Cooperativa Agropecuária Vale do Rio Doce

Gestão em Agronegócio

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Opções de financiamento para produtores de leite.

A atividade leiteira na maioria das vezes é praticada por pequenos produtores que não possuem recursos para investimentos na produção. Com isso, recorrer a financiamentos para tornar a atividade mais lucrativa e eficiente tende a ser uma necessidade. Para te ajudar a entender as opções de financiamentos disponíveis para esses produtores, nesse artigo, listaremos as principais. Descubra:   1 – INOVAGRO.   Esse tipo de financiamento, concedido por instituições financeiras credenciadas ao BNDES, apóia projetos rurais onde a inovação tecnológica esteja envolvida para aumentar a produção. O financiamento pode cobrir até 100% do projeto e a taxa de juros praticada é de 4% ao ano.   2 – PRONAF.   Um dos mais populares entre os produtores de leite o PRONAF financia projetos agropecuários de investimento, integralização ou custeio. Os prazos para pagamento, taxas de juros e limites de crédito variam conforme cada caso. Porém, costuma ser o financiamento com melhores condições de pagamento.   3 – PRONAMP.   Esse financiamento é destinado principalmente aos médios produtores e possui uma regra que dita que pelo 80% da renda bruta do produtor deve ser advinda da atividade rural a ser financiada. Ele possui carência de até 3 anos e limite de 8 anos para pagamento da dívida. São diversos os tipos e condições de financiamento para produtores de leite. Conhece algum outro que ache importante citar? Deixe nos comentários e ajude outros produtores. E não se esqueça de curtir e compartilhar o nosso conteúdo.

Gado Leiteiro, Gestão em Agronegócio

Tuberculose Bovina

A Tuberculose Bovina é uma doença crônica causada pela bactéria  Micobacterum Bovis, que acomete ruminantes, suínos, aves, animais silvestres e humanos. Essa doença causa muitos prejuízos financeiros ao proprietário do rebanho. Além disso, é uma zoonose (doença que pode ser transmitida aos seres humanos pelos animais), por isso deve-se ficar atento. Essa doença possui uma evolução muito lenta, com poucos sinais clínicos, podendo ser variáveis e inespecíficos. Em estados avançados da doenças os animais podem apresentar lesões em diversos órgãos e tecidos do animal, como pulmões, fígado, baço e até mesmo na carcaça. As vacas podem apresentar lesões no úbere e dependendo do estágio da infecção os animais podem manifestar emagrecimento acentuado e tosse. Por isso, é extremamente importante submeter periodicamente seu rebanho ao teste que identifica a doença. Vias de transmissão da Tuberculose Bovina A principal via de transmissão da bactéria causadora da doença é a aérea, sendo a inalação de aerossóis a mais comum. O contato direto (focinho com focinho) com secreções nasais e a ingestão de leite cru de animais infectados também constituem possíveis vias de transmissão, esta última especialmente importante quando consideramos a infecção de animais jovens. Como diagnosticar? O teste mais utilizado para o diagnóstico in vivo da tuberculose é a tuberculinização. Realizado em  três formas: caudal, cervical simples ou cervical comparada. O exame que detecta a Tuberculose Bovina só pode ser realizado por um médico veterinário devidamente cadastrado no órgão de defesa do respectivo estado, no caso de Minas Gerais, o Instituto Mineiro Agropecuário (IMA) e licenciado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Existe Vacina contra a Tuberculose Bovina? Não existe vacina nem tratamento para a Tuberculose Bovina, portanto a prevenção da entrada da doença é a chave do controle que é realizado mediante a normativa do Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose Animal, com a identificação e eliminação de animais infectados.   Caso tenha alguma dúvida sobre a Tuberculose Bovina deixe nos comentários para que possamos esclarecê-las.    

Gado Leiteiro, Gestão em Agronegócio

Você sabe o que é Clostridiose e seus riscos?

As clostridioses estão entre as doenças que mais acometem o rebanho leiteiro, podendo chegar a matar grande parte desse gado, porém muitos produtores ainda não sabem do que se trata esse conjunto de doenças. No post de hoje vamos contar um pouco mais sobre os riscos das clostridioses. Confira: O que é? Usamos o termo genérico “clostridioses” para denominar doenças causadas por bactérias do gênero Clostridium. Podemos dividir as doenças causadas por essas bactérias em quatro grandes grupos, sendo eles: clostridioses neurotrópicas, mionecrosantes, entéricas/enterotoxêmicas e hepatonecróticas. Vamos falar um pouco mais na frente sobre cada um desses grupos. Normalmente, podemos encontrar estes microorganismos no intestino dos animais e no meio ambiente, podendo os mesmos causarem doenças nos animais, levando à quedas na produção de leite e em casos extremos, até à morte do gado.   Quais as doenças relacionadas às bactérias Clostridium?   Grupo 1 Clostridioses neurotrópicas Botulismo Tétano   Grupo 2 Clostridioses mionecrosantes Carbúnculo Sintomático Gangrena gasosa ou edema maligno   Grupo 3 Clostridioses entéricas/enterotoxêmicas Enterite hemorrágica aguda Enterotoxemia   Grupo 4 Clostridioses hepatonecróticas Hemoglobinúria bacilar Hepatite necrótica   Quais os riscos dessas doenças? Essas bactérias produzem toxinas que, consequentemente, causam lesões nos órgãos e tecidos dos animais. Na maioria dos casos, a bactéria coloniza algum tecido animal e produz suas toxinas, tendo como exceção o botulismo, onde o animal ingere a toxina pré-formada ao ingerir alimento e/ou água contaminados. O principal risco está no modo como algumas dessas doenças se manifestam. Mesmo podendo acometer animais de forma isolada, normalmente se manifestam em forma de surtos ou epidemias, atingindo um grande número de animais, além da alta taxa de mortalidade. Como prevenir? Os surtos de clostridioses estão relacionados, via de regra, a manejo inadequado, mas não é difícil fazer a prevenção, para isso, basta garantir que o rebanho fique longe de fontes de água e alimentos impróprios para o consumo ou até mesmo contaminados, assegurar a vacinação correta de todo o rebanho, não utilizar agulhas contaminadas, evitar a suplementação mineral inadequada, dentre outros.

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6 fatos e curiosidades sobre pastejo rotacionado

O pastejo rotacionado é uma forma mais eficiente e até mesmo lucrativa de criar o gado. Nele o rebanho fica confinado em um espaço pré-definido onde a alimentação natural, capim, será sempre a ideal para sua nutrição e desenvolvimento, pois, diariamente o rebanho é direcionado a uma nova parte do pasto, fazendo com que quando ele volte para onde saiu o capim já esteja no ponto certo para ser fornecido. Nesse texto mostraremos 6 fatos e curiosidades que você deve saber sobre o pastejo rotacionado. Acompanhe: 1 – Existe formato correto para os piquetes. Piquete é o nome dado a cada um dos espaços que o seu pasto foi dividido e seu formato deve sempre ser o mais quadrado ou retangular possível, dessa forma você estimula um pastejo mais uniforme do seu rebanho. 2- As cercas devem espantar o gado. Você sabia que cercas elétricas ficam até 4 vezes mais baratas do que as convencionais? Por isso, para economizar e não perder em eficiência dos seus piquetes, utilizar esse tipo de cercamento é muito importante. 3 – A cerca do seu pastejo tem validade. Cercas elétricas possuem validade de aproximadamente 8 anos, contudo, pode durar até mais devido ao fato de que o gado vai aprender a não encostar nelas o que poderia acabar danificando-as. 4 – A altura do seu capim importa. Após o pastejo do gado no capim, este deverá ser roçado na altura recomendada para cada tipo de capim, para obter o máximo de oferta nutricional ao rebanho. 5 – Seu gado gastará menos energia. Colocar o seu rebanho em um pasto rotacionado vai fazer com que ele ande menos em busca de alimento, dessa forma você evita que ele gaste calorias, melhorando assim a sua produção leiteira. 6 – O alimento precisa ser de boa qualidade. É preciso escolher bem o tipo de capim a ser implantado no seu pastejo, adequando o alimento ao seu tipo de solo e ao propósito que você tem com seu rebanho. Além para uma maior eficiência você deve sempre fazer a correção do solo para aumentar sua produtividade. Tem alguma outra dica ou curiosidade sobre pastejo rotacionado? Que tal compartilhar com nossos leitores nos comentários? E não se esqueça de deixar o seu like e compartilhar o conteúdo com seus amigos.

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O que é evolução de rebanho?

A Evolução do Rebanho é uma parte muito importante no planejamento orçamentário de uma fazenda de pecuária tanto leiteira como de corte. Tendo essas informações do rebanho em mãos o pecuarista pode planejar a curto e longo prazo a evolução orçamentária da sua propriedade de forma muito mais eficiente e real. O que é? No planejamento da atividade de criação de gado é preciso estabelecer normas zootécnicas que serão seguidas para aproveitar de forma mais eficiente e racional os animais disponíveis na propriedade, a fim de atingir resultados econômicos mais satisfatórios. E é aí que a evolução do rebanho atua, pois, planejando e percebendo o seu rebanho você terá um maior controle das ações a serem tomadas para que ele se torne mais produtível e rentável. Basicamente, analisando a evolução e práticas adotadas, você poderá perceber de forma mais real as modificações ocorridas no seu rebanho base e poderá assim tomar atitudes conscientes do que é preciso ser feito para tornar a sua atividade mais eficiente. Na evolução do rebanho o pecuarista deve acompanhar e registrar tanto a produção quanto as condições dos seus animais verificando, por exemplo, o número de vacas em lactação e vacas secas, vacas paridas, aquelas que estejam atrasadas, mortes, compras e vendas de animais e também acompanhar a produção diária e mensal do seu rebanho. Assim é possível se planejar e verificar quais os entraves e possíveis soluções para a propriedade se tornar mais lucrativa, pois, por meio da evolução é possível perceber até mesmo se a forragem tem sido eficiente, a forma que doenças alteram a produção, animais que podem ser descartados dentre outros aspectos. Dessa forma você pode evoluir o seu rebanho a fim de torná-lo cada vez mais próximo do ideal, dispensando situações que sejam prejudiciais aos seus ganhos financeiros. Você acompanha a evolução do seu rebanho? Quais os entraves que você percebe que dificultam o aumento da produção dos animais? Compartilhe com nossos leitores suas experiências, por meio da discussão podemos trocar informações úteis para todos. E não deixe de compartilhar e curtir o nosso conteúdo.

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Metrite Puerperal

Provocada por uma infecção uterina causada por bactéria, a metrite puerperal pode até mesmo levar a vaca a morte. Por isso é muito importante ficar atendo as características e tipos de tratamento dessa doença. Abaixo falaremos um pouco melhor de como identificar a metrite puerperal aguda, como prevenir e também quais os tipos de tratamentos mais eficientes. Como identificar Essa doença está relacionada com complicações no parto como a retenção da placenta, por exemplo. Identificar a metrite não é difícil, existem alguns sintomas que devem ser observados após a vaca parir. Dentre eles estão: Perda de apetite, emagrecimento e desidratação. Febre intensa. Diminuição drástica na produção de leite. Depressão. Descarga uterina com cheiro muito forte, fedorento e coloração chocolate. Ao notar esses sintomas em vacas que tiveram parto recente você deve confirmar a doença eliminando outras possibilidades como a mastite superaguda e pneumonia, por exemplo, e começar o tratamento o quanto antes. Como prevenir Infelizmente não existem muitas práticas que ajudam na prevenção da metrite puerperal. A melhor medida a ser adotada é a de manter a imunidade do seu rebanho em boas condições, com isso as chances de inflamações e infecções bacterianas serão menores. Uma boa forma, não de prevenir, mas de identificar com antecedência a doença, é a de examinar as vacas paridas diariamente durante 10 dias após o parto. Essa atitude pode salvar a vida do seu animal. Como tratar Depois de identificado o problema é hora de começar a adotar as medidas de tratamento. A metrite puerperal quando identificada e tratada no início tem grandes chances de sucesso, com a recuperação rápida da vaca. O tratamento mais comum é administração de antibióticos próprios e também anti- inflamatórios não esteroides. Já a drenagem do líquido uterino malcheiroso não é recomendado, pois, o útero estará sensível e poderá ser facilmente perfurado, além de poder causar outras complicações como a bacteremia. Veterinários geralmente indicam o antibiótico Oxitetracilina e Ceftiofur para o tratamento, contudo, existem outros nomes que desempenham funções similares. Tem algum amigo que gostaria de ver essas informações? Em caso positivo não deixe de compartilhar. Também não se esqueça de deixar o seu like e comentário de possíveis dúvidas.

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Sorgo X Milho: Qual é o melhor para alimentação bovina?

Fazer boas escolhas na hora de alimentar o seu gado é crucial para ter bons resultados, tanto em se tratando de gado de leite quanto gado de corte. Dois alimentos que despertam bastante dúvida sobre qual é o melhor em custo e nutritivamente são o sorgo e o milho. Nesse artigo faremos um comparativo entres esses dois tipos de alimentos, mostrando qual é o melhor nessa disputa. Confira: Na verdade, o sorgo é um tipo de cultura que oferece mais resistência a escassez hídrica o que o leva a ter safras maiores com um investimento fixo que é menor quando comparado ao milho. Isso deve ser levado em consideração, pois, ajuda a diminuir o custo final do produto como o leite, por exemplo. O sorgo também possui menor incidência de doenças e isso ajuda a economizar com a compra de defensivos agrícolas, o que torna o custo do produto ainda menor. Para se ter uma ideia mais clara a produção do sorgo pode ficar de 10 a 25% mais barata quando comparada ao milho. E falando de propriedades nutricionais o sorgo não fica atrás. O alimento possui 95% da quantidade de nutrientes do milho. Colocando em comparação a porcentagem de economia junto com a defasagem de nutrientes, na maioria das vezes será mais eficiente cultivar o sorgo. Contudo, a Embrapa orienta que os produtores devem estar atentos ao comprar sementes de sorgo, sempre observando a idoneidade da empresa e verificando o percentual de germinação do grão que deve estar acima dos 80% para que valha a pena. Além é preciso que se comece a plantar os híbridos tardios mais no início e encerrar a safrinha com híbridos precoces. Para entender como esse alimento vem ganhado espaço no Brasil devido as suas vantagens a Embrapa Milho e Sorgo publicou uma pesquisa que atesta que a produção de grão aumentou 54 vezes em 2018 quando comparada ao ano de 2014. Gostou do artigo? Não se esqueça de deixar o seu like e compartilhar. E caso tenha alguma dúvida ou comentário deixe no campo abaixo.

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Sorgo para silagem: quais as variedades adaptadas a nossa região?

O sorgo é um tipo de cereal que passou a ser muito usado em silagem, em ração para animais e outras utilidades agrônomas por conta da sua qualidade e também pelo custo-benefício. Hoje existem tipos de sorgo que são usados em silagens em todo o país, inclusive na região do leste mineiro. A seguir, você vai conhecer os principais tipos de sorgo e quais dessas variedades podem ser usadas na região do leste de Minas Gerais, principalmente na criação do gado leiteiro. Confira! Os tipos de sorgo São três grandes tipos diferentes de sorgo que também são subdivididos em outras variedades. Esses principais são: granífero, duplo-propósito e o forrageiro tradicional. Há também a possibilidade de usar o sorgo híbrido, ou seja, que seja a mistura de dois ou dos três tipos gerais. A grande diferença do sorgo para o milho é que em locais com pouca chuva, como é o caso da região leste de Minas Gerais, o sorgo funciona melhor e gera maior produtividade. O milho é ótimo para lugares com alto índice pluviométrico, diferente do que ocorre por aqui. Os melhores para a região O forrageiro tradicional é o mais utilizado, o custo dele é bem baixo e existem vários híbridos que se adaptam bem a várias regiões e climas do país. Ele é mais indicado para rebanhos que produzam de baixa à média quantidade de leite por dia. Rebanhos mais robustos precisam de um alimento melhor. O duplo-propósito possuem uma qualidade maior que a do forrageiro, bem próxima a do milho. São fortes contra doenças e até contra a acidez do solo, em caso de plantação e alimentam bem o rebanho. É uma ótima opção para a região. Já o granífero é o tipo de sorgo mais caro, já que tem uma produção baixa e é necessário comprar muitas sacas para compor toda a silagem. Isso pode encarecer bastante a produção de leite e não valer a pena. O melhor sorgo vai ser aquele que mais tem a ver com o seu tipo de rebanho e de produção, mas o duplo-propósito tem bastante qualidade e um custo-benefício bem vantajoso para o produtor. Se tiver gostado deste texto sobre os tipos de sorgo mais propícios para a região, compartilhe-o com o seu amigo produtor que precisa dessas dicas!

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Descubra o que fazer com leite armazenado na falta de energia elétrica

Alguns alimentos estragam facilmente, caso fiquem fora de uma área refrigerada por muito tempo. Isso ocorre com o leite de saquinho, o de caixa que está aberto, carnes, maionese, algumas frutas e outros diversos tipos de produtos. O problema é que pode acontecer da energia elétrica da sua casa acabar, ou até da sua produção de leite. O que fazer neste momento? Como manter a qualidade do leite sem a refrigeração? Nos tópicos a seguir você vai descobrir de que forma fazer isso. Veja! O que fazer com o leite sem refrigeração? Se o seu problema é o leite que você tem em casa e acaba a energia elétrica, a primeira coisa a se fazer é deixar a geladeira, o freezer fechado, sem abrir em momento algum, para que mantenha a temperatura fria por lá pela maior quantidade de tempo possível. Caso você observe ou a companhia de energia avise que vai demorar muito para a energia voltar, mais de 24 horas, é hora de partir para um plano B. Compre gelo em algum estabelecimento que venda e tenha energia elétrica ainda, coloque os alimentos em uma caixa térmica, isopor, e os mantenha refrigerados por esse período de tempo. E o leite da produção? Esse é o principal problema. Uma quantidade alta de leite fica muito difícil de armazenar em locais refrigerados sem o apoio da energia elétrica. O ideal é que o produtor tenha um GERADOR ou use de ENERGIA FOTOVOLTAICA, que vai evitar essas quedas de energia. Mas caso isso não seja possível, a única forma é tentar armazenar o máximo possível nos refrigeradores, deixando-os fechados, sem mexer e, caso o período seja longo demais, não vai ter jeito e você terá que jogar a sua produção fora. Por isso, o ideal é você ter tecnologias na sua produção que garantam a manutenção da energia elétrica e acabe com esse problema da perda do leite, da diminuição da produtividade e até da contaminação das vacas por bactérias pela falta de ordenha. Se tiver gostado deste texto, compartilhe-o com seus amigos que também precisam ler essas dicas!

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