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Veja qual a importância do conforto térmico para as vacas em lactação

A criação de gado para leite precisa de vários cuidados. As vacas leiteiras para produzirem um produto de qualidade e de quantidade, necessitam estar em um ambiente propício para isso. Por isso, o conforto térmico é tão importante.

Nos tópicos a seguir você vai entender o que é o conforto térmico, o motivo da importância desse fator e como ele influencia na qualidade do leite da vaca. Veja!

O que é o conforto térmico e como fazê-lo?

Conforto térmico é o termo utilizado para que as vacas vivam em um ambiente de clima equilibrado, com temperatura no valor ideal, umidade, espaço e outros fatores determinantes.

No caso da temperatura, por exemplo, tudo vai depender da idade da vaca, mas o ambiente deve ter uma variação de 4° a 24°. Sendo as temperaturas mais baixas para animais mais velhos. Os mais novos ficam estressados com o frio.

Além disso, é preciso que o animal tenha um espaço de sombra, com ventilação, vapor d’água para manter a umidade em quantidades aceitáveis, água limpa, dieta equilibrada, enfim, uma série de fatores que vão causar esse conforto térmico.

Qual a importância do conforto térmico?

O conforto térmico atua diretamente na produção do leite pela vaca. Animais com estresse causado pelo clima produzem menos leite e de pior qualidade. Isso já foi comprovado por estudos feitos na área por pesquisadores nacionais e também internacionais.

Em testes recentes feitos pelo Instituto de Estudos Pecuários, a quantidade de proteína em um leite de uma vaca com conforto térmico é 13% maior do que de uma que vive em condições ambientais impróprias.

É assim que o conforto térmico interfere na qualidade do leite da vaca. Ela fica fisicamente estressada e isso atrapalha a produção. Se tiver ainda alguma dúvida sobre o assunto, deixe o seu comentário aqui embaixo!

Leite: benefícios, nutrientes e importância de consumir

O leite é um alimento presente em muitas culturas e, na maior parte delas, ele é associado à boa nutrição da população. Considerado uma das bebidas mais consumidas do mundo, o leite carrega consigo algumas polêmicas, mas hoje vamos falar dos benefícios do consumo de leite. Confira:

Quais os benefícios do leite?

Os benefícios do leite são bem conhecidos e ele também serve para manter uma dieta bem equilibrada em adultos, porque contém muitas vitaminas e minerais que nos mantêm ativos e saudáveis, além de ser uma fonte de nutrientes como as vitamina A, B12 e D, cálcio, carboidrato, zinco e etc.

Um copo cheio de leite de vaca contém vitaminas A e B, que são excelentes para garantir uma boa visão e o aumento da produção de células vermelhas do sangue; carboidratos para nossa vitalidade e energia; potássio para regular as funções nervosas; magnésio para os músculos; fósforo para liberação de energia e proteínas para a restauração e o crescimento celular.

7 propriedades do leite proporcionam benefícios para saúde

Confira algumas propriedades do leite que podem proporcionar muitos benefícios para quem o consome:

  1. Auxilia no crescimento

O leite é considerado uma das melhores fontes de cálcio para todas as faixas etárias. O cálcio é considerado o mineral mais importante para o crescimento saudável e para o bom funcionamento e a reconstituição dos ossos e do sistema esquelético.

  1. Contém proteínas e energia que ajudam na regeneração, no crescimento e no fortalecimento muscular

Tanto o leite materno quanto o leite de vaca são fontes ricas de proteínas de alta qualidade, que contêm todos os aminoácidos essenciais para o desenvolvimento muscular do filhote. O leite integral também é rico em gordura saturada, essencial para a regeneração da massa muscular.

  1. Pode ajudar no controle de peso e o combate à obesidade

Ao contrário do que já foi disseminado, consumir leite não engorda. Pesquisas recentes mostram que as pessoas que consomem leite e alimentos lácteos tendem a ser mais magras do que aqueles que os que não os consomem.

  1. Pode reduzir o risco de diabetes tipo dois

Estudos sugerem que um dos benefícios do leite e de produtos lácteos com baixo teor de gordura pode ser ajudar a reduzir o risco de diabetes tipo dois, uma doença que já não está mais restrita somente aos adultos.

  1. Protege a saúde óssea

Leite e produtos lácteos são fontes de cálcio, fósforo, magnésio e proteínas, que são essenciais para o crescimento e o desenvolvimento saudável dos ossos. O consumo adequado destas substâncias desde a infância e na vida adulta pode ajudar a tornar os ossos mais fortes e protegê-los contra doenças como a osteoporose.

  1. Leite ajuda a ter dentes mais fortes e saudáveis

Encorajar crianças e jovens a tomar leite é uma forma de garantir-lhes a saúde dos dentes, principalmente porque ele tem nutrientes cujas propriedades protegem a superfície do esmalte dos dentes contra substâncias ácidas.

  1. Age como remédio contra a azia

Existem muitos alimentos que contêm ácidos que causam azia. Uma das formas mais simples de aliviar esta dor é tomar um copo de leite. A refrescância e a consistência espessa do leite ajudam a revestir o esôfago e o estômago, diminuindo o mal-estar.

Agora que você já sabe os principais benefícios do leite, que tal incluí-lo na sua dieta? Deixe seu comentário falando do que achou do nosso artigo. Dúvidas e sugestões são sempre bem-vindas!

Metrite Puerperal

Provocada por uma infecção uterina causada por bactéria, a metrite puerperal pode até mesmo levar a vaca a morte. Por isso é muito importante ficar atendo as características e tipos de tratamento dessa doença.

Abaixo falaremos um pouco melhor de como identificar a metrite puerperal aguda, como prevenir e também quais os tipos de tratamentos mais eficientes.

Como identificar

Essa doença está relacionada com complicações no parto como a retenção da placenta, por exemplo. Identificar a metrite não é difícil, existem alguns sintomas que devem ser observados após a vaca parir. Dentre eles estão:

Perda de apetite, emagrecimento e desidratação.

Febre intensa.

Diminuição drástica na produção de leite.

Depressão.

Descarga uterina com cheiro muito forte, fedorento e coloração chocolate.

Ao notar esses sintomas em vacas que tiveram parto recente você deve confirmar a doença eliminando outras possibilidades como a mastite superaguda e pneumonia, por exemplo, e começar o tratamento o quanto antes.

Como prevenir

Infelizmente não existem muitas práticas que ajudam na prevenção da metrite puerperal. A melhor medida a ser adotada é a de manter a imunidade do seu rebanho em boas condições, com isso as chances de inflamações e infecções bacterianas serão menores.

Uma boa forma, não de prevenir, mas de identificar com antecedência a doença, é a de examinar as vacas paridas diariamente durante 10 dias após o parto. Essa atitude pode salvar a vida do seu animal.

Como tratar

Depois de identificado o problema é hora de começar a adotar as medidas de tratamento. A metrite puerperal quando identificada e tratada no início tem grandes chances de sucesso, com a recuperação rápida da vaca.

O tratamento mais comum é administração de antibióticos próprios e também anti- inflamatórios não esteroides. Já a drenagem do líquido uterino malcheiroso não é recomendado, pois, o útero estará sensível e poderá ser facilmente perfurado, além de poder causar outras complicações como a bacteremia.

Veterinários geralmente indicam o antibiótico Oxitetracilina e Ceftiofur para o tratamento, contudo, existem outros nomes que desempenham funções similares.

Tem algum amigo que gostaria de ver essas informações? Em caso positivo não deixe de compartilhar. Também não se esqueça de deixar o seu like e comentário de possíveis dúvidas.

Descubra como prevenir a mastite no gado leiteiro

A mastite é uma doença perigosa para a produção leiteira da sua fazenda. É uma inflamação na glândula mamária da vaca causada por bactérias e fungos que, praticamente, invalida a qualidade do leite.

Nos tópicos a seguir você vai entender como pode ser feita a prevenção à mastite, qual o dano econômico dessa doença e os cuidados que você deve ter no tratamento. Veja!

Como é feita a prevenção?

Prevenir é sempre a melhor solução. Para isso, você precisa ficar atento a alguns detalhes importantes. O local que a vaca dorme precisa estar limpo e seco, isso evita a proliferação de fungos e bactérias.

Além disso, é preciso que as vacas não estejam estressadas, ou seja, vivam em um ambiente com conforto térmico, alimentação balanceada, água limpa e outros elementos que as mantenham sob controle físico e temperamental.

Os métodos e equipamentos de ordenha também precisam estar sempre limpos, esterilizados, para evitar contaminações. Espante as moscas de próximo do rebanho e tenha todos os medicamentos necessários para o caso de contaminação pela mastite.

Quais os danos econômicos?

Além do tratamento das vacas que não é nada barato, o leite contaminado pela mastite não pode ser comercializado. Ou seja, enquanto a vaca estiver em tratamento, você não vai poder vender seu leite e isso pode trazer um prejuízo gigantesco, já que a recuperação do gado pode demorar dias e até semanas.

Por isso, o melhor é sempre evitar que a doença ocorra. Em caso dela surgir, chame imediatamente o veterinário e comece o tratamento com o uso dos antibióticos.

Que cuidados deve-se tomar?

O principal cuidado é com a questão dos antibióticos. Enquanto eles estiverem no sangue da vaca, mesmo após o tratamento, esse leite não deve ser usado. Caso contrário, pode trazer problemas para a saúde de quem for tomar o leite e você pode sofrer algum tipo de sanção por conta disso.

Caso ainda tenha restado alguma dúvida sobre as formas de prevenção da mastite, deixe o seu comentário aqui embaixo!

Veja qual a importância do conforto térmico para as vacas em lactação

A criação de gado para leite precisa de vários cuidados. As vacas leiteiras para produzirem um produto de qualidade e de quantidade, necessitam estar em um ambiente propício para isso. Por isso, o conforto térmico é tão importante.

Nos tópicos a seguir você vai entender o que é o conforto térmico, o motivo da importância desse fator e como ele influencia na qualidade do leite da vaca. Veja!

O que é o conforto térmico e como fazê-lo?

Conforto térmico é o termo utilizado para que as vacas vivam em um ambiente de clima equilibrado, com temperatura no valor ideal, umidade, espaço e outros fatores determinantes.

No caso da temperatura, por exemplo, tudo vai depender da idade da vaca, mas o ambiente deve ter uma variação de 4° a 24°. Sendo as temperaturas mais baixas para animais mais velhos. Os mais novos ficam estressados com o frio.

Além disso, é preciso que o animal tenha um espaço de sombra, com ventilação, vapor d’água para manter a umidade em quantidades aceitáveis, água limpa, dieta equilibrada, enfim, uma série de fatores que vão causar esse conforto térmico.

Qual a importância do conforto térmico?

O conforto térmico atua diretamente na produção do leite pela vaca. Animais com estresse causado pelo clima produzem menos leite e de pior qualidade. Isso já foi comprovado por estudos feitos na área por pesquisadores nacionais e também internacionais.

Em testes recentes feitos pelo Instituto de Estudos Pecuários, a quantidade de proteína em um leite de uma vaca com conforto térmico é 13% maior do que de uma que vive em condições ambientais impróprias.

É assim que o conforto térmico interfere na qualidade do leite da vaca. Ela fica fisicamente estressada e isso atrapalha a produção. Se tiver ainda alguma dúvida sobre o assunto, deixe o seu comentário aqui embaixo!

Como evitar a mastite no gado leiteiro

A mastite é uma contaminação que prejudica muito a saúde do rebanho, se tornando um grande pesadelo para o produtor. Essa infecção é provocada por bactérias e surge principalmente por falta de higiene e manutenção dos equipamentos de ordenha. O prejuízo é certeiro, pois o leite dos animais contaminados fica impróprio para consumo e deve ser totalmente descartado.

A solução é a prevenção. Neste caso, é preciso melhorar a higiene dos equipamentos e antes da ordenha, o profissional deve lavar bem as mãos e higienizar o úbere da vaca, lavando a seco, com papel toalha, além, é claro, de manter a limpeza nas instalações com regularidade.

Qual a importância da vermifugação?

 

Eles contribuem para a baixa produtividade do rebanho, e, por isso, devem ser mantidos sob controle. Estamos falando dos parasitas gastrointestinais, que competem com o bovino pelos nutrientes e podem contribuir para o desenvolvimento de inúmeros problemas. Dentre os sintomas mais comuns das verminoses estão emagrecimento, anemia, barriga estufada, falta de apetite, diarreia e pelos arrepiados e sem brilho – e, dependendo do animal e da intensidade, podem levá-lo até mesmo à morte.

Para diagnosticar a doença é necessária a realização do exame de ovos por grama de fezes (OPG) em 10% a 20% do rebanho. Já para saber os tipos de vermes presentes o teste indicado é a coprocultura. E, uma vez identificado o problema (ou mesmo antes, como medida preventiva ao mesmo), a indicação dos especialistas é o uso dos vermífugos, que combatem os parasitas e impedem que o animal seja afetado por eles.

Não há um padrão quanto a idade ideal para se iniciar a vermifugação do rebanho, e a decisão de qual categoria receberá as doses pode variar de uma fazenda para outra. Só para se ter uma ideia, determinados produtores possuem animais infestados ainda aos quatro meses de idade. Contudo, de maneira geral, os na recria são os mais prejudicados pela verminose, sendo também a categoria que responde aos tratamentos de forma mais eficaz. Vacas e touros adultos podem receber uma ou duas vermifugações por ano.

No entanto, a data mais indicada para a aplicação de vermífugos é o período que vai do início da seca até o início das águas, já que os animais costumam estar mais parasitados nesta época devido a baixa disponibilidade de nutrientes na pastagem. Segundo especialistas, é comprovado cientificamente que o uso de Doramectina 3,5% nos meses de maio e novembro e uma dose de Moxidectina 1% no mês de agosto é a estratégia mais eficaz de controle das verminoses. De todo modo, o acompanhamento de um médico veterinário é fundamental.

Fique de olho no LINA (Leite Instável Não Ácido)

 

Capaz de gerar um grande impacto em toda a cadeia produtiva, o LINA merece atenção especial dos produtores, afinal, estabilidade é algo fundamental para o desenvolvimento da pecuária leiteira. A sigla faz referência ao Leite Instável Não Ácido, que coagula no teste do alizarol mesmo sem apresentar acidez de origem microbiológica, o que, em outras palavras, significa que aparenta ser ácido mesmo que não seja de fato.

Como o alizarol é o primeiro teste de qualidade realizado na coleta do leite cru, o LINA é rejeitado, gerando transtornos. Para se ter uma ideia, de acordo com especialistas, a frequência média do problema é de 40%, o que corresponde a quarenta produtores afetados em cada cem. Acontece que, devido ao excesso de minerais com cargas elétricas positivas (cátions), as negativas (ânions) acabam sendo neutralizadas, e são elas que mantêm as proteínas do leite afastadas umas das outras. E, sem as cargas negativas, as proteínas tendem a se aproximar e coagular.

Em resumo, é o desequilíbrio salino um dos fatores determinante para a ocorrência do LINA, fazendo com que o leite coagule na presença de álcool mesmo sem estar ácido. As pesquisas mais recentes sobre o assunto apontam que o desequilíbrio ácido básico do animal (proporção cátions x ânions) também interfere e precisa ser controlado, bem como o estresse devido à privação alimentar, seja pela diminuição da oferta de pastagem ou pelo manejo incorreto do rebanho.

Entretanto, segundo pesquisadores da UNOPAR, os fatores relacionados à produção do Leite Instável Não Ácido podem estar dentro do próprio úbere do animal. Em outras palavras, mesmo recebendo um manejo adequado, é possível que algumas vacas produzam o leite com excesso de cálcio iônico ou desequilíbrios salinos, devido sua inabilidade de regular o balanço entre os componentes com cargas negativas e positivas do leite, em específico na produção da proteína alfa-lactoalbumina, essencial na formação da lactose.

Nova fórmula da vacina contra febre aftosa estará disponível em 2019

Segundo informações divulgadas pela Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), a nova fórmula da vacina contra febre aftosa em dose reduzida (de 5ml para 2ml), sem a presença da substância saponina em sua composição, estará disponível para uso dos produtores rurais em maio de 2019.

A mudança é decorrente de exigências feitas pelo setor privado, uma vez que a fórmula atual causa abscessos que trazem uma perda de, em média, dois a três quilos de carne por animal. E, com a menor dosagem, a vacina reduzirá os prejuízos causados.

Entretanto, de acordo com o Ministério da Agricultura, a maior parte das lesões infligidas ao rebanho são devido a práticas inadequadas e contaminação microbiológica no local da aplicação. Por este motivo, cuidados com a conservação da vacina e com o manejo dos animais são fundamentais para a diminuição dos problemas decorrentes – como a formação de abscessos.
Recomenda-se que as vacinas sejam mantidas no gelo seco, na temperatura de 2° a 8° C, desde a aquisição até o momento da aplicação, preservando assim sua qualidade. Outro aspecto crítico é a retirada de ar da seringa, um dos maiores causadores de erros de dosagem e refluxo, e é de suma importância ter em mente que vacinação não é sinônimo de estresse. Afinal, manter o animal calmo pode auxiliar na diminuição de reações adversas à dose.

 Como fazer um gerenciamento de bezerros eficiente?

 

Nos últimos dez anos, a criação de bezerras deixou de ser vista como um custo e passou ao status de investimento nas fazendas brasileiras. Seja para a manutenção do rebanho ou mesmo para o aumento da produção de leite, a prática é extremamente eficaz, uma vez que estudos apontam que bezerras em aleitamento intensivo se tornam vacas mais produtivas a longo prazo. Confira:

Através de uma pesquisa realizada pela Associação de Criadores de Bezerras e Novilhas (Dairy Calf and Heifer Association), foi possível categorizar práticas de manejo e alimentação que norteiam o gerenciamento destes animais, e estas recomendações, chamadas de “Padrão Ouro” (Gold Standards), devem ser consideradas como metas pelos produtores. Em linhas gerais, existem inúmeros pontos críticos de controle na criação de bezerros que precisam ser levados em consideração, e itens como falhas na compilação de informações sobre o animal – como a determinação do intervalo entre partos, a taxa de prenhes e de desmame do rebanho, idade ao primeiro parto e duração da estação de monta -, acabam fazendo com que os dados se tornem imprecisos e percam seu valor na hora do estabelecimento de metas.

Entretanto, independentemente de quais são os objetivos definidos para um determinado sistema de produção, o monitoramento do trabalho realizado e a medição de resultados é que possibilitam o gerenciamento eficiente da atividade de criação. O trabalho tem início com o nascimento do animal, e, durante todo o seu período de aleitamento, vários índices são levantados, como o peso ao nascer, que determina o volume mínimo (10% peso) de colostro de alta qualidade a ser fornecido ainda nas primeiras 6 horas de vida, garantindo a imunidade do mesmo.

Um dos pontos mais importantes na criação de bezerras, além do planejamento do rebanho e da otimização dos custos, é a gestão das pessoas envolvidas diretamente nesta atividade, e, além dos conhecimentos técnicos, os responsáveis devem estar preparados para compreender as alterações no comportamento do animal, interpretando de modo a tomar as melhores providências, bem como para fazer coleta diária dos dados que permitem a avaliação e o ajuste do processo de gerenciamento. Por fim, vale dizer que o custo de produção do bezerro torna-se menor à medida que a eficiência produtiva do rebanho é aumentada, e, deste modo, medidas como a redução do intervalo entre os partos e o consequente aumento da taxa de prenhes, por exemplo, podem possibilitar a otimização do processo.