Cooperativa Agropecuária Vale do Rio Doce

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Cooperativa realizará doação de quase 400 litros de leite à ADQF

As organizações cooperativistas anualmente participam do Dia de Cooperar, mais conhecido como Dia C. Esta ação foi idealizada pela Organização das Cooperativas do Estado de Minas Gerais (Ocemg) que conseguiu disseminar essa ação do bem para o Brasil inteiro.

A Cooperativa Agropecuária Vale do Rio Doce junto as maiores cooperativas de Governador Valadares (Sicoob AC Credi, Sicoob Crediriodoce, Unicred e Unimed) todas filiadas ao sistema Ocemg promovem o Dia C desde sua criação em 2009.

Neste ano de 2021 a realização do Dia C foi adaptada a realidade a que temos vivenciado – a pandemia causada pelo Coronavírus – mas o objetivo da ação continuou o mesmo: a solidariedade em prol daqueles que precisam.

Com a missão de ajudar as pessoas afetadas pela pandemia, as cooperativas se uniram por meio da campanha “10 + 10 = Muito mais que 20” e se empenharam em arrecadar alimentos. Juntas, as cooperativas arrecadaram cerca de 20 toneladas de alimentos que serão destinados às instituições filantrópicas de Governador Valadares.

A Cooperativa Agropecuária Vale do Rio Doce ficou responsável por promover a doação de cerca de 400 litros de leite que serão destinados à Associação de Acolhimento aos Dependentes Químicos e Familiares (ADQF). A doação acontecerá amanhã dia 17 de agosto, às 14h, na sede da entidade que está localizada na Rua Geraldo Viêira, R. 1, 292 – Santo Antônio, Gov. Valadares.

O Dia de Cooperar é o maior movimento de voluntariado cooperativista brasileiro e para o presidente da Cooperativa Agropecuária Vale do Rio Doce, João Marques, é uma honra participar de ações que elevam a dignidade humana. “Neste ano de 2021 a temática do Dia C foi Reconstruir Melhor Juntos e a Cooperativa, nos seus 63 anos, tem realizado ações que demandam união com excelência. Pois somar, caminhar e crescer juntos está na essência da Cooperativa e para nós realizar ações como esta é gratificante e não tem preço.”

Entrega do donativo scaled 1
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ARMAZÉM DA COOPERATIVA REALIZA A ENTREGA DE 2 MIL REAIS EM LEITE PARA O INSTITUTO NOSSO LAR

Nesta sexta-feira a diretoria executiva, os superintendentes da Cooperativa e o gerente do Armazém estiveram na sede do Instituto Nosso Lar em Governador Valadares para realizar a entrega do donativo oferecido pelo Armazém da Cooperativa Agropecuária Vale do Rio Doce durante a sua 1 Live Comercial Beneficente. Após a visita à instituição a equipe da Cooperativa e o presidente do Instituto Nosso Lar foram até a loja recém-inaugurada do Coelho Diniz, localizada no bairro São Pedro em Governador Valadares para realizar a compra do leite doado pelo Armazém da Cooperativa a instituição. «Nós recebemos com muita satisfação a contribuição oferecida pelo Armazém da Cooperativa que nos ajudará na alimentação de crianças, adolescentes e principalmente dos idosos que são internados em regime permanente. A nossa maior dificuldade hoje é manutenção dos itens essenciais como alimentos, fraldas, remédios e materiais de higiene pessoal, o leite doado pelo Armazém da Cooperativa irá suprir a nossa demanda por aproximadamente dois meses e meio.

O presidente da Cooperativa, João Marques, explica que anualmente a instituição planeja o calendário institucional com ações pontuais em prol da sociedade. «A Cooperativa planeja todas ações anuais e junto a elas as que têm o objetivo de beneficiar a sociedade em que estamos inseridos.

Entenda a Ação

O Armazém da Cooperativa Agropecuária Vale do Rio Doce no último dia 22 de julho realizou uma Live Comercial Beneficente através do canal do youtube da Cooperativa. Neste período teve muita moda de viola, sorteios de brindes, vendas no Armazém, entretenimento e interação com todos aqueles que nos prestigiaram de casa. Os telespectadores votaram em prol da instituição que desejava que o donativo oferecido pelo Armazém da Cooperativa fosse repassado, ao total doze instituições foram escolhidas para fazer parte deste momento.

media geometrica
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Entenda como fazer a média geométrica

Atualmente produzir leite de qualidade não é mais uma opção é uma obrigação dos produtores. Pois cada vez mais os consumidores de produtos lácteos estão mais exigentes. E para atender seus anseios é necessário produzir uma matéria-prima de qualidade que leve alimentos seguros a mesa dos consumidores.  Por isso, o Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) publicou no ano de 2018 as Instruções Normativas (IN) nº 76 e 77 que estabelecem padrões de qualidade na produção do leite e fixação de requisitos mínimos de higiene e controle sanitário para a produção, obtenção, coleta e comercialização do leite que são medidos através da média geométrica. De acordo com as INs o leite de boa qualidade deve apresentar as seguintes características: Composições físico-químicas adequadas; A Contagem de Células Somáticas (CCS) deve ser menor que 500 mil Unidades Formadoras de Colônias (UFC/ml); A Contagem de Células Bacterianas Totais  deve ser menos que 300 mil Unidades Formadoras de Colônias (UFC/ml); A matéria prima não pode constar presença de agentes contaminantes (antibióticos, adição de água, sujidades, entre outros). O que é CCS e CBT? Contagem de Células Somáticas (CCS)  são o conjunto de células de origem do sangue como linfócitos, macrófagos e neutrófilos (que são células de defesa do organismo) e as células que descamam do epitélio da própria glândula mamária da vaca. Dessa forma, a CCS pode ser traduzida como a saúde da glândula mamária.   Contagem Bacteriana Total (CBT) é a higiene do ambiente, desde a ordenha até o armazenamento nos tanques resfriadores. Assim como a CCS, quanto mais baixa a CBT, melhor a qualidade do leite   Estes indicadores são medidos através das médias geométricas realizadas a cada três meses. Entenda como calcular a média geométrica destes indicadores Como definição, a média geométrica de três amostras nada mais é do que a raiz cúbica do produto dos três valores em questão. Para facilitar a compreensão deste conceito, demonstraremos a média geométrica de 3 valores: 10, 100 e 1000. Aplicando-se o conceito acima, inicialmente é necessário calcular o produto (multiplicação) entre os valores (10 x 100 x 1000 = 1.000.000) e posteriormente calcular a raiz cúbica deste produto (1.000.0001/3 = 100). Desta forma, a média geométrica dos valores 10, 100 e 1000 é igual a 100. Para confirmar se o cálculo foi feito de forma correta, basta elevar o valor da média geométrica ao cubo (1003 = 1.000.000) para obter o produto dos 3 valores. Comparativamente, a média aritmética dos 3 valores usados no exemplo anterior seria (10 + 100 + 1000) / 3 = 370, a qual é substancialmente maior que a média geométrica obtida dos mesmos valores. Para explicar de forma mais clara vamos dar um exemplo mostrando a média geométrica e a média aritmética. Tabela – Simulação da CCS mensal o tanque de vários rebanhos leiteiros e o cálculo da média geométrica e aritmética. Tanque Jan/20 Fev/20 Mar/20 Média geométrica Média aritmética Diferença A (CCS mensal) 400 700 1.100 695 767 72 B (CCS mensal) 400 1.000 400 543 600 57   Com auxílio de uma calculadora cientifica obtemos os resultados anteriores, demonstrando que a média geométrica apresenta menor variância, fazendo com que reduza o impacto de valores individuais elevados, os quais podem ser resultado de erros de amostragem ou de análise. Em resumo, quanto maior a diferença entre os resultados da CCS ou CBT no período de 3 meses consecutivos, maior será a diferença entre a média geométrica e aritmética.

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Sucedâneos lácteos por quê usar?

Um dos maiores custos para a propriedade leiteira é aleitamento dos bezerros, esse fato está relacionado diretamente ao consumo de dieta liquida. Um bezerro chega a consumir aproximadamente 300 litros de leite entre o aleitamento natural e artificial. Desde o seu nascimento até o desmame que ocorre em torno de 60 e 70 dias de vida.O que também pode variar de acordo com o tipo de manejo de cada fazenda. Uma solução na alimentação de bezerros recém-nascidos é o uso de sucedâneos lácteos. Na primeira fase da vida dos bezerros o leite deve ser o principal alimento, no entanto, este produto é destinado à comercialização, o que muitas vezes gera conflito financeiro dentro da propriedade leiteira. Por isso, uma das formas para diminuir os custos na alimentação, é lançar mão do uso do sucedâneo lácteo (formulações com ingredientes que tentam imitar a composição do leite), principal forma de substituição do leite integral na alimentação de bezerros na propriedade. O que são sucedâneos Lácteos? Os sucedâneos lácteos  são misturas compostas por proteína, gordura, minerais, vitaminas, entre outros, com o objetivo de imitar o leite integral produzidos pelas vacas. Possuem a finalidade de alimentar bezerros recém-nascidos, após a fase do colostro, fazendo a substituição ao leite integral. Este procedimento pode resultar em redução de custos dentro das fazendas leiteiras. Além disso, possibilita ao produtor fornecer a indústria maior volume de leite. O que consequentemente acarretará em aumento de rentabilidade na atividade leiteira. Para que os sucedâneos lácteos apresentem semelhança ao leite integral, é imprescindível a escolha de um produto de qualidade. É importante ressaltar que o sucedâneos lácteos não possui a função de substituição do colostro, alimento de total importância para garantir o nível adequado de imunidade para os bezerros nas primeiras horas de vida. Portanto, para a escolha de sucedâneos lácteos vários fatores devem serem levados em consideração no momento da compra, por exemplo,os níveis nutricionais de proteína, gordura, minerais, vitaminas, a composição dos ingredientes e índices de solubilidade do produto e palatabilidade (aceitação do animal). Vantagens do uso de sucedâneos Lácteos Menor custo e maior atenção aos quesitos de biossegurança com bom custo-benefício; Maior controle de qualidade do produto, pois possui excelentes opções no mercado; Desvinculação do horário da ordenha com o trato da fase de cria (bezerros); Preservação na transmissão via leite de doenças da vaca para o bezerro; Maior concentração da mistura, ou seja, maior teor de matéria seca, aumentando a rapidez e a eficiência no desempenho; Aumento no fornecimento de leite à industria; Aumento no desempenho e o desenvolvimento dos bezerros.   É muito importante ressaltar que para a escolha e utilização do produto é necessário uma visão em relação ao desempenho do bezerro, e não somente ao preço do produto. Além disso, os cuidados no modo de uso como, qualidade da temperatura de aquecimento, processos de limpeza e padronização de mistura do produto devem sempre ser observados.    

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A IMPORTÂNCIA DE UMA BOA COLETA DE AMOSTRA PARA AS IN 76 e 77/2018

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) fixou no ano de 2018 novas regras para a produção de leite especificando padrões de identidade e qualidade do leite cru refrigerado, pasteurizado e “tipo A” por meio das Instruções Normativas (IN) 76 e 77/2018. As INs tem como foco nortear os padrões de qualidade da matéria-prima na indústria e no manejo nas fazendas leiteiras. O MAPA realiza o controle de qualidade do leite através da coleta de amostra colhidas pela indústria para assegurar o cumprimento de todos os requisitos, por isso, é essencial realizar uma coleta de amostra correta. Este procedimento é importante para o processo de avaliação da qualidade do leite in natura  produzido do produtor. Sua principal característica é retratar com fidelidade as características do leite, minimizando as chances da industria captar uma matéria-prima sem qualidade, ou até mesmo, adulterada o que acarretada danos tanto para a indústria quanto para o consumidor final. Principais indicadores analisados pela coleta de amostra Contagem Bacteriana Total (CBT); Contagem de Células Somáticas (CCS); Matéria Gorda; Proteína. Estes indicadores são utilizados pelas indústria para a certificação da coleta de leite de qualidade para a produção de leite e derivados que promovam e mantenham a saúde dos consumidores garantido a segurança alimentar. Além disso, os produtores que produzem leite de qualidade são bonificados pelo trabalho que desenvolvem em suas fazendas. As amostras também tem a finalidade rastrear qualquer contratempo que possa ser identificado no leite pelas indústrias . Como são realizadas as coletas de amostra pela indústria de acordo com as INs 76 e 77/2018 Para a realização de uma boa coleta de amostra  é necessário a elaboração de uma lista com a identificação de todos os produtores cadastrados como fornecedores para a confecção de etiquetas com código de barras para a leitura dos aparelhos de análise no laboratório Rede Brasileira de Qualidade do Leite (RBQL); É necessário a organização das rotas para a distribuição dos frascos esterilizados e identificados. Para a realização da coleta de amostra de cada produtor é necessário dois frascos com tampas de cores diferentes . Em um frasco é coletado uma amostra para análise de CBT e no outro, a amostra para análise de CCS, matéria gorda e proteína; Para realizar uma boa coleta de amostra o  transportador realiza a homogenização do leite. Em seguida coleta duas amostras com uma concha inox esterilizada com cuidado para colocar a medida correta nos frascos e agitar para diluir as pastilhas conservantes das amostras. Na sequência armazena em caixas isotérmicas com gelos recicláveis. Ao chegar à indústria as amostras são enviadas ao setor de controle de qualidade e são refrigeradas para garantir a conservação das amostras. A última etapa deste processo é a organização dos frascos para o envio ao laboratório credenciado na RBQL que são transportadas em um veiculo apropriado para garantir a qualidade das amostras. Portanto, a realização correta do procedimento da coleta de amostra é de fundamental importância  para a identificação e disgnóstico da qualidade do leite fornecido pelos produtores que são justamente remunerado pela qualidade, segurança e eficiência na produção de leite de acordo com as IN 76 e 77/2018. Por Hudson Cardoso – Política Leiteira

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INs 76 e 77 estabelecem regras para o fornecimento de leite

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) fixou novas regras para a produção de leite especificando os padrões de identidade e qualidade do leite cru refrigerado, do pasteurizado e do “tipo A” através das Instruções Normativas (IN) 76 e 77/2018. Entenda a diferença entre a IN 76 e 77/2018 A IN 76/2018 impõe padrões da qualidade do leite in natura refrigerado. E a IN 77/2018 define parâmetros de qualidade nos procedimentos e ações adotadas nas propriedades rurais produtoras de leite como: produção, acondicionamento, conservação, transporte e seleção de leite de qualidade seguro ao consumidor.   Conheça os requisitos mínimos para o fornecimento de leite para a indústria 1- A temperatura no momento da coleta na propriedade deverá ser menor até 4ºC. Caso não atenda esse critério não poderá ser coletado; 2- O leite continuará sendo analisado através do teste de alizarol (Mínimo 72ºGL), caso acuse coagulação, não poderá ser coletado; 3-  A acidez Dornic deverá estar entre 14ºD a 18ºD caso apresente resultados abaixo ou acima desse intervalo a coleta será interrompida; 4- A densidade do leite deverá ser a entre 1,028 a 1,034 g/mL caso apresente resultados abaixo ou acima desse intervalo a coleta será interrompida; 5 – A presença de álcool, sacarose (açúcar), cloreto (sal), inibidores (água oxigenada, cloro, formol e amido) no leite não é permitida. Caso as análises confirmem presença a coleta será interrompida. 7- A contaminação por resíduos de antibióticos no leite. Caso as análises confirmem a presença desses compostos o leite será descartado. 8- A fraude de adição de água no leite é determinada pela análise denominada crioscopia. Os parâmetros máximo de -0,530ºH   e mínimo de -0,550ºH determinam a normalidade do leite. Fora destes parâmetros o cooperado será notificado, penalizado e poderá ter sua coleta será interrompida; 9- A Contagem Bacteriana Total (CBT) deverá ser menor que 300.000 mil Unidades Formadoras de Colônias (UFC/mL). Quando a média geométrica trimestral for superior a 300.000 a coleta poderá ser suspensa; 10- A média geométrica de Contagem de Células Somáticas (CCS) será realizada trimestralmente devendo ser menor do que 500.000 mil (UFC/mL). 11 – A proteína do leite deverá ser no mínimo de 2,9%. Caso não atenda este requisito a coleta poderá ser interrompida. 12- O teor de gordura do leite deverá ser maior que 3,0%; 13- O Extrato Seco Desengordurado (ESD) deverá ser de no mínimo 8,4%. Valores menores do que o indicado a coleta será interrompida. 14- O leite que apresentar substâncias estranhas ou que mascarem os resultados das análises não será coletado. Requisitos para o transporte do leite 1- No momento da coleta serão avaliados os aspectos de cor e odor. O leite deve estar homogêneo como um líquido branco isento de odores e sabores estranhos. Caso não esteja neste padrão não será coletado; 2- Para a realização da coleta a estrada de acesso a propriedade deverá permitir o tráfego de caminhões com segurança. Caso não atenda esse critério a coleta não será realizada. 3- O ponto de coleta deverá está localizado em áreas que permitam manobras seguras e que respeitem a distância máxima de 7 metros do registro de saída de resfriador. Caso a sala de leite não atenda estes requisitos o leite não poderá ser coletado; 4- O tanque resfriador de leite deverá estar nivelado, com o termômetro em bom funcionamento e o motor do agitador funcionando normalmente. Caso o equipamento não esteja adequado a coleta poderá não ser realizada. 5-  A sala de leite deverá ter disponibilidade de água potável para a higienização do tanque e utensílios de coleta. Caso não atenda esses requisitos o leite poderá não ser coletado. Produtor, fique atento aos principais pontos!!! Controle de Temperatura A temperatura no tanque resfriador no momento da coleta deverá ser de no máximo 4°C, para dar condições de chegar na plataforma da indústria a 7°C. Para atingir esse objetivo os tanques resfriadores devem estar bem regulados e com sua manutenção em dia. 2) Contagem Padrão em Placa (CPP) (antiga CBT) Na coleta do leite na propriedade as exigências quanto ao CPP são que tenham no máximo 300.000 mil Unidades Formadoras de Colônias por ml de leite (UFC/mL). Esse indicador será analisado por suas médias geométricas de três meses subsequentes. Se na contagem seguinte (mês 4) seus indicadores ainda permanecerem fora do padrão, o cooperado ainda tem o prazo de 30 dias para efetuar a correção. Se persistir fora do padrão no mês 5 a coleta do leite deverá ser interrompida. A Contagem de Células Somáticas (CCS) deverá ser de no máximo 500.000 mil UFC/mL. A sua média geométrica trimestral  não promove a interrupção da coleta do leite, mas o produtor deverá realizar ações que reduzam esse indicador que causa grandes prejuízos ao rebanho leiteiro. O produtor deverá ficar atento em sua propriedade na higienização e manutenção dos equipamentos de ordenha e resfriamento do leite, no trato dos animais leiteiros, e nas normas legais de sua atividade. A Cooperativa possuí a equipe técnica do departamento de Política Leiteira capacitada para orientar o nosso cooperado a atingir estes objetivos.

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