtividade do rebanho. Desde o início, a Cooperativa Agropecuária Vale do Rio Doce é uma apoiadora do curso, sabendo da possibilidade de impactos positivos para Valadares e região.   Através de visitas técnicas, aulas práticas e outras atividades, a parceria entre a Cooperativa e Univale contribui na formação dos alunos. Além disso, boa parte dos estudantes realizam suas disciplinas de estágio na Cooperativa, onde têm a oportunidade de conhecer bem de perto o trabalho do campo, e agregar ainda mais conhecimento para o exercício da profissão no futuro. O presidente da Cooperativa, João Marques, que sempre foi um incentivador do curso, recebeu a notícia com muita alegria. “Isso é algo fantástico para a Univale e para nossa região! O diploma da instituição ganha mais peso, isso simboliza desenvolvimento para o nosso Vale do Rio Doce, e um futuro ainda mais brilhante aos futuros veterinários da Univale. Temos orgulho de fazer parte dessa conquista com nossa parceria que já proporcionou tantas atividades com os alunos da Univale”, afirmou o presidente da Cooperativa.   Além do curso de Medicina Veterinária, a parceria entre Cooperativa e Univale promove ações de integração para outros cursos como Agronomia, Administração, Zootecnia e outros.  

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Força do Cooperado, Imprensa, Negócios, Notícias

Presidente da Cooperativa se reúne com lideranças em Brasília

Autoridades receberam representantes do mercado lácteo para traçar alternativas em prol dos produtores brasileiros. Os produtores rurais do Brasil têm enfrentado muitos obstáculos na atividade leiteira em 2023. Com a alta nas importações de leite da Argentina e do Uruguai, as lideranças do setor lácteo estão buscando formas de ajudar os produtores (em especial pequenos e médios) a enfrentar a situação. Na terça-feira do dia 18/10, o presidente da Cooperativa Agropecuária Vale do Rio Doce, João Marques, esteve em Brasília para uma reunião com representantes do mercado lácteo.   O encontro teve a presença da diretoria da Associação Brasileira das Pequenas e Médias Cooperativas e Empresas de Laticínios (G100), instituição da qual João Marques é um dos vice-presidentes, e autoridades governamentais. O objetivo da reunião foi buscar alternativas para o setor leiteiro, visto que o mercado lácteo tem enfrentado queda no preço da matéria-prima, o que tem ocasionado redução da renda dos produtores rurais, tais fatos tornam a cadeia produtiva ainda mais desafiadora. Em momentos como esse, as entidades representativas têm um papel fundamental para impulsionar a atividade e auxiliar o produtor no campo.   Além disso, a reunião teve como pauta tratativas focadas nos consumidores, visto que é necessário garantir a eles o acesso a alimentos seguros, de qualidade e com preços justos, viabilizando assim o ciclo completo da cadeia produtiva do leite.   “Esse cenário pede nossa mobilização, é preocupante ver tantos produtores que estão até desanimando da atividade leiteira. Apesar disso, algumas pautas estão avançando, a luta está sendo difícil, mas estamos conseguindo apresentar ao governo as dificuldades que estão sendo enfrentadas pelo produtor rural. A Cooperativa Agropecuária Vale do Rio Doce não está parada, está firme buscando soluções para amparar o produtor no campo e viabilizar a sua atividade de forma sustentável”, afirmou João Marques.   De acordo com dados da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), no primeiro semestre de 2023 foram importadas 161 mil toneladas de lácteos, número que representa uma alta de 158% em relação ao mesmo período em 2022. Com a alta, cerca de 1,2 bilhão de litros de leite deixaram de ser captados no Brasil, cenário que trouxe dificuldade para muitos produtores, fazendo alguns cogitarem até a abandonar a atividade leiteira.  

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Cooperativa participa do 29º aniversário da ABLV

Diretoria da Cooperativa e lideranças de outras instituições associadas da ABLV marcaram presença no evento.   Na noite da quarta-feira do dia 18/10, foi celebrado em São Paulo (SP), o 29º aniversário de fundação da Associação Brasileira da Indústria de Lácteos Longa Vida (ABLV). A comemoração realizada no São Paulo Corporate Towers – SP Hall teve a presença da Cooperativa Agropecuária Vale do Rio Doce, representada pelo presidente da instituição, João Marques, e o superintendente administrativo e financeiro, Gilmar de Oliveira. A Cooperativa é detentora da marca Ibituruna, uma das marcas de laticínios associadas a ABLV.   O evento teve a participação de figuras importantes como o presidente da ABLV, Laércio Barbosa, o primeiro diretor da Tetra Pak no Brasil (empresa fabricante de embalagens cartonadas para produtos lácteos), o senhor Nelson Findeiss, o diretor de marketing da Tetra Pak Brasil, Danilo Zorzan, o diretor comercial da Tetra Pak Brasil, Fábio Soares, além de vários representantes de empresas de laticínios. Como uma das principais vozes da pecuária leiteira do Vale do Rio Doce, o presidente João Marques enfatizou o papel fundamental da ABLV.   “É uma instituição que certamente tem uma importância histórica para mercado de leite no Brasil, com uma atuação fantástica tanto em apoio para as empresas de lácteos, quanto na conscientização da população sobre os benefícios do consumo do leite.”, afirmou João Marques.   Fundada em 1994, a ABLV foi responsável por dar destaque ao leite longa vida dentro do mercado nacional. Até o início da década de 1990, o produto ainda ocupava um lugar muito discreto nas lojas e lares brasileiros. Em 1995, um ano após a criação da ABLV, o consumo de leite no Brasil chegou a 730 milhões de litros, 60% de aumento em comparação ao ano anterior. A partir desse momento o crescimento no volume médio consumido, sendo que em 2020, chegou a 7,2 bilhões de litros ao ano.   Recentemente a ABLV promoveu a campanha “A vida pede leite”, que através de conteúdos interativos, apresentou fatores que fazem do leite de vaca um aliado importante na alimentação de pessoas de todas as idades. Após a campanha, foi registrado um aumento de 5% no consumo nacional de leite.

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Armazém, Gestão em Agronegócio, Notícias

Café Rural no Armazém da Cooperativa: Evento apresenta informações sobre o clima para os produtores rurais da região

A condição climática é um fator importante para a tomada de decisão nas fazendas.   Na tarde do dia 09/10, produtores rurais da região de Governador Valadares se reuniram no Armazém da Cooperativa para o Café Rural com a temática “O clima na região do Vale do Rio Doce e os efeitos do El Niño para a próxima safra”. O evento foi organizado em parceria pela Cooperativa Agropecuária Vale do Rio Doce, Sicoob Crediriodoce, União Ruralista Rio Doce (URRD) e Sindicato Rural de Governador Valadares, que trouxeram o conhecido climatologista, Ruibran dos Reis.   O primeiro palestrante foi o engenheiro agrônomo da Cooperativa, Carlos Andrade apresentou um levantamento de dados meteorológicos dos últimos 30 anos em Governador Valadares e região. O objetivo da pesquisa foi encontrar padrões nas condições climáticas do Vale do Rio Doce ao longo dos anos. “Durante o estudo, foi avaliado que anos atrás nós já tivemos uma situação climática parecida com essa. Partindo disso, elaboramos ações que podem minimizar os efeitos do clima na produtividade rural. No manejo de gado, trabalhar pelo bem-estar animal com sombreamento e resfriamento para os animais, já na agricultura, o cuidado com as pragas e doenças deve ser constante.”, afirmou Carlos após o evento.   Após a apresentação de Carlos, time do Sicoob Crediriodoce apresentou uma nova condição de compra no Armazém da Cooperativa. Com o objetivo de ajudar os produtores rurais num momento difícil para a atividade, o produtor que realizar qualquer compra no Armazém da Cooperativa com o cartão Sicoob Card, poderá parcelar em até 6 vezes sem juros.   Na sequência, Ruibran dos Reis subiu ao palco com as previsões do clima em Governador Valadares e região nos próximos meses. Com uma abordagem muito completa, o climatologista não explicou somente sobre as previsões para o Vale do Rio Doce, mas também mostrou como eventos naturais, mesmo que distantes como o “El Niño”, impactam o nosso clima. Ruibran afirmou que o aquecimento global impacta na previsibilidade do tempo, fato que deve fazer os produtores rurais terem atenção redobrada nas estratégias na fazenda.     Ao final, o presidente da Cooperativa, João Marques agradeceu aos palestrantes e deu uma breve palavra sobre o mercado do leite, além de explicar as ações governamentais que estão sendo realizadas para ajudar os produtores de leite do Brasil.   “Eu acho que a gente teve um momento muito proveitoso nesse Café Rural, com muito conteúdo de qualidade. Foi dito que seremos impactados pelo “El Niño” e teremos inconsistência nas chuvas para a próxima safra, então os produtores precisam buscar orientação técnica e agir com assertividade para garantir a produção.” afirmou o presidente da Cooperativa.

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Força do Cooperado, Gado Leiteiro, Notícias

Bem-estar animal: Veja a importância do sistema de cria das bezerras!

Juntamente com a equipe técnica da Cooperativa, fomos até a Fazenda Rancho Alegre, em Fernandes Tourinho, para ver de perto o sistema de cria da propriedade, com a instalação do bezerreiro argentino que garante bem-estar, e contribui para o crescimento das bezerras! Através da assistência técnica prestada pela Cooperativa, muitos produtores do Vale do Rio Doce vêm apresentado crescimento significativo na produção.   Confira no link e diga nos comentários o que achou!

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Gestão em Agronegócio, Notícias

Cooperado alcança grande nível de produção com a assistência técnica!

O cooperado Wemerson José Soares, mais conhecido como “Mé”, tem apresentando um crescimento considerável em sua propriedade, localizada no município de São Geraldo da Piedade. A união entre o trabalho do produtor, e a assistência técnica prestada pela Cooperativa na fazenda, fez Wemerson acreditar novamente que é possível ter qualidade de vida no campo, e desistir da ideia de se mudar com sua família para os Estados Unidos. Confira a matéria na íntegra e conte nos comentários o que achou!      

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