Cooperativa Agropecuária Vale do Rio Doce

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Notícias

Conheça o projeto Agropecuária na Escola

Este projeto foi criado em 2010 pela União Ruralista Rio Doce (URRD) em parceria com Secretaria Municipal de Educação de Governador Valadares (SMED), E ainda conta com o apoio do Sicoob Crediriodoce e da Cooperativa Agropecuária Vale do Rio Doce. O projeto tem como objetivo conscientizar crianças com faixa etária de 8 a 12 anos, do campo e da cidade. Sobre a importância do agronegócio para o nosso país e a sua constante expansão econômica. Além do mais, demonstrar a importância da formação superior para o desenvolvimento desse setor, apresentando as infinitas possibilidades que o campo oferece para exercer as especialidades estudadas, seja ela qual for. Além disso, o projeto Agropecuária na Escola tem como objetivo secundário, conscientizar a criançada sobre a atuação dos produtores rurais e a sua importância na preservação dos recursos naturais. Pois eles cuidam das nascentes, mantêm as reservas ambientais intocadas, cuidam do solo e de sua fertilidade e ainda produzem alimentos para as pessoas como, por exemplo, o leite da Mimosa. O projeto também expõe cenário altamente econômico que o meio rural está inserido. E que esse ambiente gera renda para o produtor e em escala nacional, influenciando ativamente no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. As crianças, principalmente da cidade, quando adquirem um produto de origem totalmente rural, como o leite, não têm ideia de todos os processos que a matéria prima passou até chegar a sua mesa. Dessa forma, o projeto propõe apresentar de forma lúdica toda a cadeia produtiva do leite, desde o pasto até chegar as gôndolas do supermercado. A Cooperativa Agropecuária Vale do Rio Doce apoia esse projeto e através dele cumpri o 5º princípio cooperativista: educação, formação e informação. Caso tenha dúvidas sobre o tema é só deixar nos comentários, responderemos o mais brevemente possível. E não se esqueça de curtir e compartilhar o nosso conteúdo.  

Gado Leiteiro

Gado de leite: Como melhorar a produtividade no período de seca

A ausência de chuvas é um grande motivador para diminuir a produtividade da propriedade rural leiteira como um todo. Diminui-se a oferta de capim, aumentam-se custos de produção e também é diminuída a quantidade de litros de leite por vaca. Nesse momento, quando não planejado previamente, o produtor pode até mesmo acabar pagando para produzir o leite. Por isso é tão importante adotar medidas que visem diminuir os impactos da seca. Abaixo você confere algumas dicas de especialistas, com alternativas para o produtor não se ver nessa enrascada. Acompanhe: A produtividade da propriedade leiteira não se resume apenas ao número de litros de leite que é coletado diariamente, mas sim na eficiência dessa produção. Não adianta uma propriedade fornecer 200 litros de leite diários, ao valor de R$ 1,50 por litro, por exemplo, gerando uma renda de R$ 300, quando os custos de produção superaram esse valor, não é mesmo? Por isso a primeira medida que deve ser adotada, considerando nutrição, é a de se precaver com alternativas alimentares no período da seca. Nesse caso o produtor pode, por exemplo: — Fazer silagem de capim, milho, soja dentre outros alimentos proteicos para serem usados no inverno; — Investir no plantio de capins mais resistentes a escassez de água; — Investir no melhoramento genético das vacas para que o rebanho tenha características que o tornem mais resistentes aos períodos de poucas chuvas; — Trabalhar a fertilidade da propriedade como um todo como, por exemplo, aplicando suporte de nitrogênio no solo ainda no período de chuvas; — Piquetear as áreas de pastagem; — Plantar cana para ser usada como suplementação juntamente com ureia; — Possuir áreas permanentes de produção de leguminosas, para serem usadas a qualquer tempo, e principalmente nas secas. Além é preciso que o produtor pense em questões zootécnicas e sanitárias, pois, em períodos de seca a vaca tende a ficar mais enfraquecida e suscetível aos fatores ambientais. Por fim o produtor deve durante todo o ano pensar na sua propriedade como uma empresa, afinal ela é, seja pequena ou grande. Dessa forma, a necessidade de investimento em formação técnica e aumento na capacidade de gestão também se tornam fatores decisivos para a produtividade da propriedade. Gostaria de deixar sua opinião de como aumentar a produtividade da propriedade no período de seca? Deixe nos comentários e vamos interagir para ajudar outros produtores. E não se esqueça de curtir e compartilhar o nosso conteúdo.

Gado Leiteiro, Gestão em Agronegócio

Como aumentar a produção de leite em época de seca?

Com a chegada do inverno o volume de chuvas diminui drasticamente e o produtor de leite precisa se adequar para fornecer a alimentação necessária ao seu gado para continuar produzindo. Nesse período as pastagens secam e se tornam insuficientes para suprir as necessidades nutricionais dos animais, principalmente proteicas. Por isso em época de seca é preciso buscar alternativas de alimentação para que a sua produção não sofra uma queda no volume de leite diário. Abaixo apresentaremos alternativas que apresentam bons resultados. Confira: Manter parte do pasto fechado na época das águas Quando o período de seca chega o rebanho costuma se alimentar dos brotos do capim, o que não contribui significativamente para o seu desenvolvimento, pois não supre suas necessidades nutricionais. Além disso, com a ingestão de capim seco a quantidade de proteínas, nutriente essencial para a pecuária leiteira, são insuficientes o que faz com que o volume de leite seja reduzido. Uma forma de evitar esse cenário é separar uma parte do  pasto, quando possível, para que ele sirva como fonte alimento quando a seca chegar. Neste caso para a obtenção de sucesso com essa alternativa é o bom planejamento. Além disso, possuir uma área de pasto grande o suficiente para  ser dividida. É preciso planejar para que o gado não precise utilizar a área fechada antes da chegada da seca, o que prejudicaria a intenção do sistema. plantio de cana-de-açúcar Essa é uma das maneiras mais conhecidas e utilizadas para suprir a alimentação das vacas no período da seca.  A cana-de-açúcar pode ser utilizada como volumoso único na alimentação ou pode ser misturada à ração, como forma de complementação nutricional. Pois utilizar apenas ração pode ser muito oneroso e elevar o custo de produção. Produzir silagem para consumo na época de seca A silagem é uma alternativa eficiente para complementação da alimentação das vacas em lactação no período de seca. Este volumoso consiste no armazenamento de forragens por um longo período sem a perda de propriedades nutricionais. Ela pode ser produzida com milho, capim, sorgo, cana-de-açúcar, capiaçu  dentre outros. Essas são apenas algumas alternativas para a nutrição do rebanho no período da seca. Conhece outras soluções e deseja compartilhar com outros produtores? Deixe nos comentários e vamos nos ajudar. Não se esqueça de curtir e compartilhar o nosso conteúdo.

Gestão em Agronegócio

Como proteger seu pasto com a chegada da estiagem?

Estiagem é época de fogo, por isso é preciso ficar atento e redobrar os cuidados com o seu pasto. Com a chegada do inverno o tempo fica seco e a incidência de chuvas diminui drasticamente, aumentando assim os perigos de queimadas.   Fogo em pastagens secas causa degradação do solo, morte de animais, danos a rede elétrica, e até mesmo incêndios em estruturas adjacentes ao pasto, como a sede, curral e lavouras da propriedade, por exemplo.   Como agravante temos o fato de as propriedades rurais geralmente estarem longe do corpo de bombeiros e os ventos, comuns nessa época do ano, aumentarem ainda mais a velocidade de alastramento das chamas.   Dentro desse contexto, quando junta os fatores baixa umidade do ar e altas temperaturas, até mesmo uma guimba de cigarro mal apagada pode causar uma grande queimada no seu pasto. Além, garrafas de vidro e até mesmo latas podem funcionar como convergentes da luz solar e causar o início de um incêndio.   Por isso é preciso que o produtor tome algumas medidas de precaução na sua propriedade, uma delas é a confecção de aceiros. Os aceiros devem ser feitos com o tamanho de 1,5 metros e deve cercar cercas e divisas da propriedade, a reserva legal, margem de rodovias dentre outros. 1,5 metros é uma medida padrão, contudo, quanto maior o aceiro maior a segurança.   Por fim é preciso que as pessoas que trafegam as margens da propriedade, em rodovias, por exemplo, evitem jogar lixos e guimbas de cigarro para fora do carro. Além de ser a atitude mais correta para o meio ambiente, também ajuda a evitar as queimadas.   Já presenciou alguma queimada não intencional? É muito triste, não é mesmo? Conte nos suas experiências e dicas e ajude outros produtores. Não se esqueça de curtir e compartilhar o nosso conteúdo.

Gado Leiteiro

Quais os principais causadores de mastite?

Considerada uma das principais doenças relacionadas a rebanhos leiteiros a mastite, dentre outros contratempos, causa a diminuição na produção leiteira das vacas e pode levar até mesmo, em casos mais avançados, a necessidade de descarte do animal.   A mastite se caracteriza pela inflamação das glândulas mamárias e, dependendo da sua origem, pode ser classificada como mastite contagiosa ou ambiental.   Abaixo listaremos esses principais causadores da mastite, a forma que eles agem e quais as práticas orientadas para evitar essa doença. Acompanhe:   Mastite contagiosa – Esse tipo é causado por micro-organismos comuns ao corpo das vacas.   Em animais saudáveis, eles são transmitidos principalmente durante a ordenha, por meio da má higienização dos utensílios utilizados e também das mãos dos ordenhadores.   Os principais patógenos responsáveis por esse tipo de mastite contagiosa são; Streptococcus agalatiae, Staphylococcus aureus e Corynebacterium bovis.   Mastite ambiental – Nesse caso os agentes contaminantes se encontram no ambiente que as vacas vivem. Ou seja, esses invasores são oportunistas da glândula mamária.   Por estar no ambiente das vacas a contaminação geralmente acontece entre as ordenhas, por isso é importante que os animais estejam em ambientes devidamente higienizados e livre de agentes infecciosos.   Os principais agentes ambientais que podem causar mastite são;   Streptococcus dysgalactiae, Streptococcus uberis e bactérias gram-negativas como Escherichia coli, Klebsiella sp. e Enterobacter sp.   Com o que foi mostrado fica claro que boas práticas sanitárias tanto na ordenha quanto no ambiente em que o rebanho vive é altamente necessário para diminuir a incidência de mastite.   Por isso sempre busque informações sobre boas práticas sanitárias para que o seu leite seja de qualidade e que você não perca dinheiro devido ao baixo volume de produção.   Tem dúvidas ou sugestões sobre o assunto? Deixe nos comentários e vamos ajudar outros.

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Cooperativas de Valadares promovem “Arraiá do Cooperativismo” em comemoração ao DIA C

Graças ao espírito solidário das cooperativas de Governador Valadares, último sábado (20), foi realizada a 2ª edição do “Arraiá do Cooperativismo”. O evento reuniu cerca de 500 pessoas em frente ao Lar dos Velhinhos, em uma noite de muita diversão e comidas típicas. A iniciativa do Dia de Cooperar na cidade é uma realização do Elo Cooperativista Social (ECOOS), que consiste na aliança estratégica das cooperativas Agropecuária Vale do Rio Doce, Unimed, Unicred, Sicoob Ac Credi e Sicoob Crediriodoce. As principais atrações do Arraiá foram o Concurso Musical “GV Canta Cooperativismo III”, bingo, quadrilha, música, além das tradicionais barraquinhas de comidas típicas, organizadas pelas instituições beneficiadas em anos anteriores no Dia C. São elas: Acolhe Vida, Associação Santa Luzia, Cidade dos meninos, Dona Zulmira, Missão Vida e o Lar dos Velhinhos. A ocasião contou com atrações direcionadas às crianças como pula-pula, pipoca e algodão doce. GV Canta Cooperativismo Em sua terceira edição, também foi realizado durante o Arraiá o Concurso Musical GV Canta Cooperativismo, que convidou os músicos da região a comporem uma canção sobre Cooperativismo. Ao todo foram 15 inscritos. Cinco deles se apresentaram durante a noite do dia 20 e conquistaram os prêmios de 1º, 2º e 3º lugar, respectivamente: Thiago Marlon, com a canção “Vem Cooperar”; Brenda Nunes com “Cooperar é Crer” e Amador Neto com “Nova Onda Digital”.    

Gado Leiteiro

O que é pré-dipping a base de iodo e qual seu risco de contaminação do leite?

O controle da mastite é uma das principais preocupações sanitárias do produtor de leite. Afinal essa enfermidade, caracterizada pela inflamação dos testos da vaca, pode ser responsável por contaminações no produto final (leite) e também pela redução de até 50% da produção animal.   Dessa forma, no intuito de diminuir as chances de infecções, as questões sanitárias devem ser conduzidas com atenção. Uma das práticas sanitárias mais adotadas para impedir a contaminação microbiana nos tetos da vaca são o Pré e Pós-dipping na hora da ordenha.   O pré e pós-dipping consiste na limpeza dos tetos antes e depois da ordenha, mostrando-se uma das maneiras mais efetivas de se evitar contaminações e doenças. Essa limpeza pode ser realizada de diversas maneiras e com diversos tipos de produtos com ação antimicrobiana. Porém produtos à base de iodo são os mais utilizados pelos produtores rurais pela sua capacidade de inativar vírus, bactérias, e cistos de protozoários com baixos custos.   E é nesse ponto que voltamos ao tema do nosso artigo, pois o iodo, utilizado principalmente no pré-dipping, pode causar a contaminação cruzada do leite. Essa consequência é muito perigosa para a alimentação humana, pois essa substância exerce influencias na atividade celular, no desenvolvimento da glândula tireoide (metabolismo) e também do cérebro.   Além, principalmente para os consumidores infantis, o consumo do iodo pode ser ainda mais maléfico, pois crianças possuem menor tolerância a essa substância.   Por isso é preciso buscar alternativas de produtos que não contenham iodo principalmente na hora de realizar o pré-dipping. Além o iodo também pode passar para leite por meio da alimentação, e dessa forma, é preciso estar atento a questões nutricionais também.   Conhecia o pré-dipping com iodo? Como você costuma realizar a limpeza dos tetos das vacas na hora da ordenha? Compartilhe conosco suas dúvidas e experiências e ajuda a tornar o nosso texto ainda mais completo. E não se esqueça de curtir e compartilhar o nosso conteúdo.

Gestão em Agronegócio

Quais os problemas da ausência de gestão financeira das propriedades agropecuárias?

Gerir uma empresa implica em diversos aspectos que devem ser considerados como planejamento, conhecimento da atividade, organização, acompanhamento de custos dentre outros, e pensando em uma propriedade rural não deve ser diferente.   Principalmente o gerenciamento de gastos e receitas, que é um aspecto importante e que deve ser aplicado no setor produtivo. Contudo, esse aspecto geralmente é desconsiderado pela maioria dos produtores, que acabam produzindo sem saber ao certo quanto estão realmente lucrando com a atividade. Isso pode ser bastante perigoso e até mesmo tornar a atividade inviável.   Estudos comprovam que especificamente na agricultura familiar o costume de fazer o registro regular de dados econômicos da atividade rural praticamente inexiste. O fato dos produtores não fazerem esse tipo de registro pode ter diversas origens, porém ele está relacionado principalmente por desconhecimento dos benefícios dessa prática e também por resistência a inovações.   A falta de gestão financeira na propriedade não permite ao produtor conhecer os seus custos, a rentabilidade da atividade desenvolvida e nem traçar perspectivas de ganhos reais. Além ele fica impedido de conseguir ver onde estão os maiores gastos da propriedade, dessa forma, o produtor trabalha “no escuro” e não consegue fazer intervenções para diminuir custos e aumentar a rentabilidade.   É preciso que sejam estimuladas políticas leiteiras com o propósito de educar os produtores, para que eles façam a gestão financeira da empresa rural. Para isso o fomento de capacitações e assistência técnica no campo desempenham um papel importante na aplicação de ferramentas de fácil entendimento como a adoção de planilhas de controle de entradas e saídas, por exemplo.   Você costuma fazer a gestão financeira da sua propriedade? Em caso negativo conte no campo de comentários quais os maiores gargalos que você encontra para não fazer, e em caso positivo diga-nos os benefícios que você notou ao adotar essa prática. Sua interação é muito importante para ajudar outros leitores. E não se esqueça de curtir e compartilhar o nosso conteúdo.

Notícias

O que é lactase e como ela é produzida

Ultimamente muito se tem falado a respeito da intolerância a lactose. Quem sofre desse mal tem dificuldades de digerir essa substância e ao consumir leite ou seus derivados pode sofrer com sintomas de desconforto abdominal acompanhado de dor, náuseas, diarreia, flatulência e/ou inchaços.   Contudo, por que isso ocorre? A chave do problema está em uma enzima que normalmente o nosso corpo produz, a lactase. Essa enzima é responsável em dividir a lactose (açúcar) em componentes mais simples (gelactose e glicose). Quando a lactase não é produzida adequadamente a pessoa passa a ter intolerância a lactose por não conseguir quebrar esse tipo de açúcar.   A lactase é uma enzima produzida na mucosa intestinal, mais especificamente na zona superficial de microviscosidade do intestino delgado. Caso a pessoa apresente algum tipo de lesão nessa mucosa o organismo pode parar de produzir a lactase temporariamente nos casos mais leves e até mesmo permanentemente se a lesão for grave.   A intolerância a lactose pode ser primária ou secundária. Na primária a pessoa desenvolve o problema ao longo da vida, diminuindo a produção da lactase progressivamente e de forma permanente. Já a intolerância secundária é temporária e é causada por algum tipo de lesão da mucosa intestinal que possa estar diminuindo a atividade da lactase, nesses casos, ao se curar a lesão a lactase volta a ser produzida.   O tratamento, em todos os casos, deve ser feito por meio de dieta restritiva de produtos lácteos. No caso da primária a dieta deve ser permanente e na secundária até que a lesão seja curada. Além, para aqueles que não conseguem ficar sem consumir produtos lácteos, existe a opção de medicamentos compostos por lactase e que devem ser tomados diariamente ou quando a pessoa pretende consumir leite ou seus derivados.   Já conhecia a lactase? Interessante como uma enzima pode comprometer tanto a dieta de uma pessoa, não é mesmo? Sofre com intolerância a lactose e tem dúvidas sobre o assunto? Deixe nos comentários. Será ótimo poder te ajudar. E não se esqueça de curtir e compartilhar o nosso conteúdo.

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