Cooperativa Agropecuária Vale do Rio Doce

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1ª Feira Agrícola do Armazém foi sucesso total

O Armazém da Cooperativa está se organizando para atender todos os segmentos do agronegócio no Vale do Rio Doce, e por isso, realizou entre os dias 8 a 14 de setembro, sua 1ª Feira Agrícola com o objetivo de oferecer produtos de alta qualidade a preços bem abaixo do mercado.

Estavam em oferta insumos como adubos, sementes, ferramentas, máquinas, equipamentos, implementos e muito mais! Tudo para os produtores rurais da região realizarem o plantio de cana, milho, sorgo e demais culturas de pastagem com tranquilidade, neste período em que se iniciam as chuvas na nossa região.

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Armazém da Cooperativa realiza 1ª Feira Agrícola

O Armazém da Cooperativa buscando atender todos os segmentos do agronegócio no Vale do Rio Doce, realizará entre os dias 8 a 14 de setembro, a sua 1 Feira Agrícola com o objetivo de oferecer produtos de alta qualidade a preços bem abaixo do mercado. O Armazém da Cooperativa está oferecendo condições de pagamento acessíveis a todos os produtores rurais do Vale do Rio Doce. Além do menor preço e prazo o Armazém entrega qualquer quantidade na fazenda do produtor a custo zero. De acordo com o gerente do Armazém, Rafael Campos, a Feira Agrícola é uma oportunidade única de adquirir produtos de altíssima qualidade a preços baixos para preparar a produção leiteira do próximo ano.

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Cooperativa e Sebrae Minas realizam o 1º Dia de Campo Virtual

A Cooperativa Agropecuária Vale do Rio Doce em parceria com o Sebrae Minas através do Educampo realizou, no último dia 04 de agosto, o 1 Dia de Campo Virtual. Porém, devido ao momento em que estamos vivendo, em função da pandemia causada pelo Coronavírus, as instituições envolvidas viram a necessidade de readequar o modelo transferindo para o ambiente virtual. O Dia de Campo Virtual teve o objetivo de apresentar os resultados da Fazenda Palmeiras, propriedade do senhor Elias Oliveira Alves, situada no município de Itabirinha de Mantena, que há 6 anos é acompanhada e monitorada pelo consultor técnico do Educampo, Bruno Magalhães. Todos que participaram do 1 Dia de Campo Virtual tiveram a oportunidade de ver a evolução da fazenda através dos dados que foram apresentados.

Para o cooperado Adriano Libório o 1 Dia de Campo Virtual foi muito proveitoso e possibilitou a aqueles que nunca participaram de um dia de campo participarem pela primeira vez, como foi seu caso. «Para mim foi uma novidade o evento através do uso de uma ferramenta virtual, pois sempre quis participar, mas nunca conseguia devido o entrave de ser em dia de trabalho. Essa modalidade virtual atendeu muito as minhas expectativas, pois possibilita a todos aqueles que precisam e querem melhorar na atividade leiteira a eliminar a maioria dos problemas encontrado na propriedade.» Afirma Libório. «O objetivo do Dia de Campo Virtual foi adaptar a realidade que estamos vivendo devido ao Coronavírus.

Pelos feedbacks que tivemos acreditamos ter atendido as expectativas, pois durante as visitas que realizei após o nosso 1 Dia de Campo Virtual tenho recebido muitos retornos positivos.» Explica Magalhães.

Entenda como foi realizado o 1 Dia de Campo Virtual

O 1 Dia de Campo Virtual foi realizado através do WhatsApp . Foi disponibilizado o contato de WhatsApp do setor de Comunicação da Cooperativa para que os participantes enviassem suas perguntas que foram mediadas pelo setor. O consultor as enviavam dentro do grupo do Dia de Campo com as respostas. Todas as pessoas que desejavam participar tiveram a oportunidade, uma vez que para entrar no grupo bastava acessar o link que foi disponibilizado nas redes sociais e grupos de WhatsApp da Cooperativa.

O Grupo ficou ativo por 24h todas as perguntas foram respondidas e o conteúdo publicado foi autorizado seu compartilhamento.

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Saiba tudo sobre Mastite

O que é Mastite? A mastite ou mamite nada mais é que uma inflamação da glândula mamária, considerada uma resposta do tecido que produz o leite a uma agressão por microrganismos, ferimentos, ou qualquer outro tipo de trauma, causando uma reação inflamatória que tem como objetivo neutralizar ou eliminar os agentes causadores da agressão ao tecido. Prejuízos caudados pela Mastite A mastite é uma das mais comuns doenças que acometem as vacas leiteiras. De fácil transmissão entre os animais, pode levar a perdas econômicas diretas, por exemplo, redução na produção leiteira (cerca de 3l de leite por animal por dia) e causa alteração nas características físico-químicas do leite, alterando o tempo de prateleira do leite UHT (ultra high temperature) e dos produtos lácteos, causando prejuízos às indústrias, além do aumento dos custos nas fazendas leiteiras com serviços veterinários, mão-de-obra, descarte precoce de animais e medicamentos. Classificações da Mastite  A mastite pode ser classificada de acordo com a sua manifestação clínica de duas formas distintas, a mastite clínica e a subclínica. A mastite clínica são os casos da enfermidade que geralmente provoca sinais evidentes, tais como: aumento de temperatura, edema, dor e endurecimento da glândula mamária. Além disso, altera as características do leite, gerando aparecimento de grumos, pus ou fluido sanguinolento. Já mastite subclínica se caracteriza pela ausência de alterações visíveis no leite ou na glândula mamária por não apresentar sinais aparentes muitas vezes não é observada por ordenhadores e produtores. A mastite subclínica é a de maior impacto entre o rebanho, pois é disseminada de forma mais rápida entre os animais podendo acometer um grande número de vacas da fazenda.  Prevenção contra Mastite O controle e prevenção da mastite devem ter como meta a eliminação de infecções, reduzindo sua duração por meio de medidas como o tratamento de vaca seca (conseguindo prevenir cerca de 80 a 90% de casos de mastite subclínica no rebanho), o descarte de vacas com casos crônicos e o tratamento durante a lactação. A prevenção é a principal forma para o controle da mastite. O Programa de prevenção da mastite tem como objetivo limitar a ocorrência das infecções e de forma direta reduzir os impactos econômicos causados na atividade leiteira. Confira 17 métodos de prevenção contra a Mastite  Para prevenir, controlar e evitar a mastite é necessário que o ordenhador, vaqueiro ou produtor rural adotem algumas medidas no manejo do rebanho, só assim será possível se livrar deste mal que trás sofrimento as vacas e gera prejuízos aos pecuaristas. 1-  Adotar práticas de higiene antes, durante e após a ordenha; 2- Mostrar a importância do ordenhador e sua higiene; 3- Realizar todos os dias o teste da caneca de fundo preto, para verificação de casos de mastite clínica e diminuir o índice de contaminação do leite; 4- Após a retirada dos primeiros jatos. Antes da ordenha (pré-dipping) fazer a limpeza e desinfecção com imersão completa de uma solução comercial (Iodo, clorexidine ou cloro, por exemplo) nos tetos das vacas. Este procedimento tem como objetivo diminuir a população bacteriana, eliminar riscos de contaminação, além de evitar contaminação de uma vaca para outra, sendo importante fazer a secagem com papel toalha descartável; 5- E após a ordenha (pós-dipping)  desinfecção feita com imersão completa de solução comercial (Iodo glicerinado) dos tetos ao final da ordenha, que consiste na redução da carga bacteriana ali presente, diminuindo como consequência os casos de mastite; 6- Utilizar papel toalha descartável na limpeza de cada teto das vacas na hora da ordenha, não utilizar panos, pois contribuem na transmissão de contaminantes de um animal para outro; 7- Importante fornecer alimento após o procedimento, para manterem os animais em pé, até que ocorra fechamento completo do esfíncter do teto; 8- Fazer o teste da raquete (CMT – Califórnia Mastite Teste), no mínimo uma vez por mês, para verificar casos de mastite subclínica, para realizar a linha de ordenha. 9- Realizar a linha de ordenha, vacas com mastite sendo ordenhadas por último; 10- Controle sanitário dos locais de permanência dos animais (Piquete maternidade, alojamento de vacas secas); 11- Fazer o tratamento das vacas com sintomas da mastite, e descartar o leite de forma correta, respeitando o período de carência, prescrito na bula do medicamento; 12- Ter um cuidado importante de vacas com bezerros velhos, pois essas vacas possuem maior chance de apresentar mastite; 13- Limpeza e higienização dos equipamentos, matérias de ordenha e do local da ordenha; 14- Fazer o tratamento para as vacas secas com uso de antibiótico adequado, após o final da lactação, pois além de ajudar na prevenção de casos novos, combate também os casos de mastite subclínica que ocorreram durante a lactação; 15- Pelo menos uma vez por mês, registrar os dados de saúde animal, como os casos de mastite, em quais animais e qual teto do animal foi acometido; 16- Se atentar, para não introduzir animais infectados no rebanho; 17- Aumentar a resistência imunológica do rebanho, com nutrição adequada e balanceada, além de vacinação e vermifugação na época correta. Um manejo correto na hora de ordenhar as vacas pode reduzir a taxa de animais acometidos por mastite clínica e subclínica, diminuindo os agentes causadores de novas infecções, melhorando a sanidade do rebanho e a qualidade do leite produzido na fazenda leiteira. Esses cuidados trarão como consequência direta, redução de gastos com medicamentos, redução de custos  na propriedade, ganho de indicadores na qualidade do leite e aumentando a lucratividade da atividade leiteira. Com isso, toda a cadeia produtiva do leite sai ganhando, desde os animais até o consumidor final, pois evitará o sofrimento dos animais,  a indústria terá um leite de qualidade para produzir bons produtos e o consumidor final  terá em sua mesa um produto com qualidade 100% garantida.

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Cooperativa em parceria com a Tetra Pak doam telhas ecológicas para a construção de sala de aula

A Cooperativa Agropecuária Vale do Rio Doce em parceria com a Tetra Pak, empresa que produz as embalagens dos produtos Ibituruna, realizou no dia 29 de outubro a doação de 20 telhas ecológicas para a construção da sala de aula ecológica, na Escola Municipal Realina Adelina Costa, situada na comunidade de Santo Antônio do Porto. A doação das telhas é resultado do projeto Realina em Ação Arte sustentável, idealizado pela professora Elizângela Martins. Segundo ela o projeto tem o propósito de diminuir o lixo nas cachoeiras próximo à comunidade e desde o início do projeto já foram retiradas mais de 26 mil garrafas pets do meio ambiente para a construção da sala de aula ecológica. A diretora da Escola Ivana Maria conta que para a construção da sala foi necessário firmar parcerias com entidades, instituições e empresas. “Devido à necessidade de mais espaço na escola, percebemos que precisávamos realizar uma obra de ampliação, porém não tínhamos verba para este fim. Foi nesse momento que decidimos associar o nosso projeto com a obra. Buscamos parcerias para a construção da nova sala e a Cooperativa abraçou o nosso projeto e se empenhou para nos ajudar, tendo em vista que é uma instituição que possui responsabilidade social e trabalha a sustentabilidade. O projeto Realina em Ação Arte sustentável tem como principal objetivo trabalhar com as crianças a consciência ecológica. Durante a construção todas levaram para a escola garrafas pets e ajudaram a enchê-las de área, na hora de levantar as paredes cada uma colocou a mão na massa e empilhou um tijolo pet, inclusive alguns pais ajudaram ” conta Maria. A sala que está sendo construída atenderá crianças com faixa etária entre dois e três anos de idade, toda a comunidade escolar será beneficiada. O material base para a construção da sala foram garrafas pets cheias de areia que foram  coladas com argila, o chão será feito com cimento e tampinhas de garrafa. De acordo com a diretora a sala ecológica pode ser 6% mais arejada e fresca e a durabilidade dela é a mesma de uma construção convencional. A Cooperativa é pautada pelos sete princípios cooperativista, um deles rege o interesse pela comunidade, o qual as cooperativas trabalham para o desenvolvimento sustentável de onde estão inseridas com projetos economicamente viáveis, ambientalmente corretos e socialmente justos. Para o presidente da Cooperativa João Marques, investimentos como esse são muito significativos, pois despertam nas pessoas atitudes que mudam o mundo! “A Cooperativa busca constantemente cumprir seu papel social que tem como objetivo impactar a vida das pessoas positivamente. E é através de ações como essa que conseguimos desenvolver as pessoas por meio da educação, conscientização e informação. Atitudes simples podem transformar o meio onde vivemos.” Afirma Marques.

Gado Leiteiro, Gestão em Agronegócio

Tuberculose Bovina

A Tuberculose Bovina é uma doença crônica causada pela bactéria  Micobacterum Bovis, que acomete ruminantes, suínos, aves, animais silvestres e humanos. Essa doença causa muitos prejuízos financeiros ao proprietário do rebanho. Além disso, é uma zoonose (doença que pode ser transmitida aos seres humanos pelos animais), por isso deve-se ficar atento. Essa doença possui uma evolução muito lenta, com poucos sinais clínicos, podendo ser variáveis e inespecíficos. Em estados avançados da doenças os animais podem apresentar lesões em diversos órgãos e tecidos do animal, como pulmões, fígado, baço e até mesmo na carcaça. As vacas podem apresentar lesões no úbere e dependendo do estágio da infecção os animais podem manifestar emagrecimento acentuado e tosse. Por isso, é extremamente importante submeter periodicamente seu rebanho ao teste que identifica a doença. Vias de transmissão da Tuberculose Bovina A principal via de transmissão da bactéria causadora da doença é a aérea, sendo a inalação de aerossóis a mais comum. O contato direto (focinho com focinho) com secreções nasais e a ingestão de leite cru de animais infectados também constituem possíveis vias de transmissão, esta última especialmente importante quando consideramos a infecção de animais jovens. Como diagnosticar? O teste mais utilizado para o diagnóstico in vivo da tuberculose é a tuberculinização. Realizado em  três formas: caudal, cervical simples ou cervical comparada. O exame que detecta a Tuberculose Bovina só pode ser realizado por um médico veterinário devidamente cadastrado no órgão de defesa do respectivo estado, no caso de Minas Gerais, o Instituto Mineiro Agropecuário (IMA) e licenciado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Existe Vacina contra a Tuberculose Bovina? Não existe vacina nem tratamento para a Tuberculose Bovina, portanto a prevenção da entrada da doença é a chave do controle que é realizado mediante a normativa do Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose Animal, com a identificação e eliminação de animais infectados.   Caso tenha alguma dúvida sobre a Tuberculose Bovina deixe nos comentários para que possamos esclarecê-las.    

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