Cooperativa Agropecuária Vale do Rio Doce

Gado Leiteiro

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Como começar criação de gado de leite?

Dentre as atividades rurais que geram renda, a criação de gado de leite é uma das mais fáceis e baratas para ser desenvolvida na sua propriedade. Se você está pensando em começar a criação desse tipo de gado é preciso ficar atento à algumas dicas para ter sucesso nesse negócio.   Confira abaixo as principais delas:   1 — Área de criação e alimento.   Para que a produção de leite seja efetiva é preciso que os animais tenham bastante capim disponível, de preferência o ano todo. Por isso, você deve estar atento se sua propriedade oferece o alimento necessário para as vacas. Além disso, é preciso que se pesquise sobre alimentações alternativas para os períodos de seca para garantir que você poderá oferecê-las aos seus animais.   2 — Mão de obra.   A atividade leiteira, para que seja produtiva, necessita de mão de obra para gerir o rebanho e também para retirada do produto final, o leite. Portanto, é preciso que tenha mão de obra suficiente para manejar o gado e também tirar e armazenar o leite.   3 — Vacas de boa qualidade.   Existem diversas raças de vacas e cada uma delas tem predisposições diferentes para produção de leite, portanto, além de escolher aquelas que produzam mais, é preciso estar atento se elas se adaptam ao clima da sua região, pois, uma vaca considerada boa produtora pode não se adaptar a um clima quente, por exemplo, e produzir menos que outra considerada menos produtora, mas que suporta mais calor.   4 — Comprador.   Não adianta produzir o leite e não ter como entregá-lo ou ter alguém ou alguma cooperativa que venha buscá-lo na sua propriedade diariamente, quando não há a disponibilização de um tanque de resfriamento. Por isso, pesquise antes a respeito de possíveis compradores e formas de entrega do seu produto. Essas são apenas dicas básicas para começar a criação de gado leiteiro, caso tenha outras deixe nos comentários e ajude os nossos futuros produtores. E não se esqueça de curtir e compartilhar o nosso conteúdo.

Gado Leiteiro, Gestão em Agronegócio

Tuberculose Bovina

A Tuberculose Bovina é uma doença crônica causada pela bactéria  Micobacterum Bovis, que acomete ruminantes, suínos, aves, animais silvestres e humanos. Essa doença causa muitos prejuízos financeiros ao proprietário do rebanho. Além disso, é uma zoonose (doença que pode ser transmitida aos seres humanos pelos animais), por isso deve-se ficar atento. Essa doença possui uma evolução muito lenta, com poucos sinais clínicos, podendo ser variáveis e inespecíficos. Em estados avançados da doenças os animais podem apresentar lesões em diversos órgãos e tecidos do animal, como pulmões, fígado, baço e até mesmo na carcaça. As vacas podem apresentar lesões no úbere e dependendo do estágio da infecção os animais podem manifestar emagrecimento acentuado e tosse. Por isso, é extremamente importante submeter periodicamente seu rebanho ao teste que identifica a doença. Vias de transmissão da Tuberculose Bovina A principal via de transmissão da bactéria causadora da doença é a aérea, sendo a inalação de aerossóis a mais comum. O contato direto (focinho com focinho) com secreções nasais e a ingestão de leite cru de animais infectados também constituem possíveis vias de transmissão, esta última especialmente importante quando consideramos a infecção de animais jovens. Como diagnosticar? O teste mais utilizado para o diagnóstico in vivo da tuberculose é a tuberculinização. Realizado em  três formas: caudal, cervical simples ou cervical comparada. O exame que detecta a Tuberculose Bovina só pode ser realizado por um médico veterinário devidamente cadastrado no órgão de defesa do respectivo estado, no caso de Minas Gerais, o Instituto Mineiro Agropecuário (IMA) e licenciado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Existe Vacina contra a Tuberculose Bovina? Não existe vacina nem tratamento para a Tuberculose Bovina, portanto a prevenção da entrada da doença é a chave do controle que é realizado mediante a normativa do Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose Animal, com a identificação e eliminação de animais infectados.   Caso tenha alguma dúvida sobre a Tuberculose Bovina deixe nos comentários para que possamos esclarecê-las.    

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Como fazer a evolução de rebanho bovino de leite

No planejamento da atividade leiteira é preciso estar atento e estabelecer normas zootécnicas com o fim de aproveitar racionalmente os recursos disponíveis na propriedade, dessa forma você pode identificar diversos aspectos da sua propriedade e animais para aí sim tomar decisões econômicas mais eficientes. Para ajudar nessa tarefa acompanhar a evolução do rebanho é primordial. Aqui você confere como monitorar a evolução do seu, acompanhe: Entendendo para planejar Para fazer a evolução do seu rebanho você precisa estar atento e registrar alguns aspectos primordiais dos seus animais. Dessa forma você poderá analisar os dados e tomar decisões mais eficientes para o seu bolso. Dimensionamento do rebanho — Aqui você deve estabelecer o tamanho do seu rebanho e a área disponível para sua alimentação, visando a qualidade do capim e que ele seja suficiente para respaldar a capacidade leiteira do seu animal. Categoria dos animais — É preciso que você tenha uma relação, devidamente dividida em grupos de animais. Por exemplo, vacas em lactação, secas, bezerras de 0 a 1 ano, novilhas, touros, etc. Progresso das vacas — Aqui você acompanha a evolução dos seus animais conforme os índices zootécnicos previamente estabelecidos, assim como a situação desses animais nos casos de compra e venda para poder tomar decisões de aumento ou redução do seu rebanho a fim de torná-lo mais lucrativo. Índices zootécnicos — Esse aspecto é um dos primordiais para a evolução do seu rebanho. Os índices influenciam diretamente no número de vacas no rebanho assim como a sua produção. Nesses índices são analisadas as taxas de natalidade, mortalidade, de reforma e relação touro / vacas, por exemplo. Com essas informações e com a capacidade de suporte definida é possível traçar estratégias para tornar o seu rebanho mais produtivo e lucrativo. Assim, ano após ano, é possível melhorar o monitoramento, maximizando o controle produtivo e conhecendo previamente o potencial de cada animal. Por isso é muito importante fazer o controle correto da evolução do seu rebanho, melhorando aspectos nutricionais, reprodutivos e sanitários. Você faz a evolução do seu rebanho? Compartilhe nos comentários as suas experiências. Curta e compartilhe o nosso conteúdo com seus amigos.

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Você sabe o que é Clostridiose e seus riscos?

As clostridioses estão entre as doenças que mais acometem o rebanho leiteiro, podendo chegar a matar grande parte desse gado, porém muitos produtores ainda não sabem do que se trata esse conjunto de doenças. No post de hoje vamos contar um pouco mais sobre os riscos das clostridioses. Confira: O que é? Usamos o termo genérico “clostridioses” para denominar doenças causadas por bactérias do gênero Clostridium. Podemos dividir as doenças causadas por essas bactérias em quatro grandes grupos, sendo eles: clostridioses neurotrópicas, mionecrosantes, entéricas/enterotoxêmicas e hepatonecróticas. Vamos falar um pouco mais na frente sobre cada um desses grupos. Normalmente, podemos encontrar estes microorganismos no intestino dos animais e no meio ambiente, podendo os mesmos causarem doenças nos animais, levando à quedas na produção de leite e em casos extremos, até à morte do gado.   Quais as doenças relacionadas às bactérias Clostridium?   Grupo 1 Clostridioses neurotrópicas Botulismo Tétano   Grupo 2 Clostridioses mionecrosantes Carbúnculo Sintomático Gangrena gasosa ou edema maligno   Grupo 3 Clostridioses entéricas/enterotoxêmicas Enterite hemorrágica aguda Enterotoxemia   Grupo 4 Clostridioses hepatonecróticas Hemoglobinúria bacilar Hepatite necrótica   Quais os riscos dessas doenças? Essas bactérias produzem toxinas que, consequentemente, causam lesões nos órgãos e tecidos dos animais. Na maioria dos casos, a bactéria coloniza algum tecido animal e produz suas toxinas, tendo como exceção o botulismo, onde o animal ingere a toxina pré-formada ao ingerir alimento e/ou água contaminados. O principal risco está no modo como algumas dessas doenças se manifestam. Mesmo podendo acometer animais de forma isolada, normalmente se manifestam em forma de surtos ou epidemias, atingindo um grande número de animais, além da alta taxa de mortalidade. Como prevenir? Os surtos de clostridioses estão relacionados, via de regra, a manejo inadequado, mas não é difícil fazer a prevenção, para isso, basta garantir que o rebanho fique longe de fontes de água e alimentos impróprios para o consumo ou até mesmo contaminados, assegurar a vacinação correta de todo o rebanho, não utilizar agulhas contaminadas, evitar a suplementação mineral inadequada, dentre outros.

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Qual o melhor cruzamento para gado de leite?

É importante se manter competitivo no mercado, para isso, é necessário continuar apresentando altos índices de produtividade; e no mercado pecuarista não poderia ser diferente, por isso o cruzamento entre diferentes raças de gado são utilizados para se obter uma maior produtividade na habilidade de produzir-se leite (ou outra característica de interesse). Essa prática tem se apresentado como uma das maneiras mais eficientes no que diz respeito ao aumento rápido da produção pecuária, pois utiliza-se de fenômenos como a heterose e a complementaridade de raças.   O que é heterose?   Heterose ou vigor híbrido é um fenômeno explicado pela genética. É a função melhorada (ou aumentada) de qualquer característica biológica em uma linhagem híbrida. Ou seja, uma prole é aprimorada como resultado do cruzamento genético de seus pais, de raças puras. Dessa forma, a maior parte das qualidades reprodutivas e as ligadas à adaptação ao meio ambiente são favorecidas quando animais híbridos são utilizados e comparados com os demais de raças puras. Quando falamos em bovinocultura de leite, as qualidades reprodutivas são as mais favorecidas, por isso, dá-se bastante atenção à produção de fêmeas cruzadas, que em linhas gerais, são mais férteis, prolíficas, apresentam melhores habilidades maternas, além de serem mais precoces, ou seja, melhores produtoras de bezerros de que as fêmeas puras. Observações de campo comprovam que os resultados de produtividade para fêmeas cruzadas são excelentes.   Quais raças são melhores para cruzamento?   Em linhas gerais, não há uma fórmula única e que seria essa a melhor dupla de raças para cruzamento, porque as possibilidades são muitas; logo, deve-se considerar o clima, precocidade tanto sexual quanto de crescimento, capacidade leiteira, fertilidade, adaptabilidade, por exemplo. O melhor cruzamento, então, consiste na escolha acertada das melhores características de cada raça de acordo com a necessidade do produtor e do ambiente.

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Como criar gado de leite em pequena propriedade?

A pecuária de leite é uma atividade rural muito difundida no nosso país e, principalmente, adotada por pequenos produtores, pois, ela não exige altos investimentos, e a princípio, muito conhecimento técnico. Pensando em pequenos produtores temos pequenas propriedades, porém, como criar vacas leiteiras de forma eficiente em pastagens reduzidas? Nesse artigo falaremos um pouco melhor desse assunto, mostrando como tecnologias de criação de gado vêm otimizando as pastagens e aumentando o lucro dos produtores. Confira: Piquetes como solução Criar o gado solto no pasto não é a maneira mais eficiente para produção de leite, principalmente em pequenas propriedades, pois, o alimento (pasto) não será suficiente para suprir as necessidades nutricionais da sua vaca e com isso ela não atingirá o seu ápice na produção de leite. Além disso, quando você cria o seu gado solto ele sofre estresse com as intempéries do tempo e também gasta energia que poderia ser poupada ao caminhar em busca de alimento. Dessa forma, criar o seu gado em ambientes fechados e restritos (piquetes) se torna mais eficiente. Os piquetes na produção de leite são definidos como espaços de pasto que são delimitados e divididos em quadrados menores. Esses quadrados (piquetes) vão suportar um número determinado de animais diariamente e no outro dia, quando o gado já tiver consumido o pasto daquele piquete, será transportado para um novo piquete com o capim ideal. Assim o seu gado não fica caminhando em busca de alimento e todos os dias terá a quantidade de proteína necessária para alcançar o seu potencial na produção de leite. Também o manejo se torna mais fácil, pois, você não precisará ficar buscando o seu gado no pasto para a ordenha, por exemplo. Apesar de parecer uma tarefa simples, aplicar piquetes na sua propriedade exige conhecimento técnico, pois, você deverá saber a respeito dos tipos de cercas, ciclos do capim, tamanhos ideias conforme o número de vacas, alimentação complementar para o inverno, dentre outras coisas. Por isso o auxílio de um técnico especializado é uma orientação. Conhece alguma outra técnica para criar gado em pequenas propriedades? Que tal deixar nos comentários e ajudar os nossos leitores? Se você gostou do nosso artigo não se esqueça de deixar o seu like e compartilhar.

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Veja qual a importância do conforto térmico para as vacas em lactação

A criação de gado para leite precisa de vários cuidados. As vacas leiteiras para produzirem um produto de qualidade e de quantidade, necessitam estar em um ambiente propício para isso. Por isso, o conforto térmico é tão importante. Nos tópicos a seguir você vai entender o que é o conforto térmico, o motivo da importância desse fator e como ele influencia na qualidade do leite da vaca. Veja! O que é o conforto térmico e como fazê-lo? Conforto térmico é o termo utilizado para que as vacas vivam em um ambiente de clima equilibrado, com temperatura no valor ideal, umidade, espaço e outros fatores determinantes. No caso da temperatura, por exemplo, tudo vai depender da idade da vaca, mas o ambiente deve ter uma variação de 4° a 24°. Sendo as temperaturas mais baixas para animais mais velhos. Os mais novos ficam estressados com o frio. Além disso, é preciso que o animal tenha um espaço de sombra, com ventilação, vapor d’água para manter a umidade em quantidades aceitáveis, água limpa, dieta equilibrada, enfim, uma série de fatores que vão causar esse conforto térmico. Qual a importância do conforto térmico? O conforto térmico atua diretamente na produção do leite pela vaca. Animais com estresse causado pelo clima produzem menos leite e de pior qualidade. Isso já foi comprovado por estudos feitos na área por pesquisadores nacionais e também internacionais. Em testes recentes feitos pelo Instituto de Estudos Pecuários, a quantidade de proteína em um leite de uma vaca com conforto térmico é 13% maior do que de uma que vive em condições ambientais impróprias. É assim que o conforto térmico interfere na qualidade do leite da vaca. Ela fica fisicamente estressada e isso atrapalha a produção. Se tiver ainda alguma dúvida sobre o assunto, deixe o seu comentário aqui embaixo!

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Leite: benefícios, nutrientes e importância de consumir

O leite é um alimento presente em muitas culturas e, na maior parte delas, ele é associado à boa nutrição da população. Considerado uma das bebidas mais consumidas do mundo, o leite carrega consigo algumas polêmicas, mas hoje vamos falar dos benefícios do consumo de leite. Confira: Quais os benefícios do leite? Os benefícios do leite são bem conhecidos e ele também serve para manter uma dieta bem equilibrada em adultos, porque contém muitas vitaminas e minerais que nos mantêm ativos e saudáveis, além de ser uma fonte de nutrientes como as vitamina A, B12 e D, cálcio, carboidrato, zinco e etc. Um copo cheio de leite de vaca contém vitaminas A e B, que são excelentes para garantir uma boa visão e o aumento da produção de células vermelhas do sangue; carboidratos para nossa vitalidade e energia; potássio para regular as funções nervosas; magnésio para os músculos; fósforo para liberação de energia e proteínas para a restauração e o crescimento celular. 7 propriedades do leite proporcionam benefícios para saúde Confira algumas propriedades do leite que podem proporcionar muitos benefícios para quem o consome: Auxilia no crescimento O leite é considerado uma das melhores fontes de cálcio para todas as faixas etárias. O cálcio é considerado o mineral mais importante para o crescimento saudável e para o bom funcionamento e a reconstituição dos ossos e do sistema esquelético. Contém proteínas e energia que ajudam na regeneração, no crescimento e no fortalecimento muscular Tanto o leite materno quanto o leite de vaca são fontes ricas de proteínas de alta qualidade, que contêm todos os aminoácidos essenciais para o desenvolvimento muscular do filhote. O leite integral também é rico em gordura saturada, essencial para a regeneração da massa muscular. Pode ajudar no controle de peso e o combate à obesidade Ao contrário do que já foi disseminado, consumir leite não engorda. Pesquisas recentes mostram que as pessoas que consomem leite e alimentos lácteos tendem a ser mais magras do que aqueles que os que não os consomem. Pode reduzir o risco de diabetes tipo dois Estudos sugerem que um dos benefícios do leite e de produtos lácteos com baixo teor de gordura pode ser ajudar a reduzir o risco de diabetes tipo dois, uma doença que já não está mais restrita somente aos adultos. Protege a saúde óssea Leite e produtos lácteos são fontes de cálcio, fósforo, magnésio e proteínas, que são essenciais para o crescimento e o desenvolvimento saudável dos ossos. O consumo adequado destas substâncias desde a infância e na vida adulta pode ajudar a tornar os ossos mais fortes e protegê-los contra doenças como a osteoporose. Leite ajuda a ter dentes mais fortes e saudáveis Encorajar crianças e jovens a tomar leite é uma forma de garantir-lhes a saúde dos dentes, principalmente porque ele tem nutrientes cujas propriedades protegem a superfície do esmalte dos dentes contra substâncias ácidas. Age como remédio contra a azia Existem muitos alimentos que contêm ácidos que causam azia. Uma das formas mais simples de aliviar esta dor é tomar um copo de leite. A refrescância e a consistência espessa do leite ajudam a revestir o esôfago e o estômago, diminuindo o mal-estar. Agora que você já sabe os principais benefícios do leite, que tal incluí-lo na sua dieta? Deixe seu comentário falando do que achou do nosso artigo. Dúvidas e sugestões são sempre bem-vindas!

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Metrite Puerperal

Provocada por uma infecção uterina causada por bactéria, a metrite puerperal pode até mesmo levar a vaca a morte. Por isso é muito importante ficar atendo as características e tipos de tratamento dessa doença. Abaixo falaremos um pouco melhor de como identificar a metrite puerperal aguda, como prevenir e também quais os tipos de tratamentos mais eficientes. Como identificar Essa doença está relacionada com complicações no parto como a retenção da placenta, por exemplo. Identificar a metrite não é difícil, existem alguns sintomas que devem ser observados após a vaca parir. Dentre eles estão: Perda de apetite, emagrecimento e desidratação. Febre intensa. Diminuição drástica na produção de leite. Depressão. Descarga uterina com cheiro muito forte, fedorento e coloração chocolate. Ao notar esses sintomas em vacas que tiveram parto recente você deve confirmar a doença eliminando outras possibilidades como a mastite superaguda e pneumonia, por exemplo, e começar o tratamento o quanto antes. Como prevenir Infelizmente não existem muitas práticas que ajudam na prevenção da metrite puerperal. A melhor medida a ser adotada é a de manter a imunidade do seu rebanho em boas condições, com isso as chances de inflamações e infecções bacterianas serão menores. Uma boa forma, não de prevenir, mas de identificar com antecedência a doença, é a de examinar as vacas paridas diariamente durante 10 dias após o parto. Essa atitude pode salvar a vida do seu animal. Como tratar Depois de identificado o problema é hora de começar a adotar as medidas de tratamento. A metrite puerperal quando identificada e tratada no início tem grandes chances de sucesso, com a recuperação rápida da vaca. O tratamento mais comum é administração de antibióticos próprios e também anti- inflamatórios não esteroides. Já a drenagem do líquido uterino malcheiroso não é recomendado, pois, o útero estará sensível e poderá ser facilmente perfurado, além de poder causar outras complicações como a bacteremia. Veterinários geralmente indicam o antibiótico Oxitetracilina e Ceftiofur para o tratamento, contudo, existem outros nomes que desempenham funções similares. Tem algum amigo que gostaria de ver essas informações? Em caso positivo não deixe de compartilhar. Também não se esqueça de deixar o seu like e comentário de possíveis dúvidas.

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