Cooperativa Agropecuária Vale do Rio Doce

Leite

Sistema de Alerta de Qualidade do Leite scaled 1
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Cooperativa lança Sistema de Alerta da Qualidade do Leite

No mês de maio a Cooperativa Agropecuária Vale do Rio Doce implantou o Sistema de Alerta da Qualidade do Leite. Com objetivo de chamar a atenção dos cooperados para a qualidade do leite entregue à indústria. Além de valorizar os produtores que fornecem leite dentro dos padrões de qualidade estabelecidos pelas IN 76 e 77/2018. O Sistema conta com uma modalidade dinâmica que possibilita os cooperados identificarem a qualidade do leite através de cartões coloridos. As cores têm a finalidade de chamar a atenção do cooperado para o Extrato de Qualidade. Fornecido mensalmente pela cooperativa, com todas as informações individuais sobre a qualidade do leite. A expectativa é que o Sistema tenha a duração  de três meses. Prazo suficiente para os cooperados se adequarem as exigências das Normativa para evitar a interrupção da coleta. Além disso, receberem a bonificação por qualidade aumentando seus rendimentos. Entenda as cores do Sistema de Alerta da Qualidade do Leite CARTÃO AZUL: indica que o leite fornecido à indústria está com a média geométrica trimestral dentro das exigências da IN 76/2018. As células Bacterianas Totais (CBT) estão abaixo de 300 mil Unidades Formadoras de Colônia (UFC/ml). Diante disso, seus procedimentos de higienização estão corretos, por isso, tem alcançado bons resultados.   CARTÃO AMARELO: indica que o leite fornecido à indústria em um e/ou dois meses estava com as Células Bacterianas Totais (CBT) acima de 300 mil UFC/ml. Fora dos padrões estabelecidos pelas Normativas. A matéria-prima nestas condições exige a atenção do produtor para a realização correta dos procedimentos de higienização. Se persistir nestas condições por mais um mês poderá ter sua coleta interrompida ou suspensa.    CARTÃO VERMELHO: indica uma situação crítica. Exigindo ações imediatas para solução do problema. Pois a média geométrica trimestral está há três meses com as Células Bacterianas Totais (CBT) acima de 300 mil UFC/ml. O produtor nesta condição corre o risco de ter sua coleta interrompida ou suspensa, caso não corrija imediatamente os procedimento de higienização dos equipamentos da fazenda. Como funciona o novo Sistema? O cooperado receberá anexado junto ao seu Extrato de Qualidade e a nota fiscal de venda um cartão colorido de acordo com as condições da qualidade do seu leite. A partir desta notificação, caso necessário, o cooperado deverá iniciar imediatamente as medidas necessárias para adequação da qualidade junto as exigências do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).  Cooperado, fique atento a sua carta do leite! Caso precise de ajuda para interpretar o seu Extrato de Qualidade ou até  mesmo orientações de manejo a Cooperativa possui o Departamento de Política Leiteira, composto por técnicos especializados e aptos para oferecerem toda ajuda necessária para manter os padrões estabelecidos pela IN 76/2019.  

media geometrica
Geral, Notícias

Entenda como fazer a média geométrica

Atualmente produzir leite de qualidade não é mais uma opção é uma obrigação dos produtores. Pois cada vez mais os consumidores de produtos lácteos estão mais exigentes. E para atender seus anseios é necessário produzir uma matéria-prima de qualidade que leve alimentos seguros a mesa dos consumidores.  Por isso, o Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) publicou no ano de 2018 as Instruções Normativas (IN) nº 76 e 77 que estabelecem padrões de qualidade na produção do leite e fixação de requisitos mínimos de higiene e controle sanitário para a produção, obtenção, coleta e comercialização do leite que são medidos através da média geométrica. De acordo com as INs o leite de boa qualidade deve apresentar as seguintes características: Composições físico-químicas adequadas; A Contagem de Células Somáticas (CCS) deve ser menor que 500 mil Unidades Formadoras de Colônias (UFC/ml); A Contagem de Células Bacterianas Totais  deve ser menos que 300 mil Unidades Formadoras de Colônias (UFC/ml); A matéria prima não pode constar presença de agentes contaminantes (antibióticos, adição de água, sujidades, entre outros). O que é CCS e CBT? Contagem de Células Somáticas (CCS)  são o conjunto de células de origem do sangue como linfócitos, macrófagos e neutrófilos (que são células de defesa do organismo) e as células que descamam do epitélio da própria glândula mamária da vaca. Dessa forma, a CCS pode ser traduzida como a saúde da glândula mamária.   Contagem Bacteriana Total (CBT) é a higiene do ambiente, desde a ordenha até o armazenamento nos tanques resfriadores. Assim como a CCS, quanto mais baixa a CBT, melhor a qualidade do leite   Estes indicadores são medidos através das médias geométricas realizadas a cada três meses. Entenda como calcular a média geométrica destes indicadores Como definição, a média geométrica de três amostras nada mais é do que a raiz cúbica do produto dos três valores em questão. Para facilitar a compreensão deste conceito, demonstraremos a média geométrica de 3 valores: 10, 100 e 1000. Aplicando-se o conceito acima, inicialmente é necessário calcular o produto (multiplicação) entre os valores (10 x 100 x 1000 = 1.000.000) e posteriormente calcular a raiz cúbica deste produto (1.000.0001/3 = 100). Desta forma, a média geométrica dos valores 10, 100 e 1000 é igual a 100. Para confirmar se o cálculo foi feito de forma correta, basta elevar o valor da média geométrica ao cubo (1003 = 1.000.000) para obter o produto dos 3 valores. Comparativamente, a média aritmética dos 3 valores usados no exemplo anterior seria (10 + 100 + 1000) / 3 = 370, a qual é substancialmente maior que a média geométrica obtida dos mesmos valores. Para explicar de forma mais clara vamos dar um exemplo mostrando a média geométrica e a média aritmética. Tabela – Simulação da CCS mensal o tanque de vários rebanhos leiteiros e o cálculo da média geométrica e aritmética. Tanque Jan/20 Fev/20 Mar/20 Média geométrica Média aritmética Diferença A (CCS mensal) 400 700 1.100 695 767 72 B (CCS mensal) 400 1.000 400 543 600 57   Com auxílio de uma calculadora cientifica obtemos os resultados anteriores, demonstrando que a média geométrica apresenta menor variância, fazendo com que reduza o impacto de valores individuais elevados, os quais podem ser resultado de erros de amostragem ou de análise. Em resumo, quanto maior a diferença entre os resultados da CCS ou CBT no período de 3 meses consecutivos, maior será a diferença entre a média geométrica e aritmética.

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Cooperativa realiza conferência com representantes

As empresas e instituições em tempos de Covid-19 (Coronavírus) têm adotado medidas de precaução, estratégias e se valido de muita criatividade para continuar atuando em meio a pandemia. E na Cooperativa Agropecuária Vale do Rio Doce não tem sido diferente. Desde a chegada do vírus ao Brasil a Cooperativa estabeleceu o seu Comitê de Combate ao Coronavírus que tem atuado diuturnamente dentro da instituição para garantir a saúde e bem-estar de seus colaboradores para dar continuidade às suas atividades, consideradas essenciais. Na última terça-feira (5) a diretoria executiva, as superintendências e os setores de comunicação e marketing e logística da Cooperativa realizaram uma reunião através do skype (software que permite comunicação pela Internet através de conexões de voz e vídeo) com os representantes comerciais da marca Ibituruna que atuam em mais de 220 cidades brasileiras. O objetivo deste encontro virtual foi entender o comportamento dos consumidores neste momento de crise e criar soluções que atendam seus anseios enquanto consumidores.  De acordo com o superintendente industrial e comercial, Cláudio Oliveira, o bate-papo com os representantes comerciais da marca Ibituruna é fundamental, pois eles lidam dia a dia com os consumidores dos Produtos Ibituruna e compreendem suas necessidades. “Neste momento de pandemia nós que atuamos na área interna da Cooperativa não podemos visitar os nossos clientes para entender melhor seus anseios, por isso, resolvemos realizar essa conferência via skype para compreender como os nossos consumidores têm se comportando para continuarmos oferecendo soluções, levando até as suas mesas o melhor do leite!” Explica Oliveira. Legenda:  Na foto, o diretor presidente João Marques, o diretor vice-presidente Fernando Ferreira, o superintendente industrial e comercial Cláudio Oliveira e o coordenador de logística André Lorrane.

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Saiba tudo sobre Mastite

O que é Mastite? A mastite ou mamite nada mais é que uma inflamação da glândula mamária, considerada uma resposta do tecido que produz o leite a uma agressão por microrganismos, ferimentos, ou qualquer outro tipo de trauma, causando uma reação inflamatória que tem como objetivo neutralizar ou eliminar os agentes causadores da agressão ao tecido. Prejuízos caudados pela Mastite A mastite é uma das mais comuns doenças que acometem as vacas leiteiras. De fácil transmissão entre os animais, pode levar a perdas econômicas diretas, por exemplo, redução na produção leiteira (cerca de 3l de leite por animal por dia) e causa alteração nas características físico-químicas do leite, alterando o tempo de prateleira do leite UHT (ultra high temperature) e dos produtos lácteos, causando prejuízos às indústrias, além do aumento dos custos nas fazendas leiteiras com serviços veterinários, mão-de-obra, descarte precoce de animais e medicamentos. Classificações da Mastite  A mastite pode ser classificada de acordo com a sua manifestação clínica de duas formas distintas, a mastite clínica e a subclínica. A mastite clínica são os casos da enfermidade que geralmente provoca sinais evidentes, tais como: aumento de temperatura, edema, dor e endurecimento da glândula mamária. Além disso, altera as características do leite, gerando aparecimento de grumos, pus ou fluido sanguinolento. Já mastite subclínica se caracteriza pela ausência de alterações visíveis no leite ou na glândula mamária por não apresentar sinais aparentes muitas vezes não é observada por ordenhadores e produtores. A mastite subclínica é a de maior impacto entre o rebanho, pois é disseminada de forma mais rápida entre os animais podendo acometer um grande número de vacas da fazenda.  Prevenção contra Mastite O controle e prevenção da mastite devem ter como meta a eliminação de infecções, reduzindo sua duração por meio de medidas como o tratamento de vaca seca (conseguindo prevenir cerca de 80 a 90% de casos de mastite subclínica no rebanho), o descarte de vacas com casos crônicos e o tratamento durante a lactação. A prevenção é a principal forma para o controle da mastite. O Programa de prevenção da mastite tem como objetivo limitar a ocorrência das infecções e de forma direta reduzir os impactos econômicos causados na atividade leiteira. Confira 17 métodos de prevenção contra a Mastite  Para prevenir, controlar e evitar a mastite é necessário que o ordenhador, vaqueiro ou produtor rural adotem algumas medidas no manejo do rebanho, só assim será possível se livrar deste mal que trás sofrimento as vacas e gera prejuízos aos pecuaristas. 1-  Adotar práticas de higiene antes, durante e após a ordenha; 2- Mostrar a importância do ordenhador e sua higiene; 3- Realizar todos os dias o teste da caneca de fundo preto, para verificação de casos de mastite clínica e diminuir o índice de contaminação do leite; 4- Após a retirada dos primeiros jatos. Antes da ordenha (pré-dipping) fazer a limpeza e desinfecção com imersão completa de uma solução comercial (Iodo, clorexidine ou cloro, por exemplo) nos tetos das vacas. Este procedimento tem como objetivo diminuir a população bacteriana, eliminar riscos de contaminação, além de evitar contaminação de uma vaca para outra, sendo importante fazer a secagem com papel toalha descartável; 5- E após a ordenha (pós-dipping)  desinfecção feita com imersão completa de solução comercial (Iodo glicerinado) dos tetos ao final da ordenha, que consiste na redução da carga bacteriana ali presente, diminuindo como consequência os casos de mastite; 6- Utilizar papel toalha descartável na limpeza de cada teto das vacas na hora da ordenha, não utilizar panos, pois contribuem na transmissão de contaminantes de um animal para outro; 7- Importante fornecer alimento após o procedimento, para manterem os animais em pé, até que ocorra fechamento completo do esfíncter do teto; 8- Fazer o teste da raquete (CMT – Califórnia Mastite Teste), no mínimo uma vez por mês, para verificar casos de mastite subclínica, para realizar a linha de ordenha. 9- Realizar a linha de ordenha, vacas com mastite sendo ordenhadas por último; 10- Controle sanitário dos locais de permanência dos animais (Piquete maternidade, alojamento de vacas secas); 11- Fazer o tratamento das vacas com sintomas da mastite, e descartar o leite de forma correta, respeitando o período de carência, prescrito na bula do medicamento; 12- Ter um cuidado importante de vacas com bezerros velhos, pois essas vacas possuem maior chance de apresentar mastite; 13- Limpeza e higienização dos equipamentos, matérias de ordenha e do local da ordenha; 14- Fazer o tratamento para as vacas secas com uso de antibiótico adequado, após o final da lactação, pois além de ajudar na prevenção de casos novos, combate também os casos de mastite subclínica que ocorreram durante a lactação; 15- Pelo menos uma vez por mês, registrar os dados de saúde animal, como os casos de mastite, em quais animais e qual teto do animal foi acometido; 16- Se atentar, para não introduzir animais infectados no rebanho; 17- Aumentar a resistência imunológica do rebanho, com nutrição adequada e balanceada, além de vacinação e vermifugação na época correta. Um manejo correto na hora de ordenhar as vacas pode reduzir a taxa de animais acometidos por mastite clínica e subclínica, diminuindo os agentes causadores de novas infecções, melhorando a sanidade do rebanho e a qualidade do leite produzido na fazenda leiteira. Esses cuidados trarão como consequência direta, redução de gastos com medicamentos, redução de custos  na propriedade, ganho de indicadores na qualidade do leite e aumentando a lucratividade da atividade leiteira. Com isso, toda a cadeia produtiva do leite sai ganhando, desde os animais até o consumidor final, pois evitará o sofrimento dos animais,  a indústria terá um leite de qualidade para produzir bons produtos e o consumidor final  terá em sua mesa um produto com qualidade 100% garantida.

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Gado Leiteiro, Notícias

CONHEÇA ALGUNS BENEFÍCIOS DOS SILOS GRANELEIROS

A Cooperativa Agropecuária Vale do Rio Doce há 60 anos é pioneira no desenvolvimento da pecuária leiteira no Leste Mineiro, sempre na vanguarda com produtos de alta performance, subsídio de novas tecnologias e implementos para seus cooperados. Mais uma vez saiu na frente e trouxe para o Vale do Rio Doce um equipamento que mudará significativamente o sistema de armazenagem de ração dos produtores rurais desta região, os silos graneleiros, modelo muito utilizado no sul do país. Essa novidade ofertada pela Cooperativa através de seu Armazém impactará toda a cadeia produtiva do leite. Em aspectos como redução de custos na operação de venda de insumos, proporcionando melhor custo-benefício para o consumidor final. CONHEÇA OS BENEFÍCIOS OFERECIDOS PELOS SILOS GRANELEIROS   O uso da  ração a granel oferece maior custo-benefício na compra, reduzindo o custo da operação, beneficiando o consumidor final que custeia apenas o valor da ração e do frete; Redução de trabalho braçal: os silos são galvanizados e por isso podem ficar no tempo sem a necessidade de cobertura, o que possibilita sua fixação mais próximo aos cochos; Extinção de problemas de contaminação cruzada (ratos corroendo sacos de ração e expondo os animais a doenças) proporcionando mais saúde ao rebanho; Extinção de umidade na ração, uma vez que não terá contato com o chão ou paredes; Ganho de espaço físico na propriedade dispensando o sistema de armazenagem em sacaria.AINDA NÃO ADQUIRIU O SEU SILO GRANELEIRO? NÃO SE PREOCUPE, O ARMAZÉM DA COOPERATIVA TEM CONDIÇÕES ESPECIAIS PARA VOCÊ! Depoimento do cooperado! O cooperado Adair do Anjos adquiriu um silo graneleiro no Armazém da Cooperativa confira seu depoimento abaixo: “Desde o início do uso da ração a granel eu percebi uma melhora significativa no manejo da fazenda, pois reduziu muito o trabalho braçal dos meus funcionários, pois o meu silo foi instalado ao lado do curral trouxe muita comodidade. Além disso, também houve a diminuição de pragas como, por exemplo, ratos e carunchos. Quando usava o sistema convencional de sacaria eu tinha constantemente problemas de pragas, e por isso, era necessário aplicar remédio com frequência. Nos últimos seis meses não precisei realizar o procedimento de contenção de pragas.” 

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8º Princípio Cooperativista

É fato que estamos vivendo uma nova revolução, e não restam dúvidas de que a prioridade da vez é a comunicação. Este assunto já alcança uma dimensão global e precisa ganhar mais forças no Brasil, pensando nisso  a Cooperativa Agropecuária Vale do Rio Doce adotou o selo simbólico, criado pela MundoCoop, (canal de informação do cooperativismo) para enaltecer o ato da comunicação em prol do cooperativismo. O Selo do 8˚ Princípio Cooperativista contempla as cooperativas, seus cooperados e demais públicos de interesse que usufruem de um sistema comunicativo cooperativo, qualquer que seja (mídia impressa, digital, TV, rádio, redes sociais, etc.), para alcançar um determinado objetivo ou realizar uma ação, trazendo uma nova percepção de como relacionar a sua informação e seu foco com o resto do mundo. Queremos que a sociedade, no geral, conheça o impacto de inserir a cooperação em seu dia a dia e como esse movimento pode modificar positivamente inúmeras realidades, transformando a coletividade em um caminho de desenvolvimento justo, inclusivo e sustentável. É buscando disseminar esse conceito que, a partir de agora, a presença do Selo estará enraizada em todos os conteúdos da Cooperativa. Esta campanha além de atrair novos adeptos, visa promover a conscientização dos valores do cooperativismo e sua relevância para a construção de uma sociedade próspera para todos. Conheça os princípios do Cooperativismo: 1º Adesão Livre e Voluntária; 2º Gestão Democrática; 3º Participação Econômica dos Membros; 4º Autonomia e Independência; 5º Educação, Formação e Informação; 6º Intercooperação; 7º Interesse Pela Comunidade; 8º Comunicação (em implantação).

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Cooperativa em parceria com a Tetra Pak doam telhas ecológicas para a construção de sala de aula

A Cooperativa Agropecuária Vale do Rio Doce em parceria com a Tetra Pak, empresa que produz as embalagens dos produtos Ibituruna, realizou no dia 29 de outubro a doação de 20 telhas ecológicas para a construção da sala de aula ecológica, na Escola Municipal Realina Adelina Costa, situada na comunidade de Santo Antônio do Porto. A doação das telhas é resultado do projeto Realina em Ação Arte sustentável, idealizado pela professora Elizângela Martins. Segundo ela o projeto tem o propósito de diminuir o lixo nas cachoeiras próximo à comunidade e desde o início do projeto já foram retiradas mais de 26 mil garrafas pets do meio ambiente para a construção da sala de aula ecológica. A diretora da Escola Ivana Maria conta que para a construção da sala foi necessário firmar parcerias com entidades, instituições e empresas. “Devido à necessidade de mais espaço na escola, percebemos que precisávamos realizar uma obra de ampliação, porém não tínhamos verba para este fim. Foi nesse momento que decidimos associar o nosso projeto com a obra. Buscamos parcerias para a construção da nova sala e a Cooperativa abraçou o nosso projeto e se empenhou para nos ajudar, tendo em vista que é uma instituição que possui responsabilidade social e trabalha a sustentabilidade. O projeto Realina em Ação Arte sustentável tem como principal objetivo trabalhar com as crianças a consciência ecológica. Durante a construção todas levaram para a escola garrafas pets e ajudaram a enchê-las de área, na hora de levantar as paredes cada uma colocou a mão na massa e empilhou um tijolo pet, inclusive alguns pais ajudaram ” conta Maria. A sala que está sendo construída atenderá crianças com faixa etária entre dois e três anos de idade, toda a comunidade escolar será beneficiada. O material base para a construção da sala foram garrafas pets cheias de areia que foram  coladas com argila, o chão será feito com cimento e tampinhas de garrafa. De acordo com a diretora a sala ecológica pode ser 6% mais arejada e fresca e a durabilidade dela é a mesma de uma construção convencional. A Cooperativa é pautada pelos sete princípios cooperativista, um deles rege o interesse pela comunidade, o qual as cooperativas trabalham para o desenvolvimento sustentável de onde estão inseridas com projetos economicamente viáveis, ambientalmente corretos e socialmente justos. Para o presidente da Cooperativa João Marques, investimentos como esse são muito significativos, pois despertam nas pessoas atitudes que mudam o mundo! “A Cooperativa busca constantemente cumprir seu papel social que tem como objetivo impactar a vida das pessoas positivamente. E é através de ações como essa que conseguimos desenvolver as pessoas por meio da educação, conscientização e informação. Atitudes simples podem transformar o meio onde vivemos.” Afirma Marques.

Gado Leiteiro, Gestão em Agronegócio

Tuberculose Bovina

A Tuberculose Bovina é uma doença crônica causada pela bactéria  Micobacterum Bovis, que acomete ruminantes, suínos, aves, animais silvestres e humanos. Essa doença causa muitos prejuízos financeiros ao proprietário do rebanho. Além disso, é uma zoonose (doença que pode ser transmitida aos seres humanos pelos animais), por isso deve-se ficar atento. Essa doença possui uma evolução muito lenta, com poucos sinais clínicos, podendo ser variáveis e inespecíficos. Em estados avançados da doenças os animais podem apresentar lesões em diversos órgãos e tecidos do animal, como pulmões, fígado, baço e até mesmo na carcaça. As vacas podem apresentar lesões no úbere e dependendo do estágio da infecção os animais podem manifestar emagrecimento acentuado e tosse. Por isso, é extremamente importante submeter periodicamente seu rebanho ao teste que identifica a doença. Vias de transmissão da Tuberculose Bovina A principal via de transmissão da bactéria causadora da doença é a aérea, sendo a inalação de aerossóis a mais comum. O contato direto (focinho com focinho) com secreções nasais e a ingestão de leite cru de animais infectados também constituem possíveis vias de transmissão, esta última especialmente importante quando consideramos a infecção de animais jovens. Como diagnosticar? O teste mais utilizado para o diagnóstico in vivo da tuberculose é a tuberculinização. Realizado em  três formas: caudal, cervical simples ou cervical comparada. O exame que detecta a Tuberculose Bovina só pode ser realizado por um médico veterinário devidamente cadastrado no órgão de defesa do respectivo estado, no caso de Minas Gerais, o Instituto Mineiro Agropecuário (IMA) e licenciado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Existe Vacina contra a Tuberculose Bovina? Não existe vacina nem tratamento para a Tuberculose Bovina, portanto a prevenção da entrada da doença é a chave do controle que é realizado mediante a normativa do Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose Animal, com a identificação e eliminação de animais infectados.   Caso tenha alguma dúvida sobre a Tuberculose Bovina deixe nos comentários para que possamos esclarecê-las.    

Gestão em Agronegócio

Descubra o que fazer com leite armazenado na falta de energia elétrica

Alguns alimentos estragam facilmente, caso fiquem fora de uma área refrigerada por muito tempo. Isso ocorre com o leite de saquinho, o de caixa que está aberto, carnes, maionese, algumas frutas e outros diversos tipos de produtos. O problema é que pode acontecer da energia elétrica da sua casa acabar, ou até da sua produção de leite. O que fazer neste momento? Como manter a qualidade do leite sem a refrigeração? Nos tópicos a seguir você vai descobrir de que forma fazer isso. Veja! O que fazer com o leite sem refrigeração? Se o seu problema é o leite que você tem em casa e acaba a energia elétrica, a primeira coisa a se fazer é deixar a geladeira, o freezer fechado, sem abrir em momento algum, para que mantenha a temperatura fria por lá pela maior quantidade de tempo possível. Caso você observe ou a companhia de energia avise que vai demorar muito para a energia voltar, mais de 24 horas, é hora de partir para um plano B. Compre gelo em algum estabelecimento que venda e tenha energia elétrica ainda, coloque os alimentos em uma caixa térmica, isopor, e os mantenha refrigerados por esse período de tempo. E o leite da produção? Esse é o principal problema. Uma quantidade alta de leite fica muito difícil de armazenar em locais refrigerados sem o apoio da energia elétrica. O ideal é que o produtor tenha um GERADOR ou use de ENERGIA FOTOVOLTAICA, que vai evitar essas quedas de energia. Mas caso isso não seja possível, a única forma é tentar armazenar o máximo possível nos refrigeradores, deixando-os fechados, sem mexer e, caso o período seja longo demais, não vai ter jeito e você terá que jogar a sua produção fora. Por isso, o ideal é você ter tecnologias na sua produção que garantam a manutenção da energia elétrica e acabe com esse problema da perda do leite, da diminuição da produtividade e até da contaminação das vacas por bactérias pela falta de ordenha. Se tiver gostado deste texto, compartilhe-o com seus amigos que também precisam ler essas dicas!

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