Cooperativa Agropecuária Vale do Rio Doce

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Culto ecumênico em agradecimento aos 60 anos da Cooperativa é sucesso!

No dia 25 de janeiro, a Cooperativa Agropecuária Vale do Rio Doce recebeu em sua sede administrativa, cerca de 600 pessoas, entre, autoridades, convidados, cooperados e seus familiares para a celebração do culto ecumênico em agradecimento aos 60 anos de fundação da instituição. Os celebrantes do culto foram o padre Anderson e o pastor Ricardo, que meditaram sobre a força da colaboração e os resultados que são empregados na sociedade por meio deste princípio. Após o culto ecumênico houve, a solenidade seguiu com homenagens das entidades Sicoob Crediriodoce, Sindicato da Indústria de Laticínios de Minas Gerais (Silemg) e União Ruralista Rio Doce. Autoridades e parceiros explanaram sobre a importância que a Cooperativa exerce na região do Vale do Rio Doce nas 57 cidades em que atua e o fomento que proporciona no agronegócio.

Notícias

4º Workshop Cre$er + entrega do 8º Bônus Fidelidade foi sucesso!

No dia 18 de dezembro, no tatersal Saul Vilela, no Parque de Exposições, foi realizado o 4º Workshop Cre$cer Cooperativa + a entrega do 8º Bônus Fidelidade. O evento contou com a presença de mais de 400 cooperados, autoridades locais, convidados e produtores rurais da região do Vale do Rio Doce. Durante toda a parte da tarde foram abordados assuntos relevantes para os pecuaristas de “como ganhar dinheiro com leite” e a demonstração dos indicadores de sucesso da Cooperativa. Além disso, houve o momento mais esperado do evento a entrega do 8º Bônus Fidelidade aos cooperados que forneceram sua produção de leite de 01 de janeiro a 30 de novembro. O valor dividido entre os cooperados foi de R$2.130.810,28. Entre palestras, apresentações de case de sucesso e perguntas e respostas os produtores rurais tiveram a oportunidade de refletir, debater e aprender novas técnicas de manejo.    

Gestão em Agronegócio

Sorgo X Milho: Qual é o melhor para alimentação bovina?

Fazer boas escolhas na hora de alimentar o seu gado é crucial para ter bons resultados, tanto em se tratando de gado de leite quanto gado de corte. Dois alimentos que despertam bastante dúvida sobre qual é o melhor em custo e nutritivamente são o sorgo e o milho. Nesse artigo faremos um comparativo entres esses dois tipos de alimentos, mostrando qual é o melhor nessa disputa. Confira: Na verdade, o sorgo é um tipo de cultura que oferece mais resistência a escassez hídrica o que o leva a ter safras maiores com um investimento fixo que é menor quando comparado ao milho. Isso deve ser levado em consideração, pois, ajuda a diminuir o custo final do produto como o leite, por exemplo. O sorgo também possui menor incidência de doenças e isso ajuda a economizar com a compra de defensivos agrícolas, o que torna o custo do produto ainda menor. Para se ter uma ideia mais clara a produção do sorgo pode ficar de 10 a 25% mais barata quando comparada ao milho. E falando de propriedades nutricionais o sorgo não fica atrás. O alimento possui 95% da quantidade de nutrientes do milho. Colocando em comparação a porcentagem de economia junto com a defasagem de nutrientes, na maioria das vezes será mais eficiente cultivar o sorgo. Contudo, a Embrapa orienta que os produtores devem estar atentos ao comprar sementes de sorgo, sempre observando a idoneidade da empresa e verificando o percentual de germinação do grão que deve estar acima dos 80% para que valha a pena. Além é preciso que se comece a plantar os híbridos tardios mais no início e encerrar a safrinha com híbridos precoces. Para entender como esse alimento vem ganhado espaço no Brasil devido as suas vantagens a Embrapa Milho e Sorgo publicou uma pesquisa que atesta que a produção de grão aumentou 54 vezes em 2018 quando comparada ao ano de 2014. Gostou do artigo? Não se esqueça de deixar o seu like e compartilhar. E caso tenha alguma dúvida ou comentário deixe no campo abaixo.

Gestão em Agronegócio

Sorgo para silagem: quais as variedades adaptadas a nossa região?

O sorgo é um tipo de cereal que passou a ser muito usado em silagem, em ração para animais e outras utilidades agrônomas por conta da sua qualidade e também pelo custo-benefício. Hoje existem tipos de sorgo que são usados em silagens em todo o país, inclusive na região do leste mineiro. A seguir, você vai conhecer os principais tipos de sorgo e quais dessas variedades podem ser usadas na região do leste de Minas Gerais, principalmente na criação do gado leiteiro. Confira! Os tipos de sorgo São três grandes tipos diferentes de sorgo que também são subdivididos em outras variedades. Esses principais são: granífero, duplo-propósito e o forrageiro tradicional. Há também a possibilidade de usar o sorgo híbrido, ou seja, que seja a mistura de dois ou dos três tipos gerais. A grande diferença do sorgo para o milho é que em locais com pouca chuva, como é o caso da região leste de Minas Gerais, o sorgo funciona melhor e gera maior produtividade. O milho é ótimo para lugares com alto índice pluviométrico, diferente do que ocorre por aqui. Os melhores para a região O forrageiro tradicional é o mais utilizado, o custo dele é bem baixo e existem vários híbridos que se adaptam bem a várias regiões e climas do país. Ele é mais indicado para rebanhos que produzam de baixa à média quantidade de leite por dia. Rebanhos mais robustos precisam de um alimento melhor. O duplo-propósito possuem uma qualidade maior que a do forrageiro, bem próxima a do milho. São fortes contra doenças e até contra a acidez do solo, em caso de plantação e alimentam bem o rebanho. É uma ótima opção para a região. Já o granífero é o tipo de sorgo mais caro, já que tem uma produção baixa e é necessário comprar muitas sacas para compor toda a silagem. Isso pode encarecer bastante a produção de leite e não valer a pena. O melhor sorgo vai ser aquele que mais tem a ver com o seu tipo de rebanho e de produção, mas o duplo-propósito tem bastante qualidade e um custo-benefício bem vantajoso para o produtor. Se tiver gostado deste texto sobre os tipos de sorgo mais propícios para a região, compartilhe-o com o seu amigo produtor que precisa dessas dicas!

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Conheça as técnicas básicas para o plantio de cana-de-açúcar

A cana é uma planta forrageira que é muito utilizada na sociedade brasileira, além de ser um produto de alto valor de exportação, seja pela produção de energia, do açúcar e até pela cachaça. Para plantar e colher a cana da forma certa é preciso seguir algumas regras determinadas pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Nos tópicos a seguir você vai ter um resumo de quais são essas técnicas e como elas devem ser aplicadas no plantio de cana-de-açúcar. Confira! Preparação do solo A primeira atitude que o agricultor deve tomar é escolher a área certa para o plantio da cana. A terra precisa ser plana, com ligeira inclinação. O solo precisa ser fértil, profundo e que não encharque de água em cada chuva que tiver no local. Depois de escolhido o lugar, é hora de preparar o solo com a aração para evitar plantas e pragas, melhorar a aeração e infiltração do solo, em seguida a gradagem, e a sulcagem que vai finalizar esse processo de preparo para o plantio da cana-de-açúcar. O plantio das mudas Com o solo preparado, você deve escolher quais variedades de cana que deseja plantar na sua propriedade, a depender do objetivo que tenha na plantação. As variedades mais adaptadas da região precisam ser pesquisadas, pois, variam dependendo do clima, solo e período do ano que se realiza o corte. Por isso, defina bem seus objetivos antes de começar a plantar. Com as mudas escolhidas, é hora de escolher a época do plantio. O melhor é no início do período chuvoso para que na época de seca você consiga colher as canas já prontas para a produção. O tempo da primeira plantação até a primeira colheita pode variar de 12 a 18 meses. Uma dica importante é agir com prevenção e usar fungicidas e inseticidas, orgânicos ou químicos, para evitar que as pragas se alojem na plantação e faça você perder toda a colheita. Prevenir é sempre melhor que remediar. O site da Embrapa tem todas as informações detalhadas para você fazer o plantio correto da cana-de-açúcar. Se tiver alguma dúvida, deixe o seu comentário aqui embaixo!

Gestão em Agronegócio

Descubra o que fazer com leite armazenado na falta de energia elétrica

Alguns alimentos estragam facilmente, caso fiquem fora de uma área refrigerada por muito tempo. Isso ocorre com o leite de saquinho, o de caixa que está aberto, carnes, maionese, algumas frutas e outros diversos tipos de produtos. O problema é que pode acontecer da energia elétrica da sua casa acabar, ou até da sua produção de leite. O que fazer neste momento? Como manter a qualidade do leite sem a refrigeração? Nos tópicos a seguir você vai descobrir de que forma fazer isso. Veja! O que fazer com o leite sem refrigeração? Se o seu problema é o leite que você tem em casa e acaba a energia elétrica, a primeira coisa a se fazer é deixar a geladeira, o freezer fechado, sem abrir em momento algum, para que mantenha a temperatura fria por lá pela maior quantidade de tempo possível. Caso você observe ou a companhia de energia avise que vai demorar muito para a energia voltar, mais de 24 horas, é hora de partir para um plano B. Compre gelo em algum estabelecimento que venda e tenha energia elétrica ainda, coloque os alimentos em uma caixa térmica, isopor, e os mantenha refrigerados por esse período de tempo. E o leite da produção? Esse é o principal problema. Uma quantidade alta de leite fica muito difícil de armazenar em locais refrigerados sem o apoio da energia elétrica. O ideal é que o produtor tenha um GERADOR ou use de ENERGIA FOTOVOLTAICA, que vai evitar essas quedas de energia. Mas caso isso não seja possível, a única forma é tentar armazenar o máximo possível nos refrigeradores, deixando-os fechados, sem mexer e, caso o período seja longo demais, não vai ter jeito e você terá que jogar a sua produção fora. Por isso, o ideal é você ter tecnologias na sua produção que garantam a manutenção da energia elétrica e acabe com esse problema da perda do leite, da diminuição da produtividade e até da contaminação das vacas por bactérias pela falta de ordenha. Se tiver gostado deste texto, compartilhe-o com seus amigos que também precisam ler essas dicas!

Gado Leiteiro

Descubra como prevenir a mastite no gado leiteiro

A mastite é uma doença perigosa para a produção leiteira da sua fazenda. É uma inflamação na glândula mamária da vaca causada por bactérias e fungos que, praticamente, invalida a qualidade do leite. Nos tópicos a seguir você vai entender como pode ser feita a prevenção à mastite, qual o dano econômico dessa doença e os cuidados que você deve ter no tratamento. Veja! Como é feita a prevenção? Prevenir é sempre a melhor solução. Para isso, você precisa ficar atento a alguns detalhes importantes. O local que a vaca dorme precisa estar limpo e seco, isso evita a proliferação de fungos e bactérias. Além disso, é preciso que as vacas não estejam estressadas, ou seja, vivam em um ambiente com conforto térmico, alimentação balanceada, água limpa e outros elementos que as mantenham sob controle físico e temperamental. Os métodos e equipamentos de ordenha também precisam estar sempre limpos, esterilizados, para evitar contaminações. Espante as moscas de próximo do rebanho e tenha todos os medicamentos necessários para o caso de contaminação pela mastite. Quais os danos econômicos? Além do tratamento das vacas que não é nada barato, o leite contaminado pela mastite não pode ser comercializado. Ou seja, enquanto a vaca estiver em tratamento, você não vai poder vender seu leite e isso pode trazer um prejuízo gigantesco, já que a recuperação do gado pode demorar dias e até semanas. Por isso, o melhor é sempre evitar que a doença ocorra. Em caso dela surgir, chame imediatamente o veterinário e comece o tratamento com o uso dos antibióticos. Que cuidados deve-se tomar? O principal cuidado é com a questão dos antibióticos. Enquanto eles estiverem no sangue da vaca, mesmo após o tratamento, esse leite não deve ser usado. Caso contrário, pode trazer problemas para a saúde de quem for tomar o leite e você pode sofrer algum tipo de sanção por conta disso. Caso ainda tenha restado alguma dúvida sobre as formas de prevenção da mastite, deixe o seu comentário aqui embaixo!

Gado Leiteiro

Veja qual a importância do conforto térmico para as vacas em lactação

A criação de gado para leite precisa de vários cuidados. As vacas leiteiras para produzirem um produto de qualidade e de quantidade, necessitam estar em um ambiente propício para isso. Por isso, o conforto térmico é tão importante. Nos tópicos a seguir você vai entender o que é o conforto térmico, o motivo da importância desse fator e como ele influencia na qualidade do leite da vaca. Veja! O que é o conforto térmico e como fazê-lo? Conforto térmico é o termo utilizado para que as vacas vivam em um ambiente de clima equilibrado, com temperatura no valor ideal, umidade, espaço e outros fatores determinantes. No caso da temperatura, por exemplo, tudo vai depender da idade da vaca, mas o ambiente deve ter uma variação de 4° a 24°. Sendo as temperaturas mais baixas para animais mais velhos. Os mais novos ficam estressados com o frio. Além disso, é preciso que o animal tenha um espaço de sombra, com ventilação, vapor d’água para manter a umidade em quantidades aceitáveis, água limpa, dieta equilibrada, enfim, uma série de fatores que vão causar esse conforto térmico. Qual a importância do conforto térmico? O conforto térmico atua diretamente na produção do leite pela vaca. Animais com estresse causado pelo clima produzem menos leite e de pior qualidade. Isso já foi comprovado por estudos feitos na área por pesquisadores nacionais e também internacionais. Em testes recentes feitos pelo Instituto de Estudos Pecuários, a quantidade de proteína em um leite de uma vaca com conforto térmico é 13% maior do que de uma que vive em condições ambientais impróprias. É assim que o conforto térmico interfere na qualidade do leite da vaca. Ela fica fisicamente estressada e isso atrapalha a produção. Se tiver ainda alguma dúvida sobre o assunto, deixe o seu comentário aqui embaixo!

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Benefícios do uso de herbicidas na limpeza de pastagens

A pecuária bovina é uma das maiores potências econômicas em nosso país, tendo o maior rebanho comercial do mundo. E sua produtividade é toda alicerçada nas pastagens, visto que a maior parte da produção é feita nesses pastos, com a pecuária extensiva. Desse modo, manter as pastagens sadias e fortes é um dos principais artifícios para continuar gerando bons rendimentos na área, e fazer sua limpeza é fundamental. Por isso, o artigo de hoje vem trazer os benefícios de uso de herbicidas na limpeza das pastagens. As pastagens no dia a dia As pastagens naturais são a forma largamente utilizada no Brasil para alimentação dos rebanhos, com aproximadamente 90% produção sendo feita nesse regime. Assim, podemos dizer que a produção da carne bovina no país está diretamente relacionada à saúde dos pastos. Entretanto, diariamente, essas pastagens saudáveis são invadidas por plantas daninhas, que concorrem com elas diretamente por água, espaço e também por nutrientes. Muitas dessas ervas conseguem germinar mesmo em condições adversas e crescem rapidamente, diminuindo a produtividade dos pastos. Invadindo esses espaços, as plantas reduzem a qualidade do pasto, afetando inclusive no ganho de peso do rebanho. Além disso, elas podem ser tóxicas aos animais das pastagens, causando-lhes inclusive a morte. O processo de limpeza das pastagens Para que essas plantas daninhas sejam removidas, foram desenvolvidas algumas técnicas de limpeza dos pastos. Dentre as práticas está o controle mecânico, que funciona por meio de roçada, com foice manual ou roçadeira a trator. Mas esse processo não é muito eficaz, já que tem efeito temporário, e só elimina o problema superficialmente. Após a roçada as plantas voltam a crescer com mais vigor, pois não há eliminação das raízes. Outra alternativa é o controle químico feito com herbicidas. Essa prática provoca a interrupção total do crescimento das plantas invasoras e sua morte. Com isso, a pastagem consegue se desenvolver de maneira saudável. É recomendável que a limpeza seja feita nos períodos do ano em que a taxa de fotossíntese dessas plantas é alto. Desse modo, a absorção do herbicida pelas ervas daninhas também aumenta, incrementando a efetividade da limpeza. Os períodos mais propícios à limpeza são nos meses mais quentes do ano, sendo o período de novembro a março o mais recomendado. Benefício do uso de herbicidas nas pastagens O uso de herbicidas é uma das formas mais eficazes de limpeza dos pastos, resolvendo de forma definitiva o problema, além de melhorar o desenvolvimento saudável dos pastos. Com isso, pode ser observada uma melhora de até 50% na produtividade dessas áreas após a limpeza. Os rebanhos, desse modo, conseguem se alimentar melhor, ganhar mais peso, ter mais saúde, e consequentemente produzir bem mais, tanto na produção de carne, como na produção de leite. Gostou do nosso artigo? Então compartilhe e deixe nos comentários suas dúvidas e sugestões. Sua opinião é muito importante.

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